Outfit: New Eyes Open

neweyesopen4Mais um look do ano passado no ar! Procês verem que eu nunca pensei em abandonar o blog, mesmo quando deixei de postar, rs… Essas fotos foram batidas em dezembro, e o look foi montado pra estrear o Keds vermelho que eu tinha me presenteado de Natal! Logo depois acabei comprando um todo preto também, na empolgação, mas nessa época aí tava bem louca pra usar esse vermelho com meia calça, blusa listrada e saia plissada desse jeito!

Sempre gostei muito (muito mesmo!) de tênis, mas nunca tive um Keds antes! Meus favoritos sempre foram os modelos SL e Superstar da Adidas e os Converse de botinha. Acho esse modelo prático e fofo, procurei um monte de inspirações no Pinterest antes de comprar e usei bastante no verão, até voltar pra febre das botinhas. Ver essas fotos me deixou com vontade de montar uns looks diferentes com esses tênis de novo, agora que o clima tá permitindo o retorno das meias-calça (nessa época aí, apesar de ser em pleno “verão”, ainda estava fresco o suficiente pra sair assim!).

Processed with VSCOcam with f2 preset Processed with VSCOcam with f2 preset Agora uma novidade bem bacana pra seja lá quem forem os meus leitores… Nas próximas semanas, vou começar a migrar todo o conteúdo do Laços e Tachas pra um novo endereço… Desde que mudamos pra esse apartamento, talvez antes disso ainda, eu e o Rafael pensamos em produzir conteúdos legais sobre as coisas que a gente curte (lugares bacanas, fotografia, filmes, livros, café, comida, instrumentos musicais, e claro, meus looks =p) e inclusive já temos registradas algumas coisas que podem virar posts em breve… só que tudo ficou meio parado nesse tempo porque demoramos pra decidir como batizar esse “filho”.

Parecia que nenhum nome prestava, até que no último fim de semana finalmente achamos a combinação perfeita! Por enquanto só falta a primeira fase do layout entrar no ar e migrar todo o conteúdo daqui pra lá!

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Logo eu volto pra contar qual é esse nome pra vocês… P.s.: Fotos feitas nas redondezas de casa! Usando blusa listrada Zara, meia-calça fio 40 Lupo, tênis Keds, saia plissada Dress To para C&A e jaqueta Carina Duek para C&A.  😉

E essa foi a música que inspirou o título do post:
[youtube http://www.youtube.com/watch?v=4VI2AJ0WnPU]

It’s the best part of all this
Cause we have been left for dead
In our own fucking beds
Forced to start again
With new eyes open
The end’s where it begins

And that’s what I like about it
It’s not so complicated if you go right through

Outfit: Sobre as minhas inseguranças

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Estava arrumando o HD antigo do computador outro dia e achei uma porção de fotos legais batidas para o blog no segundo semestre do ano passado que acabei não publicando.

Essa fase do aparelho ortodôntico tem sido complicada, não consigo me sentir à vontade com esse treco na boca e sempre acho minhas expressões estranhíssimas nas fotos. Tento me lembrar o tempo todo que é temporário, e que cedo ou tarde vai chegar o dia de tirar isso e eu não vou me arrepender nem um pouco depois (nunca me arrependi das outras vezes que usei). Na verdade, já dá pra perceber boas mudanças nos meus dentes. De outubro, quando essas fotos foram tiradas, até aqui, a arcada inferior evoluiu bastante e está bem mais redondinha e até começamos a trabalhar no encaixe das duas… mas só quem já fez esse tipo de tratamento, que não é só alinhar e arrumar dentes tortos mas mexer em toda a mordida, sabe o quanto demora, e que o resultado só aparece mesmo depois que você descola os brackets. Minha boca é bem pequena e não tem nem espaço pra eles direito. :p

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O legal dessas fotos é que elas também são da época que eu estava começando no pilates de aparelhos, depois de um looongo período sedentária. Sei que a blusa não ajudou muito, mas é bom notar que meus braços estão bem mais durinhos atualmente, rs! Pilates não emagrece, mas ajuda a definir bastante o corpo e melhora horrores a postura se você tiver disciplina e focar nos exercícios. Nunca fui tão apaixonada por qualquer atividade física como sou pelos aparelhos e molas! Fico quebrada depois de cada sessão, mas continuo amando e voltando toda semana pra tortura!

