Beauté: Meus batons queridinhos da MAC

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Já faz um bom tempo que bati as fotos pra esse post, mas demorei um tempão (mesmo) pra escrever.

Beleza é um dos últimos tópicos na lista de coisas que pretendo ter no Ap, simplesmente por que acho que já existem muitos e bons blogs falando do assunto por aí! É só dar um search no Google pra encontrar resenha de quase tudo e muitas amostras de produtos também! Apesar do assunto ter sido a minha porta de entrada no mundo dos blogs de mulherzinha, lá em 2007,  todo o incentivo ao consumo que rola por aí acabou fazendo com que ele perdesse um pouco do brilho pra mim. Todos os meses são milhões de batons com o último tom da moda, o esmalte da novela, aquele delineador perfeito ou a base que deixa a sua pele naturalmente linda, tem-que-ter.

Testei muita coisa nessa fase, e gastei muito dinheiro, mas hoje em dia posso dizer que tenho os meus favoritos, os produtos que enquanto estiverem a venda vou comprar sempre e que eles são suficientes pro meu lado feminino se sentir feliz! E trabalhando em casa, tenho saído muito mais sem maquiagem por pura preguiça. Minha última compra foi um pincel flat da Vult, por puro impulso quando estava dando uma volta na Ikesaki, em São Paulo. Nunca tinha ouvido nem falar dele, mas amo pincéis flat e achei ele muito digno pro corretivo de todo dia. Também compro um ou outro batom colorido, se fico muito tempo na vontade, mas simplesmente não acompanho mais esse assunto com a mesma avidez… alguém mais sente o mesmo?

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Mas daí tem uma coisa que eu acho que posso contribuir com o mundo, nesse assunto, porque faz mais de um ano que eu voltei a usar aparelho, que, apesar de ser “estético” ~de porcelana~, continua me deixando insegura pra usar batons mais chamativos. Qualquer dia desses vai chegar a hora de tirar, mas enquanto isso, vou continuar investindo em cores mais discretas, que façam minha boca sumir no dia-a-dia, rs.

O tamanho da minha boca é bem normal, ou seja, proporcional ao meu rosto pequeno, então tirando essa parte do aparelho nunca tive um drama muito gigante em torno dela. Mesmo assim, desde que entrei pra esse mundo das maquiagens, me encantei com os batons nude! O Myth foi o meu primeiro batom da MAC, é o favorito e vai ser amor eterno pra sempre. Tenho vontade de ter o Fleshpot, que por se mais rosadinho provavelmente orne melhor com minha pele, mas sabe… ele só vai entrar pra minha coleção no dia que eu precisar de um Myth novo e ele estiver muito fácil, rs. Nenhuma pessoa normal precisa de duas variações do mesmo batom!

Então por que diabos tem um Creme D’Nude, vocês me perguntam? Por que ele é bem diferente do Myth. O Myth é satin, um acabamento que as fãs dos batons matte da MAC até acham bem cremoso, mas que pra mim é seco, rs. O Creme D’Nude é um nude totalmente cremoso, com uma boa cobertura, ótimo praqueles dias de inverno que a boca tá seca! É ele que vive na minha bolsa, por que consigo reaplicar de boa em qualquer lugar.

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Já o Brave, bom… eu vi uma amostra do Brave num desses blogs da vida e tinha umas embalagens em casa pra fazer BACK2MAC, aquele esquema que você troca 6 embalagens de plástico usadas por um batom novo na loja! 3 deles eram batons que ficaram velhos (um Myth antigo, um Pink Nouveau e um Please Me), 1 blush, uma sombra e um pó que eu não tinha me adaptado, tentei passar pra minha mãe e pra ela também não rolou, todos comprados naquela fase do auge dos blogs, lá por 2008 ou 2009, pela internet ou quando fui pra Buenos Aires.

Tava na dúvida se pegava o Rebel ou o Brave, mas decidi esperar pelo Rebel – quero muito comprar quando tirar esse treco da boca – e investir no Brave agora, que apesar de mais escuro e um tanto avermelhado, é um cor de boca bem neutro! Do lado do Myth e do Creme d’Nude ele parece ser bem chamativo, mas na verdade ele tem quase o mesmo tom da minha boca natural, ou seja, é perfeito pra dar aquela visual “natural só que melhor”! A cor dele é bem bonita, e o acabamento também a satin, mas menos seco que o Myth (vai entender!).

Sobre o BACK2MAC, fiquei bem feliz com a experiência, já cheguei na loja dizendo que iria fazer isso (fui na MAC do Shopping Mueller), tava com medo de ser mal atendida por que não ia comprar nada, mas o atendimento foi perfeito, padrão MAC, a vendedora me ajudou a testar, foi super simpática, já pegou as embalagens e me deu o batom… sem dramas! Fiquei super contente de ter transformado meus produtos velhos em uma coisa nova, rs! 😉

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Ah, e já que entrei nesse assunto de programas de fidelidade, retorno e cia… queria compartilhar também que fiz o meu primeiro resgate de milhagens da vida esses dias, rs! Sim, eu era completamente inexperiente nisso até pouco tempo atrás, as pessoas não costumam compartilhar muito esses “segredos“, né?

Tinha cadastro no Smiles e acumulava pontos lá e no cartão de crédito, meio que no automático (hoje em dia, viajando a trabalho no melhor vôo disponível na data, tenho milhas acumuladas na Tam e na Azul também… aliás, pra qual deles é melhor transferir as milhas do Mastercard, alguém sabe?), e tinha essas milhas resgatadas no Smiles que iriam vencer agora em setembro.

Não vou conseguir viajar tão cedo e fiquei um bom tempo pensando no que faria, quando entrei no Shopping Smiles e esbarrei com a Smart Case pro iPad Mini que eu cobiçava faz algum tempo! Pensei mais um pouco e decidi que seria um bom investimento, já que era só um pouco mais do que as minhas milhas que iriam vencer e eu poderia continuar com o resto que tá acumulado até pensar no que fazer com elas.

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Fiz o resgate no sábado, chegou na quinta-feira e fiquei super feliz com a “aquisição” – era algo que eu precisava mas nem pensava em comprar tão cedo. Pensei até que o modelo que viria era o de poliuretano, mas fiquei bem contente de ter recebido a capinha de couro! Temos uma de poliuretano no iPad 2, que foi meu e passou pro Rafael quando o meu mini chegou aqui em casa, mas achei esse modelo de couro bem mais resistente!

O que eu fazia antes dessa capinha? Bom, meu irmão trouxe o meu iPad Mini dos EUA antes de lançarem Smart Case pra ele, só com a Smart Cover! Durante um tempo usei uma capinha meio tosca de plástico pra proteger atrás, só que ela quebrou e eu fiquei usando sem por um tempo mesmo. Daí ele ficou todo arranhado… ou seja, além de proteger, essa Smart Cover me ajuda a não ver os estragos que fiz nesse período. 😉

Vida: 600 Quilômetros

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Vou abrir mão de ser linear e de tudo o que eu sei sobre conteúdo pra web. Sabe aqueles posts curtos, com textos diretos e fotos bem bonitas que todo mundo gosta de ver? Esqueça. Esse não é só mais um post pra contar uma história qualquer. Essa é a minha história, a história que talvez seja a grande aventura da minha vida, aquela que quero contar pros meus netos quando for bem velhinha. E sim, vou contar do meu jeito.

Já se passaram quase 10 anos e as memórias ficam meio embaralhadas, tem muita coisa que já esqueci, outras que nem valem a pena lembrar… mas em 2006 passei na UEL e fui morar em Londrina.

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Cheguei a começar o mesmo curso universitário antes, na Univali, ali em Itajaí, perto da casa dos meus pais. Fiz 3 semestres – o suficiente pra descobrir que sim, queria estudar Relações Públicas, mas não, não queria estar ali. Aos 19 anos, vim pra Curitiba fazer pré-vestibular. Tinha juntando algum dinheiro fazendo estágios – sempre estudei em colégio particular e meus pais continuaram pagando as mensalidades depois que fui pra Univali, então não tinha grandes compromissos financeiros – e na mesma época tive uma espécie de emotional break up depois de dois namoros longos que não acabaram da melhor maneira… ou seja, o suficiente pra convencer todo mundo que eu precisava mudar de ares.

Morei por 5 meses num pensionato ali na Silva Jardim, dividindo quarto com a Natália, e acabei decidindo prestar vestibular na UEL por causa do Higashi, que era de Londrina e também morava no Flat do Estudante. Meus pais tinham uns amigos por lá também… admito que não me preparei, não li nada além do resumo dos livros que caiam e nem me informei direito sobre a prova. Fui fazer a primeira fase numa van bate-e-volta que saiu daqui às 5h da manhã, pra chegar lá, almoçar, fazer a prova e voltar. Não achei que fosse passar e entrei em choque quando descobri que tinha ficado em primeiro, na primeira fase.

Na segunda-fase, fiquei hospedada na casa dos pais do Higashi, aquele colega do pensionato, ali na Quintino. Andei pela primeira vez na Higienópolis, conheci o Catuaí e me apaixonei pelo pôr-do-sol. Eu era uma pessoa diferente e não tinha ideia de tudo que aquele lugar me prometia.

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Era uma manhã de um dia de semana, no verão, quando saiu o resultado do vestibular. Só eu e a minha mãe estávamos em casa, em Brusque… O resultado do vestibular da UFPR já tinha saído, e como eu não tinha passado, uns dias antes fui até a Univali pedir reeingresso pra não perder a minha vaga (o combinado em casa era que se o plano não desse certo, eu iria voltar e retomar o que tinha parado). Não me preparei muito por que o resultado foi antecipado, só sairia no dia seguinte. Mas entrava todo dia no site, e fiquei meio ansiosa quando descobri isso…

Olhei a lista, dei search, e lá estava o meu nome. Procurei de novo. Sim, era o meu nome. Relações Públicas Noturno UEL 2006. Fiquei uns 10 minutos ali processando a informação e prevendo tudo que ainda viria. Desci as escadas e falei pra minha mãe, num tom de voz bem normal “passei na UEL”. Ela demorou pra processar. Virou e perguntou “quê?”. “Passei na UEL“.

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Normalmente, quem passa no vestibular, tem um momento bem mais efusivo, né? Mas eu não tinha com quem dividir aquilo! Não conhecia ninguém além de mim que tinha feito a segunda fase da UEL, e essa foi a única vez que me deu frio na barriga. Estava vivendo aquilo sozinha, por conta própria. Ninguém iria me sujar, raspar o meu cabelo, gritar, correr… não haveria trote. O meu medo maior era não ter apoio nenhum naquilo, por que nem eu sabia como seria. A primeira coisa que minha mãe falou, quando contei, antes de qualquer parabéns, resume bem… “E agora?”. Respondi, quase no automático, movida pelo desafio: “Eu vou.” “Vai onde?”. “Pra Londrina, né.

E foi assim que tudo começou. Meu pai chegou em casa pro almoço logo depois, e ele ficou muito mais empolgado do que eu esperava. Era o apoio que precisava. Minha mãe reagiu com os dois pé atrás, já que ela não conhecia Londrina, só sabia que era muito, muito longe.

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Fui fazer minha matrícula umas duas semanas depois, sozinha de novo. Queria muito ver um show que tinha em Curitiba naquele final de semana, e acabei emendando as duas coisas. Pela primeira vez, me hospedei sozinha num hotel. Pela primeira vez, resolvi tudo por conta própria. Aluguei um apartamento (minúsculo) pra morar, me matriculei, enfim… E conheci alguns colegas, como o Yan, que aparece nessa foto aí comigo (no dia da matrícula). Incrivelmente não senti frio na barriga de estar seguindo esse rumo nesses dias. Também não estava completamente aliviada, mas as coisas estavam andando… e eu finalmente deixaria aquele passado pra trás.

Um mês depois, meus pais pegaram o carro e viajaram aqueles 600km pela primeira vez, pra levar uma parte da minha mudança e pegar a chave do apê que eu tinha alugado do lado da UEL, no Universiflat. Levaram aquele PC velho – que tinha pedido pra guardarem quando montaram uma máquina nova – e a TV de tubo que ficava no meu quarto lá em Brusque. Eu não tinha muita coisa além disso, mas ganhei também uma sanduicheira, um liquidificador e um jogo de pratos e panelas. Ainda bem que o apartamento, apesar de micro, era mobiliado.

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2006 foi um ano incrível. Conheci e comecei a namorar com o Rafael (isso ainda rende um post inteiro!). Tive aulas de fotografia. Participei do Intercom Sul aqui em Curitiba. Fiz aulas extra-currículares de redação.

Morei no Universiflat por um ano, e andava 20 minutos todo dia até o CECA, do outro lado do calçadão, onde estudei. 20 min pra ir, 20 min pra voltar – muitas vezes com outros colegas que também moravam ali. Às vezes, ia duas vezes, pra poder almoçar no RU. Mas pra falar a verdade, nem lembro direito o que eu comia lá em 2006 – só lembro que ia bastante fazer compras no Carrefour e volta e meia almoçar em alguma lanchonete.

Não tinha telefone de linha, a internet era via satélite e custava R$45/mês. Meu aluguel era uns R$300 e eu devia pagar mais uns R$50 de condomínio… basicamente, a vida custava uns R$500 por mês, mais o que eu gastava com alimentação (o RU da UEL era R$1,90). Lembro de ter feito as contas e descoberto que eu vivia lá com menos do que gastava de mensalidade na Univali.

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É bem provável que o gasto mais absurdo fossem os R$80 da passagem de Londrina pra BC (não tinha ônibus de Londrina pra Brusque, então meus pais me buscavam na rodoviária de Balneário). E mais R$80 pra voltar. Mas o meu pai comprava e deixava pago, pra retirar no guichê… e assim evitar que eu desistisse de ir pra casa por causa do dinheiro, que era bem contadinho na época.

Quando saí da casa dos meus pais, minha relação com toda a minha família – pais, avós, irmão, melhorou bastante. Quando a gente tá longe dá muito mais valor pras pequenas mordomias que tem em casa. O começo foi bem difícil, e todos os centavos eram contados. Até os da lavanderia. Nos quatro anos que fiquei em Londrina, a situação financeira dos meus pais melhorou bastante também, o que acabou tornando as visitas dele mais frequentes… e me permitiu mudar de casa.

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Um ano depois, fui pra minha segunda casa em Londrina, o apartamento de dois quartos na Guararapes, perto da rotatória da Higienópolis com a JK, bem atrás do ponto do 307/305 que ia pra UEL. Ele era pequeno, com chão de madeira escura, janelas pequenas e não tinha mobília, mas era bem maior que o flat.

Ganhei um guarda-roupas, cama de casal, fogão, microondas, mesa pra sala e um frigobar do meu pai. Uns 6 meses depois, a grande conquista: a minha primeira máquina de lavar roupas! E assim a vida foi tomando forma. Comecei a fazer estágio meio período na EDUEL, e um tempo depois entrei pro Grupo de Extensão que fiz parte quase até o final da graduação. Em 2007 também fui visitar a fábrica da Natura em uma excursão com o povo da UEL e organizamos o inesquecível Vovô Bailar na disciplina de eventos!

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Morei no Edifício Aquarela por 3 anos, e esse apartamento teve muitas caras, apesar de nenhuma nunca ter sido muito arrumada. Isso tava longe de ser a prioridade. Não tinha sofá, e a TV era aquela de tubo de 14′ que veio do meu quarto em Brusque, quando sai de casa. Uns tempos depois, montaram outro PC lá em Brusque e, mais uma vez, fiquei com o antigo (sempre com monitor de tubo!).

Um ano depois que mudei pra esse apê, o Rafael foi morar oficialmente comigo. Ele já estudava na UEL (passou no Processo de Transferência Externa em 2007) e fazia estágio duas quadras pra baixo, quando comprou um computador e instalou lá em casa!

Sempre andei a pé e de ônibus, nunca tivemos carro ou outras mordomias (como notebook!) nessa fase universitária. Íamos no Valentino e voltávamos andando pra casa depois da balada com os amigos. O Pé na Cova e o Estação Café Brasil eram ainda mais perto, e muitas vezes voltamos pra casa só com o dia amanhecendo. Olhando pra trás, era feliz com muito pouco. Economizava a grana que “sobrava” no fim do mês e foi assim que, no último ano da faculdade, comprei o Macbook que me acompanha até hoje à vista.

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Em 2009, comecei a me despedir de Londrina. Muitos amigos já tinham ido embora, e tinha essa coisa coisa estranha de quando você chega no último ano da faculdade: seus veteranos já se formaram, ou seja, você não esbarra mais com eles por aí no corredor. Eu também já quase não tinha mais aulas. Dediquei boa parte do ano ao trabalho de conclusão de curso, e em julho o Rafael mudou pra Curitiba para trabalhar, enquanto fiquei lá “encerrando” aquela fase. Nunca imaginei que minha vida mudaria tanto e aquilo tudo ficaria na memória quase como um sonho.

Curitiba tem sido bem legal com a gente nesses 4 anos que estamos aqui (sabe aquela história “ame uma coisa que ela te amará de volta?” – é essa minha relação com Curitiba!). Em Londrina, conheci muita gente, com quem tenho pouco ou nenhum contato hoje em dia… a vida seguiu. Guardo no coração ótimos momentos e pessoas que admiro de verdade (sou grata pela oportunidade que tive de conhecer, crescer e conviver com gente tão diferente de mim e da minha realidade! <3) e um p*ta orgulho de ter vivido aquilo tudo por conta própria. É a minha história, e ninguém pode tirar isso de mim.

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Em 2010, sai definitivamente da UEL…mas, clichê dos clichês, a UEL nunca vai sair de mim. A experiência de estudar numa Universidade Pública, 600 km longe de tudo que eu conhecia, morar sozinha, morar junto, ficar 9h no ônibus pra ir pra casa e mais 9h pra voltar uma vez por mês, durante 4 anos… o tom de azul único do céu do Norte do Paraná e o pôr-do-sol laranja mais bonito da vida, logo ali no Igapó.

O suco da rodoviária, o bologna do Valentino, o churros e o tempura da feirinha da Lua, o Pastel-do-japonês da feira do lado do cemitério no domingo de manhã, as filas pro dia que tinha lasanha no RU, o refrigerante com bolo que só rolava uma vez por ano lá (no dia do aniversário do RU!), as peças do FILO no Ouro Verde e no Zaqueu, a OSUEL tocando no anfiteatro do Zerão… quantas memórias! Londrina é realmente uma cidade mágica. Meu lugar secreto.

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Quando me formei, já estava morando em Curitiba. Voltei pra lá algumas vezes depois, mas nunca mais teve o mesmo clima daqueles quatro anos, que só quem saiu de casa pra estudar e viveu aquilo com tanta intensidade, sabe o que significa. Obrigada, UEL. Serei eternamente grata por essa experiência. <3

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E claro, obrigada aos meus pais, que apoiaram e bancaram toda essa loucura… sei o quanto eu sou privilegiada por ter os pais que tenho e sei que sem eles anda disso disso teria sido possível! <3

Outfit: Don’t mess with me!

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Adivinha quem acabou realizando um daqueles desejos da wishlist já na sequência do post? Não, gente, ainda não é o meu sonhado Macbook novo… esse post tá sendo escrito no meu amado velho guerreiro! Nem a lente que tô cobiçando muito.. Aliás, preciso transformar aquela imagem da wishlist em papel de parede do celular, rs, tá f*da manter o foco! 😉

O que eu comprei e já usei muito foi o tênis da Adidas novo! Tava muito na dúvida se comprava um Star preto ou algum outro modelo com uma cara mais esportiva, mas foi provar esse Top Ten de cano alto um dia desses que a decisão estava tomada, rs! 😉

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Quem me conhece um pouquinho sabe que sou a louca dos tênis bacanas, e não falo isso da boca pra fora. Uso bastante no dia a dia… e gosto especialmente dos que tem cano alto! Ano passado comprei esse modelo com estampa de oncinha e tachinhas na Black Friday da Santa Lolla e menos de um ano depois a sola já está super gasta! Fico triste e feliz ao mesmo tempo, como ele não é tão frágil assim, é sinal que eu usei muito, então valeu cada centavo… o que é uma ótimo motivo pra adquirir um novo, rs! Não que eu vá me desfazer do antigo, só queria um novo pra não ter que aposentar ele tão rápido, sabe?

Esse Top Ten é bem confortável e versátil, tem vários detalhes que eu amo, como as listras envernizadas, o detalhe em animal print e essa língua um pouco maior com o símbolo da linha Originals! