Outfit: But home is nowhere…

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Fui pra Brusque nesse final de semana por conta da festa de aniversário de 79 anos da minha avó (sempre ela por aqui, viram?) e adivinha? Mesmo sendo um bate-e-volta, rendeu algumas fotos de look Enquanto aqui em Curitiba estou meio devagar com esses posts (continuo em casa colocando ordem em alguns projetos, inclusive o do blog novo, e fico mega preguiçosa de me arrumar pra sair!), por lá, mesmo com a correria, as coisas sempre acabam acontecendo.

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A festa foi bem familiar e aconteceu num buffet durante a tarde, mas eu tava tão empolgada pra usar essa bota da Zara com a saia skater de couro fake da Renner que (finalmente) encontrei esses dias que fui de salto mesmo (pelo menos esse é super confortável!). A ideia inicial era ir de meia-calça preta, mas cheguei lá e estava tão quente-abafado-brusquense que só rolou sair assim. Depois do mini evento, fomos dar uma volta em Balneário Camboriú e como iria dirigindo, troquei a bota de salto pela botinha da Renner.

Não sou muito fã de misturar cores de metal, especialmente dourado com prata, mas tava na correria e acabei percebendo isso só depois! Foi com essa bota (que tem as tachinhas prata!) que a maioria das fotos aqui foram feitas, no fim das contas. A camisa branca sem mangas é aquela mesma que apareceu por aqui nesse look (o colar – dourado – da Top Shop também!), e o cardigã de zebra foi mais um achado do inverno 2014 da Renner. A bolsa verde menta com tachinhas (também douradas!) é daquela primeira coleção da Santa Lolla pra C&A.

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Meu cabelo também tá levemente mais escuro (não tanto quanto parece nessas fotos que foram feitas com pouca luz), já que subi um tom e fui do 7 pro 6 na última vez que pintei, além de usar mais um fundo dourado do que acobreado na misturinha louca que eu faço (uso as tintas profissionais Evolution of The Color da Alfaparf – estava sempre utilizando a 7.4 de base misturando com um pouco da 8.3 e do Red Booster, mas dessa vez  a base foi a 6.35, acrescentando a 6.4). Pra quem não entende nada dessas coisas, quanto mais baixo o primeiro número, mais escura a cor. Depois do ponto, vem a nuance, que pode ser acizentada (-.1), azulada (-.2), dourada (-.3) acobreada (-.4), acaju (-.5), vermelha (-.6) e assim vai. O 6.35 que usei de base é um castanho claro com reflexos dourados e um fundo (bem leve) acaju, enquanto 7.4 é um loiro escuro (altura do meu cabelo natural), com reflexos acobreados (meu cabelo natural é 7.1 – loiro escuro acizentado).

O Red Booster, como o nome diz, é um potencializador de vermelho. Ele é um pigmento puro, não tem “altura”, então serve pra misturar com outras tintas quando você quer um tom super avermelhado (nada de laranjinha aqui, ok?).  cor pura dele é bem magenta – vermelho com um fundo rosa. Amo meu cabelo bem vermelho (ou seja, haja Red Booster no mundo pra mim <3), mas manter a cor vai “fritando” os fios, que no meu caso já são super finos. Não tem máscara ou produto que ajude nessas horas. Como não quero cortar nem pretendo abrir mão dos tons mais quentes, vou segurar assim por enquanto. 😉

E essa foi a música que inspirou o título do post:
[youtube http://www.youtube.com/watch?v=QiZLMBGPP5c]

Twenty-six years and seems like I’ve just begun
To understand my, my intimate is no one
When the director sold the show, who bought its last rites?
They cut the cast, the music, and the lights

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