De qualquer maneira, tô longe, beeem longe de ser uma dessas bloggers magrelas e fotogênicas. Não que eu me esforce muito pra isso… mas também não é fácil lidar com a mistura de sentimentos que essa exposição voluntária gera. Nem sempre eu gosto dos meus looks. Esse das fotos, por exemplo, tá bem longe de ser um dos favoritos, e nem meu cabelo tava no melhor dos dias. Mas acho que todo mundo passa por isso, no fim das contas, né?

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Não lembro exatamente o que me fez combinar as peças desse jeito, mas tava usando horrores esse jeans da Zara com cintura alta na época e acho que tentei sair um pouco do meu óbvio combinando com a blusa estampada e o cinto vermelho, mas como já falei, não achei que rolou tão bem assim. Essa slipper tá meio deslocada no look pra completar, rs.

Mas sabe, pelo menos eu tentei. Abandonei as fotos numa pastinha no computador na época, mas tô aqui postando essa reflexão que não é cheia de autoconfiança, muito pelo contrário, mas é bem honesta. Quando eu comecei a bloggar, bastante tempo atrás as coisas eram bem mais amadoras, e era mais fácil se sentir à vontade pra postar o que desse na telha por aqui. Tanto que tem muitos looks ruins nos arquivos!

Daí várias blogueiras se profissionalizaram e começaram a ganhar dinheiro, roupas, maquiagem, tratamentos de beleza e equipamentos fotográficos mega profissionais! E quem não vive disso, como faz? Porque muitas vezes eu sinto que as meninas que me inspiraram a fazer um blog pra falar de moda, maquiagem e outras coisas de mulherzinha ficaram super longe da minha realidade de uns anos pra cá. Elas viajam muito mais do que qualquer pessoa normal (mesmo quem ganha bem ainda depende das férias do trabalho pra isso!), vivem pra “se cuidar”, afinal a aparência é muito importante nesse meio e podem levar todo esse glamour super a sério.

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Eu não sou profissional, jamais me identificaria como blogueira em qualquer situação, mas também quero ter fotos legais e looks bacanas, só que preciso trabalhar e pagar as zilhões de contas da casa. Uma bolsa “de grife” simplesmente não entra no meu orçamento, não importa o esforço que eu faça. Já o aluguel, condomínio, financiamento do carro, colchão, jogo de panelas, etc… adivinha? Eu não tenho tempo nem dinheiro pra ficar indo no salão arrumar o cabelo. Pinto o meu eu mesma, em casa, desde que me conheço por gente. Até cheguei a usar um flash do Rafael em algumas fotos por um tempo, que não era pra minha câmera e que (provavelmente) queimou por causa disso. Tenho uma lente boa, mas a câmera que eu uso é de uma geração antiga… e no fim das contas, o Laços e Tachas é só um hobby mesmo.

Então as fotos e os looks vão continuar vida real e amadoras, já que é isso o que tem pra hoje, e eu vou continuar tendo que aprender a lidar com a certeza de que as coisas nem sempre são do jeito que eu queria que fossem.

Outfit: Black me Out

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Outro dia estava navegando aleatoriamente na internet e esbarrei umas 3 ou 4 vezes com o termo “normcore“. Sem entender direito o que ele queria dizer, fui dar uma googlada básica e rapidamente descobri que o normcore é a tendência “anti-fashion” do momento.

Assim como o minimalismo que marcou a segunda metade dos anos 90, o normcore é uma contestação de toda aquela invasão de estampas, releituras e ícones da moda que a gente viu aos montes nesses últimos anos. Ao invés de peças estampadas, rendadas, brilhosas, com babados, transparências e todo tipo de (excesso de) informação, a ideia é que as roupas venham limpas e com uma modelagem bem “anti-marcas”.

