Vida: Um Dia de Cada Vez

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Que fase, gente. Que fase. Faz um tempo que eu venho aqui e penso “quero escrever sobre o mestrado” – afinal, esse é o resumo da minha vida há 3 meses, mas paro por simplesmente não ter palavras pra explicar. Já tinha previsto que essa seria uma fase mais introspectiva, de muito aprendizado, mas preciso ser mais clara: minhas previsões foram levianas. O mestrado é muito mais que isso.

Primeiro, que é uma fase de desconstrução intensa, tijolinho por tijolinho, das coisas que você tem como certas. O tal do conhecimento científico tem esse poder, de te deixar questionando tudo e todos. Aos pouquinhos, tô dizendo “tchau” praquela Nayara que eu conhecia e aceitando que essa experiência não tem mais volta.

Abrir mão dos planos pro futuro próximo, das férias e da estabilidade financeira é fichinha perto de ter que lidar com o fato de que tudo que estudei e aprendi nesses quase 30 anos de vida à respeito da área que eu pesquiso não é absolutamente nada perto do que tem pra aprender. Juro que tem horas que me sinto sacaneada pela vida, mas talvez seja esse o sentimento mesmo.

Estamos oficialmente na décima terceira semana de aulas (embora todas as disciplinas estejam na décima segunda aula) e é difícil contar tudo o que “conheci” até aqui, entre as diversas teorias das organizaçõesmetodologias de pesquisa e técnicas estatísticas de cruzamento de dados e sobre a história dos estudos em marketing (pra conseguir entender melhor as perspectivas contemporâneas sobre o assunto).

O que posso afirmar, por enquanto, é que tudo que eu achava que sabia é muito pouco perto de todas as novas maneiras de pensar Administração (e Comunicação e Marketing e tudo junto) desse universo que comecei a conhecer nos últimos meses.

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Como eu ainda não consegui digerir direito as coisas pra transformar isso em algo tangível (quero muito tentar), só me restam contar as novidades do meu mundo “objetivo“.

Comecei a ter muitas dores de cabeça e perceber que fazia um esforço imenso pra enxergar o quadro/slides projetados, e não deu outra. Fui no oftalmologista depois de uns anos (sempre enxerguei bem e saia de lá sem nenhuma indicação) pra descobrir que tenho 0,5 de miopia nos dois olhos. É pouco, mas o suficiente pra me incomodar bastante, por isso agora uso óculos em boa parte do tempo. Faz uma diferença imensa. Vale contar também: encontrei essa armação no PolloShop, pertinho de casa, na Ótica Lens. É da Marc by Marc Jacobs, não foi exatamente barata mas morri de amores e não consegui deixar ela lá e continuar procurando, rs.).

Na outra foto, o Bloco Azul do Campus do Jardim Botânico da UFPR, onde estudo, vivo e estou quase todos os dias. É bem engraçada minha relação com esse campus, porque eu quis muito estudar na federal durante toda a minha vida – na adolescência queria muito ir pra UFSC, depois pra UFPR, acabei passando pela Univali, pela UEL e pela FAE antes disso mas eis que finalmente cheguei lá (pra descobrir que ela não é nada do jeito que eu imaginei, rs).

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Comprei um milhão de canetas marca-textos coloridas da Stabilo e comecei a estudar mais no modo analógico, primeiro por que meu olho tava doendo e segundo por que a variação de estímulo favorece o meu processo de aprendizado. De brinde, ganho a companhia do Leopoldo nesse frio. No fim, esse é o verdadeiro livro de colorir para adultos, rs. E quando você tem um monte de páginas pra ler em pouquíssimo tempo, parece que ele passa ainda mais rápido mesmo. =/

Também adquirimos uma maravilhosa máquina de waffles aqui pra casa! Era uma vontade antiga, e foi uma felicidade quentinha pro inverno. Por enquanto, só fizemos a receita da massa que vem na embalagem, e experimentamos algumas coberturas diferentes… minha preferida é essa com sorvete de frutas do bosque e morangos.

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E como não poderia faltar um update da casa, mês passado demos aquela passada na Leroy Merlin pra finalmente executar esse projeto de prateleira que tava há vários meses nos planos, pra colocar os cactos e outras coisas pequenas. Basicamente, o Rafael comprou essa “ripa” de madeira e prendeu por baixo e por cima com os cabos de ferro. Não dá pra colocar coisas muito pesadas (como livros, por exemplo) e que o Leopoldo nem pense em subir nela, mas foi bem simples de fazer e o resultado ficou amor!

