Outfit: Rollin’ and Tumblin’

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Menos de duas semanas enrolando pra postar e o look fica completamente desatualizado, ou seja, sejam bem vindos a nossa maravilhosa Curitiba e o seu clima maluco!

No domingo “eleitoral“, tava fazendo uns 10 graus e usei jeans, tênis e tricot pra sair de casa rapidinho e resolver minhas pendências cívicas. No fim de semana seguinte (sábado passado) fez um calorão de mais de 30 graus e nem fotografei look nenhum por que eu só queria derreter e sumir!

Saímos pra almoçar na feirinha gastronômica do Juvevê e de lá a gente foi andando pro centro, tudo debaixo daquele super sol, quem merece? Minha pressão caiu várias vezes durante o passeio! A gente gosta bastante de fazer as coisas andando quando tem tempo livre, mas debaixo do sol é tenso, por isso, torço pra que Curitiba volte a ser Curitiba logo e dê pra sair na rua de boa de novo. Xô, calor. #mimimi

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Esse tênis da Santa Lolla nunca apareceu aqui antes, o que é quase um milagre já que usei bastante desde que comprei na Black Friday do ano passado com 50% de desconto! Ele é daqueles super confortáveis, ou seja, uma opção bem interessante exatamente pra esses passeios a pé!

O tricot também foi comprado numa liquidação, do inverno da Renner do ano passado. Ele é bem fofinho e volumoso e eu prefiro usar assim, de trás pra frente (ou seja, com o decote “v” nas costas), pra ele ficar mais fechadinho na frente. Blusas muito decotadas não favorecem o equilíbrio visual do meu corpo, não sei explicar direito o que acontece, mas basicamente, alongam demais o pescoço e me deixa mais corcunda e sem queixo do que já sou. =p Prefiro quando a gola fica assim, mais horizontal, e adoro esses truques que mudam completamente a roupa!

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O jeans azulzinho é da Zara, o cinto é WJ, a bolsa é a Satchel Mini da Adô Atelier e o óculos escuro é da Renner. Como tava com esse look quase básico, aproveitei pra tentar sair com batom mais escuro de boa (era só uma voltinha rápida, no fim das contas), mas não tem jeito, estranhei bastante nas fotos! Comprei o Cabernet da Eudora e juro que tô me esforçando pra não deixar ele muito abandonado, rs…

E pra não perder o costume, a música que batizou o post! Tô mega viciada nesse CD do Gaslight Anthem <3 <3 <3

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=iy8hLP3SFkk?rel=0]

So what you wanna say is my head is a hurricane
Well l-l-l-let me sleep on that, uh huh, alright.
You say I’m hopelessly devoted to misery
Well I don’t wanna be so devoted no more, aw yeah

And all of my friends wanna get into heaven
And all I keep thinkin’ is “I wish you were here”
I heard that they been callin’ me “The Great Depression”
Rollin’ and tumblin’, breakin’ my own heart again

Outfit: Don’t mess with me!

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Adivinha quem acabou realizando um daqueles desejos da wishlist já na sequência do post? Não, gente, ainda não é o meu sonhado Macbook novo… esse post tá sendo escrito no meu amado velho guerreiro! Nem a lente que tô cobiçando muito.. Aliás, preciso transformar aquela imagem da wishlist em papel de parede do celular, rs, tá f*da manter o foco! 😉

O que eu comprei e já usei muito foi o tênis da Adidas novo! Tava muito na dúvida se comprava um Star preto ou algum outro modelo com uma cara mais esportiva, mas foi provar esse Top Ten de cano alto um dia desses que a decisão estava tomada, rs! 😉

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Quem me conhece um pouquinho sabe que sou a louca dos tênis bacanas, e não falo isso da boca pra fora. Uso bastante no dia a dia… e gosto especialmente dos que tem cano alto! Ano passado comprei esse modelo com estampa de oncinha e tachinhas na Black Friday da Santa Lolla e menos de um ano depois a sola já está super gasta! Fico triste e feliz ao mesmo tempo, como ele não é tão frágil assim, é sinal que eu usei muito, então valeu cada centavo… o que é uma ótimo motivo pra adquirir um novo, rs! Não que eu vá me desfazer do antigo, só queria um novo pra não ter que aposentar ele tão rápido, sabe?