O normcore quer ficar longe das passarelas e das tendências, e não dá muita bola praquele conceito de “se expressar por meio do vestuário”. A ideia é exatamente não se destacar no meio da multidão, rs. Não vou me aprofundar muito sobre isso, mas tem uns textos bem legais explicando a tal da anti-tendência no Google (vale a pesquisa =p) e essa conta bem legal no Instagram com looks de streetstyle normcore.

Tô escrevendo sobre isso porque desde o inverno passado, quando ainda nem se falava do termo, vejo itens mais práticos invadindo o meu guarda-roupa. Passei boa parte do inverno rigoroso usando moletons – daqueles bem quentinhos e meio genéricos comprados na Decathlon – pra trabalhar e outras atividades do dia a dia, e o verão com regatas super básicas em preto, branco ou cinza.

Ultimamente, ando super numa vibe all black&grey e quase não tenho usado acessórios. Mesmo sabendo que nem eu vou conseguir lidar com essa anti-tendência por muito tempo, fico felizinha de ver que tá rolando todo um questionamento contra todos os excessos por aí!

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E no fim das contas, esse look tem uma cara levemente normcore na camiseta cinza de malha mescla da Renner, combinada com jeans liso e básico (da Zara) e nos detalhes em preto (jaqueta, bota e cinto), né? Quando sai pra fotografar, queria muito muito registrar um look com essa botinha/coturno da Zara, que é minha paixão do momento! O salto grosso faz com que ela seja super confortável , e eu queria muito uma bota com salto grosso e cano mais justinho pra usar bem assim, com jeans! Adorei que encontrei essa versão com cadarço, tô completamente apaixonada e não quero mais sair de casa sem ela! De longe minha peça favorita de toda a temporada! Amei tanto que tô com medo de usar e estragar.

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A jaqueta de couro fake é da coleção da Maria Filó para a C&A de uns 400 anos atrás (continuarei amando e usando até ela pedir aposentadoria) e o óculos estampadinho p&b foi um achado da liquidação de verão da Zarinha.

A música que inspirou o título desse post: [youtube http://www.youtube.com/watch?v=t5Qx2PNfSp4]

Outfit: Primavera Curitibana

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Prontos para mais um post de fim-de-tarde de domingo com um tantão de filtros nas fotos? Eu curto, desculpaê se vocês acham forçado, mas o blog é meu e enquanto não cansar, vamos ter vários posts com muitos filtros por aqui! Agradecemos a paciência. 😉

Aliás, falando em filtros, faz um tempinho que tô usando o PicTapGo pra tratar as fotos no iPad. Já usei muito as tais Actions do Photoshop, mas no iPad as coisas parecem bem mais práticas, especialmente com esse aplicativo fantástico que é todo ajustável, dá pra salvar as combinações favoritas e tudo! Apesar do trabalho que dá baixar as fotos do cartão e reduzir o tamanho no computador pra então colocar na Dropbox, salvar no iPad e etc, gosto tanto do resultado que acho que vale o empenho!

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Sobre as fotos: Curitiba nos presenteou com mais um domingo ensolarado de primavera (fez até calor, mas não tanto!), e apesar de ter um monte de coisas pra fazer em casa, saímos para experimentar uma sorveteria que tem no Cristo Rei, pertinho de casa, que só abre nos meses mais quentes do ano. Então é isso, mais um look pra passear no bairro.

Eu tô super viciada nesse jeans da Zara, posso dizer que finalmente encontrei a minha calça com cintura alta perfeita e não teve como deixar ela lá na loja! Acho muito mágico o quantos ela alonga as pernas, quero usar todo dia, quero que todas as minhas calças sejam assim!

Como tava me arrumando só pra dar uma voltinha mesmo, combinei com a regata nadador de cetim preta, outra dessas peças meio básicas que sou bem apegada (comprei numa dessas lojas baratas do centro, não lembro o nome =/), e o cardigã dourado de lurex da Renner (antiiigo), peguei a bolsa que tô usando todo dia (bucket bag mini da Adô), um cinto clarinho com detalhes dourados (vou ficar devendo a foto zoom dele!), o óculos de quase sempre e a sapatilha paixão da coleção Girl’s Best Friends da Santa Lolla, que não consegui resistir de jeito nenhum!