Também aproveitamos pra comprar molduras prontas pra colocar dois pôsteres que estavam há anos rolando pra lá e pra cá aqui em casa na parede. Agora a serigrafia do show do Pearl Jam em Curitiba em 2011 e o desenho que brilha no escuro que venho de Buenos Aires em 2008 fazem companhia pra outra serigrafia, da tour do Murder By Death e pra reprodução da exposição do Cartier-Bresson no MoMa, que eu trouxe daquela viagem pra NY em 2010.

Construindo coisas: Mesa de centro

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Meus pais são de uma região rural do norte do Paraná, lá se conheceram, se casaram, se mudaram pra São Paulo e eu nasci. Ok, não foi necessariamente nessa ordem… Bom mas o que importa aqui é que esse fato da origem dos meus pais teve uma influência engraçada na minha relação com móveis, explico.

A maioria dos feriados e férias íamos para o norte do Paraná, pro sítio. Lá acabei acompanhando muitas obras em casas de madeira. Constrói, desmonta aqui remonta ali, tira uma parede, bota uma parede… E com isso restavam muitas sobras de madeiras, a maioria eram madeiras nobres peroba rosa, mogno ou cedro. O pessoal aproveitava as sobras pra fazer uns móveis: armários, baús, camas, mesas e bancos. Bem rústicos e tal, já que a maioria era feita com serrote martelo e pouco conhecimento de marcenaria. Mas eram mais legais que os móveis que a gente tinha em São Paulo. Eram do tamanho que as pessoas queriam, bem úteis e resistentes.

Com uns 8 anos eu ajudava meu tio-avô a fazer alguns bancos e mesas. Logo comecei a fazer meus próprios móveis, com uns 13 eu tinha furadeira, serrote, martelo e essas traquitanas. Mas logo entrei na adolescência e meio deixei essas coisas de lado. A idéia de fazer eu mesmo meus móveis só me veio a cabeça de novo quando fui morar com a Nayara. Eu queria uma mesa, mas o quarto que eu tinha era muito pequeno, então fui atrás de um tampo de MDF e fiz uma mesa do tamanho que eu queria e resolveu meu problema. Mas sempre ficava com a sensação de que as coisas MDF eram meio pasteurizadas, sem vida.

Foi então que com a lembrança dos móveis rústicos lá do sítio, de “madeira de casa” comecei a ter vontade de fazer alguns móveis de novo. No pinterest comecei a ver alguns projetos e também técnicas de marcenaria, somado a um pouco do 1º ano de design (que tinha muita coisa de produto) comecei a fazer algumas coisas, banquinhos, um móvel que serviu de paneleiro no apartamento antigo. Tenho feito alguns projetos no computador, mas poucos são executados. Geralmente eu faço eles quando vou pra casa dos meus pais. Por que serrar madeira no apartamento é um pouco complicado. Essa história toda foi só pra contextualizar esses projetos que vou mostrar aqui conforme eles forem sendo executados.

O primeiro da série é uma mesa de centro, faz algum tempo que queria alguma coisa pra apoiar os pés enquanto eu sentava no sofá, tá eu sei que uma mesa de centro não serve pra isso, mas é mais forte do que eu :P. Eu e Nayara sempre olhávamos algumas mas sempre faltou uma coragem de pagar R$500,00 numa mesa de centro, além de ser difícil achar uma minimamente bacana. Então comecei a esboçar uma e pensei em fazer algo com madeiras mais baratas, se desse certo mais pra frente eu faria uma versão melhorada com uma madeira melhor.

Como o previsto o protótipo ficou meio tosco, como não tenho muito “as manhã” tem alguns encaixes que ficaram meio estranhos e etc, mas no geral saiu mais ou menos como eu queria. E o processo serviu para aprender o que fazer pra sair certinho em uma próxima versão. Aí ela com o Leopoldo aprovando.

Aqui vou descrever um pouco de como projetei a mesinha:

1) Fiz um desenho bem aproximado do que eu queria no Illustrator, usando o efeito 3d que tem lá só pra ter uma noção do volume. Nesse esboço eu tinha uma idéia megalomaníaca de fazer um tampo de vidro, mas logo desisti da idéia.

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2) De novo no Illustrator dei uma refinada no projeto e fiz ele mais pé no chão, ou seja algo que eu conseguisse de fato fazer só com uma serra circular. Desenhei 3 vistas: O tampo, a lateral grande e a lateral pequena. As peças foram desenhadas separadas e montei o móvel no illustrator pra ver se tudo encaixava. Nesse ponto eu ainda não tinha definido as medidas só as proporções.

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3) Defini as medidas exatas tomando por base os móveis que iriam se relacionar com a mesa: o rack da tv e o sofá. Medi a altura do chão até o assento do sofá, deu uns 50cm. Aí medi o rack que tinha algo em torno de 1,60 e no illustrator fiz um desenho pra chegar numa largura que tivesse alguma proporção com o rack cheguei em 90cm.

2) Defini um orçamento de R$100,00 pra fazer a mesa. Liguei em um monte de lugares procurando pinus e encontrei um lugar aqui em Curitiba que se chama Ripas que vende só pinus. As madeiras que eles vendem tinham 3 metros e até 25cm de largura. Cada tábua ia dar uns R$20,00 já beneficiada (sem farpas, semi-lisa) aí calculando mais ou menos quantas peças eu ia precisar cheguei no número de 3 tábuas. Com o resto do dinheiro eu ia comprar parafusos, cola e tinta.

4) Fiquei quebrando a cabeça pra ver como ia encaixar tudo, por que além de ter precisar de um aproveitamento extremo das madeiras eu ia precisar que o pessoal da Ripas cortasse as tábuas em tamanhos de no máximo 100cm, para que eu conseguisse carregar no carro. Pra ver como cada peça ia sair de cada tábua fiz um plano de corte no illustrator.

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Numerei cada tábua com um código pra saber que peça iria onde na hora de montar a mesa e preparar cada peça, abaixo tem o diagrama com cada peça e seu código.

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5) Depois de tudo cortado, viajei 400km e chegando no sítio comecei a preparar minhas ferramentas. Pra cortar tudo certinho eu ia precisar de uma serra de bancada, como não tenho. Fiz uma adaptação com a minha serra circular, tem vários tutoriais por aí de como se faz isso. Cortei seguindo os planos, e deu tudo quase certo. Fiz alguns cortes errados, por falta de instrumentos de precisão (esquadros) e o acabamento ficou um pouco malacabado por falta de equipamentos de acabamento (lixadeira e plaina). Com um pouco de serragem corrigi algumas coisas e no fim saiu algo bem interessante.

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Acabei considerando essa um protótipo, e acabei gostando da cor de madeira e desisti de pintar. Como eu disse lá atrás, no futuro penso em fazer esse mesmo projeto mas com uma madeira melhor e com mais ferramentas pra evitar os erros. Fiquem com mais algumas fotos do Leopoldo inspecionando a mesa.

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Decor: As Luminárias da Sala

#o post mais aguardado do apê

Siiiim, finalmente vou compartilhar como fizemos as nossas luminárias com lâmpadas expostas da sala! A ideia de ter um blog com temas variados já rondava as nossas conversas faz um tempo, mas foi esse projeto que deu origem a ideia do blog, e meses depois, eis que estou escrevendo sobre ele! 😉 Mas antes, vamos ver o que a gente tinha?

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Não tenho foto do outro lustre antigo da sala, mas quando alugamos o Ap, ele veio com esses dois lustres trabalhados com filetes de vidro. O que ficava em cima da TV era esse mais simples da foto. Na outra parte, outro lustre no mesmo estilo mas com uma camada dupla de filetes. Estávamos tão empolgados com outros detalhes da casa nova (varanda, lareira, chão clarinho) que demorou um pouco pra gente realmente se importar e resolver dar um jeito na situação.

Esse apartamento tem um pé direito bem mais baixo que o último que a gente morou, então tínhamos uma limitação quanto aos estilos de luminária que poderíamos colocar. Ao mesmo tempo, já tivemos experiências meio frustrantes com spots direcionados no ap que moramos em Londrina e com plafons no outro ap aqui. A gente ama luz, e fazia questão de ter algo mais aconchegante. Mas não tínhamos budget pra investir nisso agora.

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Depois de pesquisar muito e juntar várias referências no Pinterest, acabamos decidindo entrar na modinha e ter luminárias com lâmpadas expostas (exposed bulbs) na sala! Vasculhei a internet inteira e encontrei uns modelos prontos bem legais pra comprar por aí, até orcei numa loja e quase compramos online! Mas daí o Rafael foi dar uma volta na Leroy Merlin enquanto eu estava viajando e encontrou esse kit branco da foto por menos de 20 reais.

Estava em SP trabalhando naquela semana, então ele chegou em casa e já instalou, mandando uma foto pra perguntar o que eu achava. Na verdade, o kit vinha com outro outro soquete e o Rafael gostou mais desse liso vendido avulso. Aprovei o resultado, mas achei o branco meio sem graça! E sempre pensei em ter mais de uma lâmpada na luminária em cima da mesa (afinal, a gente ama luz!)

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Resultado: spray amarelo e 3 soquetes! Amarelo é uma das cores que a gente escolheu pra aquecer a paleta da sala, que em breve vai ganhar uma parede cinza clarinho. Quero escrever mais sobre isso qualquer dia, mas eu e o Rafael somos loucos por móveis em diferentes tons de madeira então a nossa ideia principal é ter alguns tons que complementem isso.

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Tudo ia muito bem até a incompetência de alguém pra usar o spray, rs! Sim, manchou. Daí a gente tentou lixar e pintar de novo e manchou mais ainda, por ser de plástico. Não temos muito espaço pra isso aqui e todo esse processo foi realizado dentro de uma caixa na varanda, então era um pouco difícil manter a distância necessária pra usar o spray. O que fazer? Como proceder? Já não estava mais tão convencida com essa canopla em forma de cone como antes, lá pelas tantas comecei a achar que ficaria meio estranha para a ideia de ter 3 lâmpadas e tava esse projeto do Casa de Colorir na cabeça.

Fomos até uma Balaroti (mais perto de casa que a Leroy Merlin) e por R$14 compramos um daqueles spots de metal com a intenção de arrancar o spot e usar só a base. Procuramos uma bem lisa. Na ansiedade acabei não fotografando, mas era um spot com uma lâmpada bem simples. Desmontei e o Rafael usou a furadeira pra fazer os 3 furos para puxar os fios por dentro dela. Depois pintamos com 3 demãos de spray, tomando cuidado para não manchar de novo. Não ficou perfeito, mas adorei o resultado… Ah, no fim das contas, do kit original só usamos os fios, rs!

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O Rafael montou tudo certinho e colocamos essas lâmpadas econômicas decoglobo da Philips, que tem uma luz quente suave (não são tão amarelas) e são bem bonitinhas! Foi a parte mais cara do projeto todo, cada uma custou uns R$25, mas fiquei tão feliz com elas que até relevei. Não tinha muito como economizar nessa parte também, né?

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Umas semanas depois, criamos coragem e fizemos a outra luminária, com o que aprendemos nessa primeira. O mesmo fio, a canopla de spot (dessa vez sem furos) e o soquete liso pintados de amarelo. Já sabíamos que essa parte da sala seria mais simples, com um fio só, mas a ideia de fazer esses dois loops no teto veio depois, olhando pro fio. Como ele não queria parar quieto assim acabei usando dois grampos de roupa amarelo, mas juro que são provisórios, rs! É que trabalhar com fio, especialmente esses mais grossos, nem sempre é muito fácil, né?

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Mais um decoglobo da Philips e voilá! Nada mais de filetes de vidro e lustres retrô por aqui, rs. O resultado final dá pra ver no post com fotos da decor da sala.

* Sobre as luminárias antigas, elas foram cuidadosamente desmontadas e guardadas em uma caixa na dispensa. O Ap é alugado e precisamos ter o cuidado de devolver ele da mesma forma que alugamos… 😉

Gato: #LeopoldoFacts 2

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Prontos pra mais uma sequência de fatos do Leopoldo, o gatinho bicolor que eu e o Rafael adotamos? Ele chegou no Ap dia 18 de julho, mais de 2 meses atrás… Mesmo assim, o único post sobre ele foi publicado no dia 5 de agosto, ou seja temos muitas histórias (e fotos!) pra compartilhar dos últimos 45 dias dessa aventura!

Vou continuar a lista que comecei no primeiro post, ok?

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#18 A Primeira Doença
Duas semanas depois da primeira vacina, super tranquila, acabamos tendo que voltar com o Leopoldo no veterinário, dessa vez numa emergência.

Comecei a perceber que ele tava estranho no domingo à tarde: capotou na cama e tava levemente quentinho e meio amuado. Achamos que só estava cansado, mas daí ele recusou comida. Na segunda-feira, ficou muito mais quente, tremendo, e desconfiei que era febre! Corremos pra clínica e não deu outra. Ah, ele tava espirrando também. Comentei com a veterinária e ela deu o diagnóstico: gripe felina!

Uma injeção de antitérmico depois, voltamos pra casa com o pequeno e dois suplementos vitamínicos. A febre baixou, o bicho correu, pulou, comeu. E a febre voltou. Parece que essas coisas são normais em filhote, e sim, o Leopoldo ainda é um bebê-gatinho.

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#19 Hemograma
Na terça-feira, ele voltou no veterinário pra tirar sangue e fazer um hemograma. Tomou mais uma injeção de antitérmico, continuou nos suplementos, e foi melhorando – o apetite tava meio chato mas uns dias depois voltou ao normal. Nós ficamos com o coração na mão mais uma vez de ver o gato doente, mas pelo menos ele melhorou e não deu nada no hemograma.

#20 Arranhador?!?
Logo ele estava comendo e correndo de novo e pior, resolveu arranhar o box baú caro da minha melhor cama do mundo. Sempre que ele faz isso, coloco pra fora, mas não sei se vai funcionar pra ele parar.

#21 Banho de Sol
Ele adora tomar banho de sol na janela do quarto e na cama – nessa época do ano, o único lugar que bate sol diretamente é o quarto, e é ali que ele faz questão de ficar. Inclusive pedindo pra gente abrir as cortinas de manhã.

