Outfit: Time Lapse Lifeline


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Estamos no comecinho “oficial” do inverno, com um clima supercinzento e um tantinho gelado, mas a Curitiba está cheia de flores! Acho que rola toda uma confusão climática nessas plantas de países frios que tem espalhadas por aqui – como nosso inverno é moderado, elas ficam louquinhas e imaginam que já estamos no começo da primavera. Será?

Em 2010, quando fui pra Nova York, visitei o Jardim Botânico do Brooklyn (pra comemorar, resgastei o post original \m/ daquela época), e ele estava cheinho de flores de cerejeira. Foi lindo, completamente apaixonante… mas era abril, ou seja, começo da primavera no hemisfério norte! De qualquer maneira, aquele jardim me marcou um monte, tanto que as flores de cerejeira viraram uma das minhas espécies de flores favoritas.

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Não são lindas? As que florecem aqui são de uma espécie diferente das que vi em Nova York – descobri que existem mais de 300 tipos de árvores chamadas de cerejeira – algumas são conhecidas pela madeira nobre, outras pelos frutos. Elas precisam de frio para florecer, e no Japão, marcam o fim do inverno e o início da primavera, por isso são super festejadas e aguardadas.

As flores de cerejeira também são cheias de significado. O meu favorito? Como elas são belas, mas duram pouco, são uma metáfora pra efemeridade e pros ciclos da vida.

E já que estamos falando de Japão, fui até a Praça do Japão bater fotos e ver as cerejeiras, claro! Sim, ela também está cheia de árvores floridas. E com esse clima cinzento elas se destacam mais ainda na paisagem.

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Sobre o look: depois de estudar combinações em fotos por aí, fiquei querendo muito uma bota over the knee, mas não tive coragem de comprar nenhuma das que vi nas lojas em Curitiba, achei todas caras demais! Pra mim é meio absurdo pagar mais de R$400 numa bota que sei que vou destruir de tanto usar, rs. E mesmo que seja de couro e dure muitos invernos com os cuidados certos (levar no sapateiro, mandar hidratar, etc), não tinha tanto dinheiro assim pro “investimento”.

Daí aproveitei a ida pra Brusque pra tentar achar um modelo mais em conta (minha bota de montaria da Zeket foi comprada lá no inverno passado!), e acabei com esse modelo da Bottero, que é mais uma bota de montaria de cano longo do que uma over the knee propriamente dita! Não foi tão barata quanto eu queria, mas mesmo assim foi mais em conta do que as que vi por aqui. =x O salto é emborrachado, o que faz com que seja mais confortável de andar por horas do que a de montaria da Zeket, que tem salto de madeira. O couro dela também é bem molinho, o único drama é que nem sempre ela fica “fechadinha”, por ser aberta atrás do joelho.

Apesar de não ser tão básica (preta com salto é marrom e fivelas “ônix”), achei bem versátil e já usei bastante, por cima de legging e meia calça. Fica bem quentinho e protegido e ainda dá pra usar aquelas meias de neve da Decathlon que eu amo pra reforçar! Nesse dia, usei com uma meia-calça da Trifil que simula meia 7/8 e o shorts preto da segunda coleção da Carina Duek pra C&A. Com o casaco compridinho (tava na wishlist desse inverno e achei na Squalle), deu uma carinha mais sexy, rs. Não é muito a minha vibe, mas até que curti o resultado, achei que ficou bem “eu”. Por baixo, camiseta da Renner cinza mescla.

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Bati essas fotos no domingo passado e tive que sair meio correndo de casa pra almoçar – meus pais estavam na cidade e viajariam em seguida. Acabei perdendo a hora, por isso fui com os cabelos ao natural, o que é bem engraçado já que raramente saio de casa assim! Bom, agora dá pra entender o que eu digo quando falo que meu cabelo não é liso nem ondulado, né? Com o babyliss eu consigo modelar essa parte mais lisa de cima e dar uma forma mais definida, mas quando ele só seca, sem escova nem nada fica desse jeito. Também estava bem desbotado e com uma raiz castanho-acizentada enorme, mas acabei de dar um jeito nisso depois de uma longa indefinição! =p

O óculos é o da Renner que eu tenho usado direto e a bolsa é a Clá do Adô Atelier! Ela entrou em promoção e depois de usar a minha Bucket Bag Mini preta praticamente non-stop nos últimos 6 meses, decidi adquirir a Clá amarelinha e a Mini Satchel Framboesa de uma vez só (parceladas em 10x no PagSeguro, o que pra mim significa nenhuma bolsa nova até 2016, rs!). Tenho feito um esforço pra carregar cada vez menos peso quando saio por aí (minhas costas agradecem!) e essas bolsas pequenas e lindas são um ótimo incentivo! E ainda acrescentam cores nos meus looks quase sempre monocromáticos.

Como são super bem feitas, com materiais ótimos (couro, de novo!) e modelos bem atemporais (apesar do modelo retangular da Clá me lembrar bastante da Gucci Soho Disco Bag que tá na “moda”), vão durar bastante na minha mão. Tô preferindo investir nelas do que em bolsas da Renner que vão durar um ano e ir pro lixo, sabe?

Se preparem pra uma overdose delas por aqui! 😉

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A música que inspirou o título desse post:

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=qvFALSUopFE]

“Back it up, back it up – stop, fast-forward, rewind 
And watch the sun watch the moon taking turns in the same sky 
And you were dead as the leaves, now you’re new like the springtime 
Back it up, back it up – stop, fast-forward, rewind 
And once it’s done…”

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