Pra quem não ficou sabendo, a Santa Lolla fez uma parceria com a Zee.Dog e criou essa linha de sapatilhas e chinelinhos incrível, em que toda a renda obtida na venda será doada pra ONG’s de proteção aos animais! As pontinhas do laço são para lembrar orelhinhas!

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Ah, e pra quem ficou na dúvida: meu cabelo não tá nem tão claro quanto fica no sol, nem tão escuro quanto fica na sombra. Cuido da cor dele sozinha, usando tintas profissionais da Alfaparf (da linha Evolution of the Color) e faço uma misturinha nada básica de tons pra tentar chegar na minha inspiração atual, que é mais praquilo que os gringos chamam de auburn, um tom entre o ruivo e o castanho (assim ó), do que ficar ruiva mesmo.

A base que tô usando (agora!) é acobreada (8.4), misturada de igual pra igual com uma tinta com fundo dourado um pouco mais escura (7.3) e um tantinho do Red Booster pra ficar mais vermelho do que laranja. Recém-tingido ficou o vermelhão que vocês viram nas últimas fotos, mas cedo ou tarde vai desbotar… Como o meu cabelo natural é loiro escuro, é bem provável que pra chegar no tom inspirador precise escurecer um pouco e usar mais “dourado” do que acobreado na mistura, mas como ainda tenho o resto dos tubos dessa vez em casa, vou manter assim por um tempinho! ;D

Outfit: Almoço de Domingo

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Eis o post do outro domingo que fiquei devendo! Como já contei aqui, sai de casa pra almoçar no bairro e tava nublado, por isso o combo calça skinny + tênis + regatinha + camisa jeans. Acabei trocando de roupa depois, mas já tinha feito essas fotos, então acho que vale o post!

A calça é preta, mas tem uma “textura”, naquele esquema arabescos / barroco que tava na moda uns meses atrás, mas não é por que todo mundo já cansou da tendência que vou largar ela no guarda-roupa, né? Sou contra abandonar roupas assim, e estamos falando de uma textura, não estampa, mal dá pra notar nas fotos!!! =p A

doro usar essa calça exatamente assim, aliás, repito muito esse look no dia a dia, quando o clima permite. Muito feliz de ter ele por aqui, finalmente. 😉

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Usando: calça Zara, regata Carina Duek para C&A (tinha feito minha wishlist e comentado essa coleção aqui), camisa jeans e cinto com tachas do departamento masculino da Renner, bolsa bucket bag mini da Adô (super xodó) e colar de andorinha de prata de lei comprado há uns 6 anos no Asos.com.

Outfit: Fim de Tarde na Praça das Nações

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E Curitiba continua nos surpreendendo… Domingo o dia começou estranho, mas no fim das contas abriu sol e até rolou um calorzinho! Como eu me arrumei de manhã e sai pra almoçar ainda com o clima meio blé, acabei trocando de roupa e rolou fotografar dois looks no mesmo dia… o do almoço, um pouco mais coberto, aparece no próximo post em breve!

No fim da tarde saímos pra comprar pão numa padaria maravilhosa que tem perto de casa (se chama Família Farinha, sou louca pela ciabatta integral deles) e demos um pulinho na Praça das Nações, um dos meus cenários favoritos pra fotos no fim de tarde. Lá rola esse pôr-do-sol com o centro de Curitiba no fundo, bem no estilo cartão postal!

Sobre o look: o shorts jeans surrado da Renner e o tênis de couro com taxinhas da QIX já deram as caras por aqui antes, a regata nadador da Zara é uma novidade no guarda-roupa e a camisa jeans clarinha (também da Renner!) é antiguinha, eu uso muito mas acho que nunca tinha fotografado! De qualquer maneira, foi a primeira vez que usei ela num look jeans com jeans assim… e com esse shorts achei que super rolou, né?