Esse Top Ten é bem confortável e versátil, tem vários detalhes que eu amo, como as listras envernizadas, o detalhe em animal print e essa língua um pouco maior com o símbolo da linha Originals! Ah, e o fato dele não ter detalhes metalizados – ou seja, combina tanto com dourado como prata – também é super conveniente!

Passei a semana passada inteira trabalhando em SP e só levei ele comigo de sapato fechado… e deu certo com todos os looks! 😉

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Apesar de trabalhar em casa, tem dias que dá vontade de sair de casa mais arrumadinha, né? Mas sem abrir mão do conforto! Nesse dia, a gente ia só almoçar no Tartaruga aqui perto… Pra isso, legging com detalhe que imita couro (antiga, da TopShop) e camisa da Pool/Riachuelo mais comprida e larguinha, no estilo daquelas famosas da Equipment, com jaqueta (Maria Filó pra C&A) e o tênis! Ah, a bolsa é a Satchel Mini Framboesa da Adô (clica pra ver o que eu falei dela no post sobre bolsas pequenas!), e o óculos é o Nina da Hang Loose que eu uso sempre.

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Apesar de simples e confortável, esse é o tipo de look que me deixa super feliz de ver por aqui! <3

E como sempre, a música que inspirou o título do post, dessa vez com a Brody maravilhosa:

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=XE2051n3O-I?rel=0&w=600&h=338]

“I got the feeling I can break out of anything that is standing in my way”

Outfit: No Oath, No Spell

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Ain, tô apaixonada por essas fotos! Fazia tempo que não curtia tanto publicar um post… achei inclusive que ficaram tão legais que vou até assumir minha pele ao natural mesmo, pelo menos uma vez no blog! <3

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Sempre falei que tenho o rosto bem zoado, e a verdade é que a idade não ajuda em nada, rs. 28 quase 29 anos, acne,  cicatrizes, cravos, algumas sardas, rugas (ainda) superficiais, olheiras, bolsas… enfim, sou uma pessoa normal, né? Já fui em dermato que quis me dar roacutan na primeira consulta, numa das minhas fases mais críticas, mas superei essa fase e hoje boa parte das minhas manchas ficam bem disfarçadas com maquiagem e um pouco de photoshop ou facetune nas fotos (não dessa vez).

Consegui controlar a acne e os cravos mudando de hábitos mesmo: troco a fronha do travesseiro pelo menos duas vezes por semana, só uso papel toalha pra enxugar o rosto e sempre tiro a maquiagem antes de dormir. Acabei descobrindo os produtos que funcionam e não funcionam em mim (aquelas que ajudam e as que só pioram a situação) e tento me manter fiel, principalmente ao pó de acabamento que é sempre o ponto mais crítico. O Duo Mat da Make Up Forever meio que mudou a minha vida. Com exceção da maquiagem, todo o meu “tratamento” é caseiro, com itens de farmácia, mas quem me conheceu uns anos atrás vai perceber uma boa melhora na situação.

Pra completar, essa é a sobrancelha que me restou.  Quando fui adolescente, a moda era usar ela bem bem fina, e eu ainda coloquei um piercing horizontal em cima. Acho que o canto externo já era pra ser zoado naturalmente, mas consegui piorar tudo. Tem uma profissional ótima que faz design de sobrancelhas no salão aqui perto de casa e ela consegue dar um jeito, mas não costumo ficar indo ali toda semana se não tiver algum compromisso “importante” – R$30 é bastante dinheiro na minha fase atual.  Depois de mais de um mês longe, é assim que ela fica… #mejulguem

Acabei fazendo uma pele bem leve nesse dia, e só caprichei mais no lápis em torno dos olhos e no rímel. Mesmo assim, curti demais o resultado! Meu cabelo estava recém tingido, também com tinta de farmácia, e num tom que eu adoro… sequei e dei aquela ajeitadinha esperta com o babyliss (comentei sobre isso no post dos gadgets capilares), tô usando bastante ultimamente, e usei esse casaco oversized amarelo que minha mãe comprou em Gramado, que além de muito quentinho é lindo demais! Tava sonhando com um casaco pesado colorido faz tempo.