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#22 Brinquedos Caros
Compramos dois brinquedos importados caros – uma vareta com uma cordinha e um rato de brinquedo na ponta, que faz um barulho de rato de verdade, e uma bolinha com um ratinho dentro, com o mesmo barulho. A vareta ele curtiu um monte, brincou e pulou até cansar. A bolinha ele ignorou completamente.

#23 Elásticos de Cabelo
Atualmente, o brinquedo favorito dele são mesmo os meus elásticos de cabelo. Ele encontra eles pela casa, joga no chão e fica horas esticando, pulando, puxando, correndo com eles na boca pra lá e pra cá. Sim, a gente compra brinquedos caros, os ratinhos continuam espalhados pela casa, mas ele só quer saber mesmo dos elásticos de cabelo.

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#24 Graminha de Gato
Além dos elásticos, outra coisa que ele curtiu muito foi esse vaso com graminha de gato – compramos as sementes, plantamos e cresceu super rápido! Dizem que faz bem pro sistema digestivo dos bichinhos.

#25 Varanda
Ah, também terminaram a reforma do telhado do prédio e conseguimos colocar a tela de proteção, super necessária pra quem faz questão de manter os gatinhos seguros em casa, então agora ele tem acesso liberado pra varanda e passa horas ali olhando os passarinhos  no telhado!

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#26 Hábitos
Se a gente fica muito tempo fora de casa, percebemos que ele fica a maior parte do tempo dormindo. Se antes ele se escondia embaixo dos móveis, agora faz questão de dormir em cima do sofá, olhando pra porta.

Se estamos em casa, ele faz força pra ficar acordado e fazendo companhia pra gente. Quem diria que gatos poderiam ser tão companheiros? Eu não sabia e me surpreendo a cada dia com as demonstrações de carinho!

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#27 Coleira
A gente bem que tentou, mas ele não aceitou usar coleira de jeito nenhum…  então deixamos assim mesmo. Já que ele não tem acesso à rua e fica bem tranquilo em casa, não é tão necessário.

#28 YouTube
No YouTube tem um monte de vídeos feitos especialmente pra gatos – é só procurar lá que tem vários tipos.  Já testamos muitos, e embora ele fique bastante entretido nos que tem passarinhos, não tá nem aí pros de aquários, esquilos e outros bichos.

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#29 Vacinas
Semana passada voltou pro veterinário pra tomar o segundo reforço das vacinas. Estamos esperando a terceira rodada e a anti-rábica pra agendar a castração. Embora tecnicamente ele já possa ser castrado, a veterinária sugeriu esperar um pouco pra ele “amadurecer” – e evitar problemas urinários no futuro. Como não temos problemas de xixi fora da caixa  e ele realmente não tem acesso a rua nem convive com outros gatos, podemos esperar mais um pouco.

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#30 Durapet Bowl
Além dos brinquedos caros, compramos esses potinhos pra ração e água na Rei dos Animais. Eles também não foram baratos, mas o Leopoldo estava usando uns provisórios bem pequenos e está visivelmente crescendo, então precisávamos de modelos que coubessem mais ração. Esses são de aço inox, tem o fundo emborrachado e o quadrado, que usamos pra ração, tem uma das bordas mais baixinhas! Como são pesadinhos, evitam que ele vire enquanto brinca. Usamos o redondo mais fundo pra água – ele toma bastante – o quadrado pra ração seca e o redondo menor e mais baixinho pro sachet de ração.

#31 Alimentação
Conseguimos chegar num equilíbrio bem bacana pra alimentação dele: deixamos a ração seca sempre disponível pra comer quando tiver fome, e todo dia no mesmo horário servimos meio sachet da Royal Canin pra filhotes (Kitten Instinctive). Guardamos a outra metade num potinho na geladeira pra servir no dia seguinte, e tem dado super certo por enquanto.

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#32 Garras
Ontem eu consegui, pela primeira vez, cortar as unhas do gato! A veterinária tinha cortado na primeira visita, a gente comprou uma tesoura específica pra isso mas ele nunca deixava alguém mexer. Ontem enquanto ele dormia, consegui finalmente dar um jeito…

#33 Bagunça
Gatos dormem um monte. E são tranquilos boa parte do tempo também, mas volta e meia o Leopoldo fica agitado – parece um Gremlin alimentado depois da meia noite. Corre, pula, arranha, eriça os pêlos e fica andando de ladinho ou nas duas patas da frente, ou dando uns pulos. Eu acho bem engraçado, mas tem dias que meio que enche o saco, porque ele geralmente entra nesse modo depois da meia noite ou às 6h da manhã. E sim, a gente desistiu de tentar deixar ele dormindo sozinho sala faz um tempinho já… Então ele fica pulando na cama até eu ou o Rafael colocarmos ele pra fora.