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A bucket bag nova é da Adô Atelier (tô apaixonada, mas vou falar mais dela no outro post!), e a tatuagem do ombro foi feita pelo Christofer Pypcak no estúdio dele, o Red Hope Tattoo, em setembro. É a minha quinta tatuagem e a primeira vez que repeti um tatuador (o Chris fez o outro lettering que tenho no antebraço). Sem comentários, ele manda muito, muito bem mesmo nos letterings, esse ele desenhou free hand direto no meu ombro, dá pra acreditar? E eu que sou bem sensível (chata mesmo!) quase não senti dor!

Outfit: Em Um Domingo Ensolarado de Setembro

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Quase um mês atrás tivemos uma semana inteirinha de calor em Curitiba! Acreditem se quiser… dias depois, voltou a chover, fazer frio e a lareira lá de casa até voltou a queimar. Chega a ser surreal lembrar disso, já que estamos no meio de mais uma frente fria em pleno outubro, e eu ainda estou usando as benditas leggings térmicas. Mas é verdade, e a maior prova disso são essas fotos da pessoa mais friorenta do mundo com as pernas, pés e braços de fora passeando por aí que ficaram no cartão da câmera (não falei que tinha fotos pra mais um post nele?).

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Nesse dia, um domingo, saímos pra dar uma voltinha por aí. A ideia inicial era parar no Solar do Barão pra ver a Bienal desse ano, mas ele tava fechado quando passamos lá. No fim, fomos caminhar pelo calçadão e tomar um sorvete na Praça do Gaúcho mesmo.

Morri de amores por essa saia da Antix (tô nessa fase de amar saias estampadas!) e queria muito combinar ela com algo mais colorido. Não é tanto a minha vibe, mas essa rasteira tá na prateleira dos sapatos desde a primeira coleção da Santa Lolla pra C&A ano passado e pareceu bem adequada. A regata branca e o cardigã turquesa (da mesma cor da rasteira, rá!) são da Hering, a câmera bag laranja é da coleção do blog Modices para a Le Postiche, e o óculos é o meu amado Nina da Hang Loose.

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Outfit: Almoço Sussê de Domingo

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Domingo passado o frio, que chegou a dar uma trégua depois daquela época que até nevou em Curitiba, resolveu voltar. E me pegou desprevenida! Era Dia dos Pais e tal e mais uma vez passei longe do meu (humpf), dessa vez por conta dessa mudança sem fim.

Sábado entregamos a chave do apartamento antigo, finalmente desocupado, mas ainda estamos com caixas e muita bagunça na casa nova. Queria ter mais tempo pra colocar tudo em ordem, mas quem consegue fazer isso depois de trabalhar 40h na semana? Chego em casa todo dia podre, de verdade. E como tem outros projetos rolando, o expediente não acaba aí =p.

O cansaço intelectual e físico tá tenso, ando meio doente mas tentando retomar uma rotina normal. Sexta fomos assistir Pacific Rim (Círculo de Fogo) no IMAX e adorei! Sou muito fã do Charlie Hunnam por causa de Sons Of Anarchy (seriado top 2 aqui, só perde pra Mad Men no meu coraçãozinho), adoro todos os filmes do Guillermo Del Toro e eles capricharam demais nesse daí. Curti as referências ao mito do Chtullu (torço muito pra que um dia o Guillermo ainda consiga financiar o Nas Montanhas da Loucura que ele quer tanto fazer), os mechas… Não tem jeito, sou nerd mesmo e adoro esses filmes de aventura & fantasia & sci-fi.

Daí que domingo saímos pra dar uma voltinha e almoçar perto da casa nova. Tava esse dia cinza, achei que só esse tricot oversized evasê ia dar conta mas passei bastante frio com o vento entrando pelos furinhos!

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Repararam que tô perdendo o medo de sorrir com o aparelho? Por ser estético (de porcelana translúcida), fica bem mais discreto nas fotos. Já tô mais acostumada com ele, falando quase normal, mas ainda sofrendo. Semana passada apertei o treco pela primeira vez desde quando tinha colocado e o dentista não teve nem um pouco de dó. O massa é que já consigo notar a movimentação que ele tá fazendo e feliz porque os meus dentes (na verdade, as arcadas dentárias, não tá rolando nenhuma movimentação isolada dos elementos por enquanto, acho) estão colaborando. =D

Sobre o look: saia estampada Zara, maxi tricot evasê Luigi Bertoli, uma blusa preta qualquer por baixo, meia calça fio 40 Lupo, tênis de couro da Qix (pra fugir um pouco da botinha Desmond que uso sempre!) e camera bag laranja Modices para Le Postiche (comprei faz um tempão, acho que em março ou abril… tava precisando de um modelo maior pra carregar todas as tralhas de câmera e essa por enquanto essa tá suficiente!).