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Nesse passeio, domingo passado, a ideia nem era bater foto do look, saímos pra arejar um pouco (era aniversário do Rafael) e testar a Go Pro que peguei emprestada do meu pai! Fomos lá no Bosque Alemão, parque que tem uma vista bem bacana pra isso, e deixei o Rafael a vontade pra fotografar o que ele quisesse com a T2i enquanto me divertia, hehe.

Pra combinar com o casaco, usei essa blusa listrada com manga 3/4 da Zara (tenho faz anos!) e saia de cintura alta super antiga também (comprei quando ainda morava em Londrina), com cinto da C&A (couro + tachas). Meia calça Lupo, bota de montaria Zeket, colarzinho de âncora da Luigi Bertoli e bolsa pequena Marc by Marc Jacobs (comprada na Special Items em 2010).

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Sobre o Bosque: não estávamos muito afim de descer as escadas e fazer a trilha, então ficamos só nessa parte mais alta, que tem a lanchonete/confeitaria… tava super lotado, especialmente pra um domingo gelado e cinzento (acho que dá pra reparar a quantidade de gente nas fotos)! Não foi a primeira vez que fomos até lá, no meu blog antigo tinha até um outro post com fotos nesse mesmo lugar (quero ver se resgato esse arquivo). É uma das paradas da famosa Linha Turismo e por isso é mais conhecido e popular… tá longe de ser dos meus parques favoritos, rs! Mesmo assim as fotos da Go Pro ficaram super legais.

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Pra não perder o hábito, essa é a música que inspirou o título desse post:

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=mYwazp3Rl_8]

Oh, grief, are you as me?
Left some teeth buried in your enemies
We won’t be broken
Theres no curse we haven’t spoken
There is no oath, there is no spell
To deliver us, so help

Cut me loose, I wish you well
No oath, no spell…
No prayer & no hell but the one we made.

Outfit: Please pick a color for your checklist

 #como usar bota over-the-knee

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Tá bom gente, minha bota da Bottero é mais on-the-knee do que over-the-knee, mas o que vale é a intenção! Eu tenho uma bota de montaria “normal” da Zeket que tem o cano bem mais curto do que essa e não tenho culpa que as minhas pernas são compridas (#sóquenão!). Mas sabe… amo ela mesmo assim, e acho que esse é um dos jeitos mais legais de usar esse modelo de bota, que além de lindo é super quentinho, já que o cano mais longo protege bem as pernas do frio!

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Postei outro look com ela aqui, por sinal usando o mesmo shorts! Admito que no dia a dia, por conta da preguiça, acabo combinando mais com legging preta e tricot ou moletom oversized mesmo… é o tipo de look que é bem o meu tipinho, mas pra quem não curte arriscar, #ficadica. Não preciso dizer que nesses casos, a bota pesadona dá uma cara diferente pra um look que poderia ser super normal, né? Odeio cagação de regra tipo “você tem que ter” isso no seu guarda-roupa (cada um sabe o que tem que ter no seu), mas pra mim, foi uma ótima aquisição! ;D

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A jaqueta jeans e a camiseta cinza mescla com estampa Marvel também são compras recentes, da coleção de inverno da Renner! Tá, a camiseta é masculina (muito amor por achar coisas legais em outras sessões da loja), e eu já usei muito! Comprei essa antes daquela dos X-Men e tive que me controlar pra não comprar todas as outras camisetas com estampa de super-heróis  que achei por lá! Minha combinação favorita até agora foi com um blazer verde da Zara (que tá nesse look), qualquer hora fotografo só pra mostrar aqui! 😉

A jaqueta jeans era um desejo antigo que foi crescendo e comecei a sentir muita falta de ter uma… sabe como é, vivi uma parte da minha adolescência nos anos 90 (#velha) e quando tava no colégio, tinha uma jaqueta xodó, super oversized, que me acompanhou durante uns não-tão-bons anos! Depois acabei desapegando e agora tava aqui querendo de novo. Demorei um pouco pra encontrar uma que eu gostasse de verdade! Na própria Renner tinham vários modelos diferentes, mas eu gostei mesmo da lavagem e da cor dessa da Marfinno (um azul não muito claro, nem muito escuro, com umas manchas e desgastes estratégicos mas nada muito over). Ah, e até os botões são bonitinhos. Sou bem chata com essas coisas.