#34 Cone
O Leopoldo também tem um arranhador! Compramos um cone e forramos ele com corda de sisal. Ainda precisamos refazer pro acabamento ficar certinho, mas no fim das contas fica mais barato e legal que comprar aqueles prontos que eu acho horrendos… pelo menos os menores.

Ainda temos vontade de executar algum projeto DIY e fazer um mais bacaninha, mas financeiramente falando, tá inviável agora… 😉 Quem sabe quando ele ficar maiorzinho? =)

Gato: Apresentando o Leopoldo!

#adotamos um gatinho

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Faz quase 3 semanas que o Leopoldo chegou aqui em casa, dia 18 de julho, nos braços de uma amiga. Depois de uns anos pensando, adiando e planejando, finalmente adotamos um bichinho!

Antes de trazer um filhote pra casa, chegamos a rodar feiras de adoção pela cidade e até visitamos a Sociedade Protetora dos Animais atrás de um gato jovem-adulto, macho, que já viesse castrado e saudável. Acredita que bem no fim de semana que resolvemos fazer isso, a maioria deles estavam sem gatos para adoção? Pensamos um pouco, amadurecemos a ideia, telamos o apartamento inteiro e aceitamos o filhote de coração aberto!

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Mas não dá pra esconder: o começo foi bem pior do que estávamos esperando. O gato passou os primeiros dias enfiado na toca, sem muita interação e sem querer comer… afinal, ele veio de um lar temporário, onde estava com a mãe e os irmãos, e de uma hora pra outra o trouxeram pra cá, sozinho, com esse dois malucos que não tinham ideia do que fazer com um filhote felino de dois meses e meio. Foi de partir o coração ver ele tão assustado.

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Mas daí a gente foi conquistando ele, e ele nos conquistou, de uma maneira muito bonita. Comemoramos cada avanço nessa relação: a primeira vez que ele usou a areia, o primeiro pratinho de Fancy Feast (ele não curte Whiskas Sachet, não tem jeito), a primeira vez que saiu da toca por conta própria, o primeiro dia inteiro sozinho quando fomos pra Brusque pro aniversário do meu pai (super tranquilo), a primeira visita ao veterinário pra tomar vacinas…

Foram 3 semanas cheias de desafios, mas acho que a gente ganhou. Agora o Leopoldo brinca a madrugada inteira, dorme no colo, no sofá, ama um carinho, dá beijinho de nariz e adora ficar perto da gente. Enquanto escrevo esse post, ele tá ali todo fofo e lindo dormindo no sofá. Impossível não se apaixonar por esse filhote de gato maluco, que tornou a nossa vida muito mais divertida.

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Pretendo postar alguns fatos do Leopoldo aqui no blog daqui pra frente, sempre que for conveniente. Ele ainda é só um bebê, mas já deu pra perceber ele crescendo nessas 3 semanas. É só uma questão de tempo pra ele virar um gatão, mas vamos lá…

#LeopoldoFacts

#1 – Eu e o Rafal somos dois bobos olhando quando ele começa a pular pra lá e pra cá na ponta dos dedos, no modo gato-maluco, geralmente com um ratinhos de brinquedo nas patas ou na boca.

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#2 – É muito engraçado assistí-lo brincando pela sala. Às vezes, ele se desequilibra e cai, levando um super susto (sempre de alturas pequenas, já que ele é bem medroso).

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#3 – Até agora, já compramos 5 desses ratinhos – todos estão desaparecidos no momento em que escrevo esse post. Os favoritos são os coloridos com penas e chocalho.

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#4 – A ração que ele mais curtiu foram os sachets da Royal Canin pra filhotes. Ele fica tão tão louco que quase come o pote junto. Mas ele também fica de boa com a ração seca (estamos dando a Golden para filhotes) e gosta do Fancy Feast de Salmão.

#5 – Toma muita, muita água, sempre que tem sede, direto no potinho. Sem frescuras.

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#6 – Assiste TV e fica louquinho com o mouse correndo na tela do computador.

#7 – Ama sentar no teclado quando a gente tá trabalhando (como todo gato), mas ainda não pira nem um pouco com caixas.

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#8 – Ronrona MUITO alto, sempre que ganha carinho.

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#9 – Miou bastante durante a segunda e a terceira noite. Agora ele é praticamente mudo, só mia quando quer brincar de esconde-esconde (se enfia em algum lugar e se a gente não dá bola mia esporadicamente pra chamar a atenção).

#10 – Quase não solta pêlos.