Outfit: Bienal de Curitiba II – Solar do Barão

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Feriado no meio da semana, aquele que alguns reclamam (por não poder emendar), mas todos comemoram porque né, sendo bem honesta, não é nada mal trabalhar dois dias, folgar um e trabalhar mais dois. Ainda mais hoje, pós-show do Bad Religion no Master Hall aqui em Curitiba.

O meu segundo show dos caras (pra mim uma das bandas mais coerentes e honestas que o rock já viu) foi novamente incrível e inesquecível (tão incrível que tá rolando um BRday aqui em casa hoje). Doctor Graffin e cia mandam tão bem que mesmo não tocando todas as músicas “clássicas” (Broken e New American ficaram fora do setlist) nem a minha favorita (Epiphany) ainda me deixaram quase sem voz com Social Suicide, Sinister Rouge, Let Them Eat War, Generator, 21st Century Digital Boy, e claro, Infected (e mais umas 19 músicas, haha).

Depois disso, é óbvio dizer que acordei tarde e meio (completamente) preguiçosa. Pra piorar tudo, amanheceu um daqueles dia megacinzentos que todo mundo ama em Curitiba (aham, Cláudia).  Sair de casa só com algum (bom) incentivo pra tirar o pijama. Que tal experimentar o tal do pavê de amendoim do Bella Banoffi (que tanto vejo o povo tuitar sobre) e dar uma esticada no Solar do Barão ver mais uma parte da Bienal (e finalmente estrear a T2i aqui)?

Sobre o pavê, muito digno. O Bella Banoffi continua bombando, o cardápio mudou bastante desde a última vez que consegui ir lá, mas ainda é incrível. Só não curto muito o fato de sempre ter fila nos fins de semana e toda aquela muvuca. Sou chata pra cacete, eu sei, mas prefiro lugares mais sossegados.

Sobre essa parte da Bienal, gostei bem mais dela do que do MON. Vídeos bacanas, exposições fotográficas idem (o meu lado arquiteta frustrada adorou a da arquitetura híbrida que aparece nas fotos do post). Ainda pretendo visitar os outros locais, mas pra quem tá na dúvida de onde ir, o Solar tá bem válido (e é de grátis!).

Sobre a T2i, câmera boa, mesmo com a lente do kit, faz toda a diferença na qualidade das fotos. A Pentax do Rafael já estava bem idosa e a minha Panasonic (que sempre quebrou um galhão) ficava devendo um tantão pra câmeras mais “potentes”. Apesar de ainda estarmos aprendendo a mexer na Canon, a diferença nas fotos já é perceptível! =p

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Mais um look preguiçoso e confortável. Não chega a valorizar o corpo (como seria mais adequado), e me deixa até meio gordinha, mas né, total vida real isso. Quem não acorda com vontade de usar um jeans larguinho (esse da MOB é MUITO confortável) e só complementar com peças básicas? O cardigã antiguinho da Zara foi customizado e ganhou botões dourados, que ajudaram a dar uma cara nova pra uma peça que eu já tinha cansado de usar (e que era bem sem graça!). Por baixo, regata com renda da Renner (já apareceu aqui antes!).

Complementando, bolsa tipo sacola de tecido bem antiga (comprei em Gramado no começo de 2008) e o meu velho oxford da Schutz (lembram dele?) que também foi reformado recentemente. Adorava a cor antiga, mas nobuck é tenso. Tava tão manchado que só me restou apelar pra Sapataria do Futuro e tingir (aproveitei pra trocar o taquinho que tava detonado também, e com isso ganhei um sapato praticamente novo).

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Pros curiosos de plantão, esse foi o resultado. Sapataria do Futuro é ou não é amor?