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A bolsa é a Clá da Adô, o short é Carina Duek pra C&A, a meia-calça é uma fio 50 da Lupo que tem mais lycra e é mais confortável que a fio 40 opaca de sempre, e o óculos escuro é da Renner!

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E essa é a música que inspirou o título desse post:

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=IH6proQ8XhQ]

How can we ask for a blanket and a habitat?
How can we ask for a place we can imagine at?
How can we ask for the brightest cities every night? (midnight)

* Fotos feitas no Alto da XV / Hugo Lange em Curitiba numa tarde de sábado no comecinho de julho.

Outfit: Easy/Lucky/Free

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Sabe aqueles dias que você acorda com uma vontade louca de experimentar alguma combinação diferente, ou resgatar aquela peça esquecida no guarda-roupa? Foi mais ou menos assim que surgiu esse look!

Comprei essa legging estampada na Marisa pensando em um uso bem específico: passeios charmosos de bicicleta pela cidade. O tecido é molinho e gostoso, o preço era bom, e ela não é nem um pouco transparente… mas eu raramente sou adepta de estampas chamativas! Resultado: acabou semi largada, junto com o wedge sneaker da Arezzo de dois invernos atrás. Nunca mais saímos pra andar de bicicleta

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Resolvi dar uma chance e usar os dois juntos… e já que estava ousada pros meus padrões, coloquei a camiseta estampada da sessão masculina da Renner pra completar! Comprei essa dos X-Men e uma de malha cinza-mescla dos Avengers por R$39,90 cada e tenho usado bastante, qualquer hora libero o post com as fotos da outra aqui.

O casaco preto também é da Renner – anos atrás tive um modelo bem parecido, só que  C&A… usei até abrir buraco! Quando encontrei esse foi impossível largar ele nas araras – e a bolsa preta é a bucket mini, temporariamente aposentada por conta das outras duas bolsas da Adô que comprei esses dias! Usei tanto essa… mas o tamanho é ótimo e ela é muito prática!

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Bom, acho que nem preciso falar que tá longe de ser um dos meus looks favoritos, né? A Ingrid, que trabalhou comigo na Infracommerce aqui em Curitiba ano passado, postou esses dias um look com a mesma calça, que achei que funcionou bem melhor que o meu. =p O único problema é que nunca – jamais – vou usar legging sem ser com uma camiseta mais comprida na parte de cima. Não interessa se ela é ou não transparente, se tem cintura alta, whatever…  legging pra mim vai ser sempre legging, ou seja, não é calça. =)

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*Fotos batidas em junho de 2014 na atual sede da Fundação Cultural de Curitiba, antiga fábrica da Matte Leão, no Rebouças.

E essa foi a música que inspirou o título desse post:

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=RozuwUlX7MI]
I never really dreamed of heaven much
Until we put him in the ground
But it’s all I’m doing now
Listening for patterns in the sound
Of an endless static sea

Outfit: Time Lapse Lifeline


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Estamos no comecinho “oficial” do inverno, com um clima supercinzento e um tantinho gelado, mas a Curitiba está cheia de flores! Acho que rola toda uma confusão climática nessas plantas de países frios que tem espalhadas por aqui – como nosso inverno é moderado, elas ficam louquinhas e imaginam que já estamos no começo da primavera. Será?

Em 2010, quando fui pra Nova York, visitei o Jardim Botânico do Brooklyn (pra comemorar, resgastei o post original \m/ daquela época), e ele estava cheinho de flores de cerejeira. Foi lindo, completamente apaixonante… mas era abril, ou seja, começo da primavera no hemisfério norte! De qualquer maneira, aquele jardim me marcou um monte, tanto que as flores de cerejeira viraram uma das minhas espécies de flores favoritas.

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Não são lindas? As que florecem aqui são de uma espécie diferente das que vi em Nova York – descobri que existem mais de 300 tipos de árvores chamadas de cerejeira – algumas são conhecidas pela madeira nobre, outras pelos frutos. Elas precisam de frio para florecer, e no Japão, marcam o fim do inverno e o início da primavera, por isso são super festejadas e aguardadas.

As flores de cerejeira também são cheias de significado. O meu favorito? Como elas são belas, mas duram pouco, são uma metáfora pra efemeridade e pros ciclos da vida.

E já que estamos falando de Japão, fui até a Praça do Japão bater fotos e ver as cerejeiras, claro! Sim, ela também está cheia de árvores floridas. E com esse clima cinzento elas se destacam mais ainda na paisagem.

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Sobre o look: depois de estudar combinações em fotos por aí, fiquei querendo muito uma bota over the knee, mas não tive coragem de comprar nenhuma das que vi nas lojas em Curitiba, achei todas caras demais! Pra mim é meio absurdo pagar mais de R$400 numa bota que sei que vou destruir de tanto usar, rs. E mesmo que seja de couro e dure muitos invernos com os cuidados certos (levar no sapateiro, mandar hidratar, etc), não tinha tanto dinheiro assim pro “investimento”.

Daí aproveitei a ida pra Brusque pra tentar achar um modelo mais em conta (minha bota de montaria da Zeket foi comprada lá no inverno passado!), e acabei com esse modelo da Bottero, que é mais uma bota de montaria de cano longo do que uma over the knee propriamente dita! Não foi tão barata quanto eu queria, mas mesmo assim foi mais em conta do que as que vi por aqui. =x O salto é emborrachado, o que faz com que seja mais confortável de andar por horas do que a de montaria da Zeket, que tem salto de madeira. O couro dela também é bem molinho, o único drama é que nem sempre ela fica “fechadinha”, por ser aberta atrás do joelho.

Apesar de não ser tão básica (preta com salto é marrom e fivelas “ônix”), achei bem versátil e já usei bastante, por cima de legging e meia calça. Fica bem quentinho e protegido e ainda dá pra usar aquelas meias de neve da Decathlon que eu amo pra reforçar! Nesse dia, usei com uma meia-calça da Trifil que simula meia 7/8 e o shorts preto da segunda coleção da Carina Duek pra C&A. Com o casaco compridinho (tava na wishlist desse inverno e achei na Squalle), deu uma carinha mais sexy, rs. Não é muito a minha vibe, mas até que curti o resultado, achei que ficou bem “eu”. Por baixo, camiseta da Renner cinza mescla.

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Bati essas fotos no domingo passado e tive que sair meio correndo de casa pra almoçar – meus pais estavam na cidade e viajariam em seguida. Acabei perdendo a hora, por isso fui com os cabelos ao natural, o que é bem engraçado já que raramente saio de casa assim! Bom, agora dá pra entender o que eu digo quando falo que meu cabelo não é liso nem ondulado, né? Com o babyliss eu consigo modelar essa parte mais lisa de cima e dar uma forma mais definida, mas quando ele só seca, sem escova nem nada fica desse jeito. Também estava bem desbotado e com uma raiz castanho-acizentada enorme, mas acabei de dar um jeito nisso depois de uma longa indefinição! =p

O óculos é o da Renner que eu tenho usado direto e a bolsa é a Clá do Adô Atelier! Ela entrou em promoção e depois de usar a minha Bucket Bag Mini preta praticamente non-stop nos últimos 6 meses, decidi adquirir a Clá amarelinha e a Mini Satchel Framboesa de uma vez só (parceladas em 10x no PagSeguro, o que pra mim significa nenhuma bolsa nova até 2016, rs!). Tenho feito um esforço pra carregar cada vez menos peso quando saio por aí (minhas costas agradecem!) e essas bolsas pequenas e lindas são um ótimo incentivo! E ainda acrescentam cores nos meus looks quase sempre monocromáticos.

Como são super bem feitas, com materiais ótimos (couro, de novo!) e modelos bem atemporais (apesar do modelo retangular da Clá me lembrar bastante da Gucci Soho Disco Bag que tá na “moda”), vão durar bastante na minha mão. Tô preferindo investir nelas do que em bolsas da Renner que vão durar um ano e ir pro lixo, sabe?

Se preparem pra uma overdose delas por aqui! 😉

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A música que inspirou o título desse post:

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=qvFALSUopFE]

“Back it up, back it up – stop, fast-forward, rewind 
And watch the sun watch the moon taking turns in the same sky 
And you were dead as the leaves, now you’re new like the springtime 
Back it up, back it up – stop, fast-forward, rewind 
And once it’s done…”

Outfit: This fire grows higher

junho-shorts_e_meia_calca-3-post Acharam que eu iria abandonar o blog assim? Aproveitei que tivemos um tempinho no fim de semana pra fotografar esse look quentinho e bem curitibano! Usar shorts com meia-calça é marca registrada do inverno daqui, quando conseguir subir os looks do meu backup (tô tendo que fazer isso manualmente!) irão aparecer mais um monte deles.

Tenho esse shorts da coleção da PatBo para C&A faz um tempinho, mas admito que acabo usando pouco por não conseguir coordenar direito com o meu guarda-roupa! Ele é feito de couro fake e tem um corte meio boxer, (com aquele “v” invertido na lateral), mais esportivo, além de ser um pouco mais comprido atrás que na frente, mas ao mesmo tempo tem esses detalhes de miçanga e pérolas e o matelassê que deixam ele mais phyno.

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O tricot perfeito pra (finalmente) combinar com ele encontrei esses dias naquela Noela que tem em alguns shoppings aqui! Tava 60 reais, não é exatamente uma pechincha mas também não é absurdamente caro, né? Ele é bege e tem uns fiozinhos dourados no meio, o que dá um brilho bem discreto e orna com as pérolas do shorts! Como tava meio frio e pra variar não tinha nenhuma segunda pele branca lavada, tive que apelar pra camisa de manga longa branca da Renner por baixo, ela tem a gola reta e achei a sobreposição com a canoa do tricot ficou bacana, no fim das contas.

Coloquei o meu casaco preto (que já anda sozinho) por cima pra sair e combinei com o tênis da Keds todo preto também! Podia ter colocado uma botinha, mas acho que o Keds super combina com o modelo esportivo do shorts e no fim das contas é quase um oxford, só que ainda mais confortável. A bolsa é a bucket bag do Adô Atelier de sempre.

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As fotos foram feitas na região da Rua Riachuelo e nas escadas do prédio onde eu moro.
E essa é a música que inspirou o título do post:

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=qkk5wViJo-I]
And if you feel just like a tourist in the city you were born
Then it’s time to go
And define your destination
There’s so many different places to call home
Because when you find yourself the villain in the story you have written
It’s plain to see
That sometimes the best intentions are in need of redemptions
Would you agree?
If so please show me
This fire grows higher
When there’s a burning in your hear

Outfit: The Sun

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Mais um look que ficou guardado no cartão da câmera por mais tempo que o esperado! Pena que nem rola me empolgar muito, já que as últimas semanas foram bem agitadas e nem fizemos mais fotos… então por enquanto essas são as últimas mesmo! Vou tentar resgatar os arquivos mais recentes do Laços e Tachas enquanto não temos novas por aqui e andar com uns outros posts que tão parados.

Essa vida de home officer é cheia de altos e baixos, né? Tô tocando esse projeto e quase não saio de casa, e quando saio raramente me arrumo, já que é pra ir pro Pilates. Fico semanas sem usar um pingo de maquiagem na cara! O que no fim das contas é bom já que estou mais acostumada com a minha pele ao natural…

Daí fui duas semanas consecutivas pra São Paulo, pra participar de reuniões, mas sempre com vôos saindo às 6h da manhã (pra chegar lá cedinho e fazer o dia render!)… Fiz uns looks bem interessantes pra quem viaja só com bagagem de mão, mas não rolou nem bater foto de #aerolook. E agora o Rafael também tá dando aulas, então não tenho mais fotógrafo de plantão.

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No dia dessas fotos, o clima tava mais tranquilo que agora (gelou de vez!), e resolvi recriar um look que tinha usado uns dias antes pra ir no cinema pra bater fotos e dar uma voltinha no bairro. Mais uma vez, nenhuma dessas peças é novidade no meu guarda-roupa, mas desconfio que ainda não tenham aparecido em fotos!

O vestido lady like de oncinha é da TopShop, comprei em 2012 em SP e perdi a conta de quantos galhos ele quebrou desde então! Já usei pra ir na festa de fim de ano da firma, pra passar o Natal em família, pra sair na “náite” e até pra ir no cinema e passear por aí. Adoro essas peças super versáteis e qualquer coisa com animal print funciona assim pra mim.

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O resto do look foi todo preto com dourado… bolsa bucket mini Adô Atelier, cardigã Maria Filó para C&A, bota preta Zeket (procurei muito uma pra substituir a da Santa Lolla que eu tinha e tava super detonada, e no fim das contas minha mãe foi encontrar essa por um preço ótimo em Brusque), meia-calça mais grossinha Lupo e óculos da Renner.

E essa foi a música que inspirou o título desse post:

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=0-wmnbfNdN0]
It’s early and bright out
The sun swallowed me
I’m glad that you’re here with me
This is where I want to be
This is where I want to be
The sun swallowed me

Outfit: Uma tarde gelada em abril

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Como tá difícil encontrar um tempinho pra ajeitar tudo aqui! Achei que a minha vida ficaria mais tranquila depois que deixasse de ter um emprego fixo e não precisasse mais ir para o escritório todo dia, mas as últimas semanas foram bem tumultuadas… vamos ver se daqui pra frente elas finalmente se ajeitam.

Tô fazendo um freela interestadual e por conta disso as viagens ficaram mais frequentes e os dias mais cheios. E só pra deixar bem claro, não tô reclamando! Mas ainda estamos organizando a rotina e nos adaptando ao novo ritmo, e isso demanda tempo. Cada post publicado é uma aventura pra testar o layout, o tamanho de parágrafo e das imagens. Quero muito deixar o Ap21G com a nossa cara (e já que estamos falando dele, finalmente temos uma diarista bacana pra ajudar a colocar ordem na casa (física)! Calculem minha felicidade… <3).

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Mas vamos aos post! Como é engraçado rever essas fotos batidas em abril, no primeiro frio oficial do ano, em pleno um domingo que amanheceu com temperaturas de um dígito! No dia, eu tava com uma preguiça imensa de sair, mas o Rafael insistiu me chamando pra dar uma voltinha pra aproveitar o sol. No fim das contas nem preciso dizer o quanto adorei as fotos, né?

Esse foi mais um look quase normcore por conta do Adidas Superstar branco com dourado que deve ter uns 300 anos já! Aliás, fica aqui o meu manifesto: tava muito afim de comprar outro, mas andei pesquisando e não curti nenhuma das cores que tão vendendo agora. Não sou muito fã de tênis estampados nem coloridões, então cadê o todo preto só com as listras brancas? Ou o branco com pink? Na verdade eu iria ficar bem feliz se encontrasse os modelos de camurça clássicos por aí, como esse marinho ou esse cinza MARAVILINDO com as listras prateadas que já virou meu favorito (o primeiro que tive era assim, mas feito de lona, não camurça, e com a frente branca!). Acorda Adidas! Nem só com parcerias tropicais se conquistam os fãs de vocês! 😉

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E falando em cores e estampas, apesar da modinha tropical (quase todo lugar que vou tem alguém vestindo essa coleção, haha) continuo repetindo roupas e vestindo muito preto e cinza!

Tenho certeza que todas as peças do post já apareceram antes no Laços e Tachas, meu blog antigo (que o Rafael ainda tá devendo ajuda pra subir os arquivos), mas lá vai: calça com textura barroca da Zara; segunda pele branca, gorro tipo “boina” e echarpe caramelo da Renner; blusão mesclado da C&A (esse comprei quando morava em Londrina ainda, calculem a idade!) e casaco preto quentinho meio genérico de inverno, comprado numa lojinha no Shopping Total uns 2 invernos atrás. Ah, o óculos também é da Renner (meu novo favorito!) e a bolsa é a de (quase) sempre da Adô Atelier.

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Fotos batidas pelo Rafael nas ruas do Alto da XV, usando uma Canon T2i com lentes 50mm e 85mm (ainda vou fazer um post mostrando esses equipamentos, qualquer hora…) e editadas por mim no aplicativo Afterlight para iPad (o Mini 1st gen, no caso!).

Outfit: But home is nowhere…

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Fui pra Brusque nesse final de semana por conta da festa de aniversário de 79 anos da minha avó (sempre ela por aqui, viram?) e adivinha? Mesmo sendo um bate-e-volta, rendeu algumas fotos de look Enquanto aqui em Curitiba estou meio devagar com esses posts (continuo em casa colocando ordem em alguns projetos, inclusive o do blog novo, e fico mega preguiçosa de me arrumar pra sair!), por lá, mesmo com a correria, as coisas sempre acabam acontecendo.

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A festa foi bem familiar e aconteceu num buffet durante a tarde, mas eu tava tão empolgada pra usar essa bota da Zara com a saia skater de couro fake da Renner que (finalmente) encontrei esses dias que fui de salto mesmo (pelo menos esse é super confortável!). A ideia inicial era ir de meia-calça preta, mas cheguei lá e estava tão quente-abafado-brusquense que só rolou sair assim. Depois do mini evento, fomos dar uma volta em Balneário Camboriú e como iria dirigindo, troquei a bota de salto pela botinha da Renner.

Não sou muito fã de misturar cores de metal, especialmente dourado com prata, mas tava na correria e acabei percebendo isso só depois! Foi com essa bota (que tem as tachinhas prata!) que a maioria das fotos aqui foram feitas, no fim das contas. A camisa branca sem mangas é aquela mesma que apareceu por aqui nesse look (o colar – dourado – da Top Shop também!), e o cardigã de zebra foi mais um achado do inverno 2014 da Renner. A bolsa verde menta com tachinhas (também douradas!) é daquela primeira coleção da Santa Lolla pra C&A.

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Meu cabelo também tá levemente mais escuro (não tanto quanto parece nessas fotos que foram feitas com pouca luz), já que subi um tom e fui do 7 pro 6 na última vez que pintei, além de usar mais um fundo dourado do que acobreado na misturinha louca que eu faço (uso as tintas profissionais Evolution of The Color da Alfaparf – estava sempre utilizando a 7.4 de base misturando com um pouco da 8.3 e do Red Booster, mas dessa vez  a base foi a 6.35, acrescentando a 6.4). Pra quem não entende nada dessas coisas, quanto mais baixo o primeiro número, mais escura a cor. Depois do ponto, vem a nuance, que pode ser acizentada (-.1), azulada (-.2), dourada (-.3) acobreada (-.4), acaju (-.5), vermelha (-.6) e assim vai. O 6.35 que usei de base é um castanho claro com reflexos dourados e um fundo (bem leve) acaju, enquanto 7.4 é um loiro escuro (altura do meu cabelo natural), com reflexos acobreados (meu cabelo natural é 7.1 – loiro escuro acizentado).

O Red Booster, como o nome diz, é um potencializador de vermelho. Ele é um pigmento puro, não tem “altura”, então serve pra misturar com outras tintas quando você quer um tom super avermelhado (nada de laranjinha aqui, ok?).  cor pura dele é bem magenta – vermelho com um fundo rosa. Amo meu cabelo bem vermelho (ou seja, haja Red Booster no mundo pra mim <3), mas manter a cor vai “fritando” os fios, que no meu caso já são super finos. Não tem máscara ou produto que ajude nessas horas. Como não quero cortar nem pretendo abrir mão dos tons mais quentes, vou segurar assim por enquanto. 😉

E essa foi a música que inspirou o título do post:
[youtube http://www.youtube.com/watch?v=QiZLMBGPP5c]

Twenty-six years and seems like I’ve just begun
To understand my, my intimate is no one
When the director sold the show, who bought its last rites?
They cut the cast, the music, and the lights