#11 – Escuta os vizinhos subindo as escadas do prédio e fica olhando pra porta, esperando alguém entrar.

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#12 – Usa a areia de boa, mas fica mais feliz quando colocamos sílica na caixa (gruda menos nas patas).

#13 – Ainda não sabe lidar com as visitas, fica escondido quando vem alguém em casa e não sai de lá de jeito nenhum.

#14 – Clínica veterinária da primeira consulta: Maison Chien, na Itupava (escolhemos por ser perto de casa e 24h, o que pode ser útil em caso de emergências). O atendimento foi muito, muito bom, ele ficou super calmo e tomou vacina sem nenhum drama.

#15 – Melhor pet shop pra comprar brinquedos e ração até o momento: Rei dos Animais, no comecinho da XV de Novembro, perto do pontilhão da Nossa Senhora da Luz.

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#16 – O aquecedor elétrico (a óleo) ajudou muito a quebrar o gelo e tirar o filhote da toca nos primeiros dias. Deixamos ligado numa temperatura morna (pra ele não se machucar) e a combinação de calor + barulhinho fez com que ele se sentisse mais à vontade e dormisse melhor. Foi o primeiro amor dele aqui em casa, haha.

#17 – Estamos perdidamente apaixonados.

Café: Minhas Cápsulas Favoritas da Nespresso

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Quando o assunto é café, acho que podemos dizer que vivemos bem cima do muro aqui no Ap. Apesar de não sermos muito fãs de coisas gourmet no geral, acabamos com 2 máquinas de café em casa, e uma delas é sim uma Nespresso (a Essenza).

A Dolce Gusto chegou primeiro, e cumpriu bem o papel dela até o dia que começamos a usar a Nespresso do meu pai em Brusque e sofrer com a vontade de ter uma também! Aí veio a Black Friday do Submarino e compramos a nossa por R$199! Ainda usamos bastante a Dolce Gusto pras bebidas com leite e geladas, especialmente agora no inverno, mas definitivamente não é dela que eu vou falar nesse post!

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Pra quem gosta de café de verdade, não dá nem pra comparar a Dolce Gusto com a Nespresso. Mesmo que você não goste de café forte, as cápsulas mais suaves da Nespresso são incrivelmente melhores que a maior parte dos espressos que você  vai tomar em qualquer lugar. E isso pode se tornar um problemão.

Outro dia a gente foi até lá na loja do Shopping Barigui reabastecer nosso estoque de cápsulas e aproveitei pra fotografar as minhas favoritas!

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Acabou de comprar uma Nespresso e quer explorar o delicioso mundo dos diferentes sabores de café? Esse é o kit básico, na minha modesta opinião! E sim, você vai notar a diferença entre cada um deles mesmo que não seja um expert. Quando se der conta vai estar até harmonizando sabores e aromas com os acompanhamentos, rs.

O Cosi (Intensidade 3), o Volluto e o Dulsão do Brasil  (Intensidade 4) são bem suaves. A diferença entre eles é que o Cosi tem um leve toque cítrico (de limão!), o Volluto é mais amanteigado e o Dulsão é bem leve e “adocicado” (não é nem um pouco amargo)… Aliás, é o meu preferido de todos!

O Rosabaya de Colombia (Intensidade 6) e o Roma (Intensidade 8) são mais intensos, ou seja, bons pra tomar pela manhã ou acompanhando um doce bem doce! Segundo a descrição do site da Nespresso, o Rosabaya tem aroma de frutas vermelhas e o Roma tem sabor amadeirado!

Não sou muito boa de perceber essas referências, apesar de notar a diferença…  já provei quase todos os sabores (aqui e na casa do meu pai!) e esses viraram os que acabo comprando sempre! Ah, eu só tomo café sem açúcar e mesmo os indicados como “espresso”, acabo preferindo “longos”.

O Rafael curte tomar café bem curto, e é fã dos mais intensos (o Darkhan e o Kaazar, que tem intensidade 11 e 12 respectivamente), mas pra compensar, ele coloca bastante açúcar! =p

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Comparando as cápsulas da Nespresso com da Dolce Gusto, dá pra ver que elas são bem diferentes e mais bonitinhas, né? Sobre o preço, uma caixa do Cosi, Volluto ou Roma custa R$15 por 10 cápsulas. O Rosabaya e o Dulsão são mais caros e custam R$19 o sleeve, por serem Pure Origin. Só dá pra comprar Nespresso online ou na loja (aqui em Curitiba fica lá no Barigui!) e esses preços são fixos.

Já o preço da Dolce Gusto varia bastante, quase todo supermercado tem as caixinhas pra vender, mas a gente procura sempre comprar em promoção. Geralmente pagamos entre R$17 e R$19 a caixinha com 16 cápsulas! Mas já vi por aí por até R$28… No caso do capuccino e de outras variedades que precisam de 2 cápsulas dá uns R$2,30 por café… ou R$1,20 se você pegar os cafés como o Espresso Barista, que é o melhor café “puro” disponível pra Dolce Gusto (é uma cápsula só). Ou seja, por 30 centavos a mais por cápsula já dá pra tomar café de verdade na Nespresso.

A grande diferença entre a Nespresso e a Dolce Gusto (e outras máquinas monodose), pra quem gosta de café, é que a Nespresso é realmente uma máquina de café espresso, e as cápsulas tem café de ótima qualidade, com a extração feita com pressão mais alta que a maioria das máquinas de café espresso caseiras, inclusive. Algumas cápsulas de Dolce Gusto tem café solúvel, mas mesmo quando tem café de verdade a qualidade é bem diferente, tanto que eu preciso colocar açúcar pra tomar! 😉

Já pensamos bastante sobre ter uma máquina tradicional de espressos em casa também, mas uma terceira máquina seria um super exagero… e meu pai tem uma Gaggia que acabou abandonada depois da Nespresso! Essas cápsulas tornam tudo bem mais prático e os cafés realmente são muito bons. <3

Decor: A sala do Ap21G

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Desde que projetamos esse blog, a ideia era mostrar muito mais do que os meus looks do dia. Depois de mais de 6 anos morando juntos, temos bastante coisa “de casa” pra compartilhar, mas organizar isso dá um mega trabalhão!

A sala aqui de casa, por exemplo, é um dos meus cômodos favoritos, mas tá sempre tão “usada” que fica difícil bater fotos com ela organizada! Basicamente, até tenho uma mesa de trabalho no quarto-closet (o maior quarto do apê que a gente mora tinha dois armários grandes embutidos, por isso virou closet, mas usei uma das paredes pra minha mesa!), e o Rafael tem o escritório dele em outro quarto menor da casa, mas a gente curte mesmo é trabalhar juntos nessa mesa das fotos (geralmente com a TV ligada e a lareira acesa!).

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Aproveitei que a diarista passou por aqui ontem pra bater essas fotos nesse momento de calma! Rs. Algumas foram feitas à noite, e outras hoje de manhã, pra testar a iluminação. Como não tenho uma lente wide decente pra esse tipo de foto, tive que usar a 18-135mm, o que faz com que tudo fique meio escuro. =p Mas acho que dá pra sentir o clima, né?

Sobre os móveis, mesa, cadeiras, aparador e cristaleiras (que viraram bibliotecas) foram comprados uns 3 anos atrás na Feistock em São Bento do Sul e são nossos xodós. O sofá e o rack da TV vieram da Tok&Stok, e a mesinha das cafeteiras forrada de gibi é antiga, do Rafael, e a gente tratou de “reformar”. Vale dizer que nenhuma dessas coisas foram compradas pra esse apê, já que a gente ainda nem morava aqui na época!

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Outros detalhes: tapete, capas de almofada e a manta do sofá vieram de Leroy Merlin, e também foram garimpados aos poucos! A cortina e o varão são da Tok&Stok (antes da gente mudar pra cá, ficavam no quarto do antigo apê!) e o abajur é da Etna. As luminárias do teto com lâmpadas expostas foram feitas pela gente… qualquer dia rola um tutorial! Esses grampinhos ali são meio xunxo já que o fio não quer ficar no lugar…

Processed with VSCOcam with f2 preset

Processed with VSCOcam with f2 presetOs quadros da parede também são xodó! Do lado da porta da varanda, um pôster especial feito pro lançamento do Star Trek Into Darkness no IMAX. Essa moldura era um quadro meio genérico comprado com 70% de desconto na Tok&Stok, mas a gente resolveu substituir por esse que ~brilha no escuro e tem a Enterprise~!

Na outra parede, pôster da exposição do Cartier-Bresson no MoMa e serigrafia feita pelo Dan Grezca (numerada!) pra turnê do Murder By Death – os dois vieram na mala quando fui pra NY em 2010 e mandei emoldurar tempos depois. Prefiro assim do que pôsteres genéricos, esses tem tudo a ver com a gente! 😉

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Olha a nossa hortinha linda ali na varanda! Posso dizer que é parte da decor também?

Ainda temos uns projetos pra executar nessa sala, sonhamos em trocar esse sofá por um em L mais confortável, ter uma mesinha de centro amarela, uma estante suspensa em cima da TV com plantinhas, uma parede cinza e mais umas coisas, mas eu fico bem feliz de olhar essas fotos e ver que esse apartamento cada vez mais tem a nossa cara. Não sou muito fã daqueles móveis sob medida, e no fim das contas é aí que fico a maior parte dos meus dias de home officer.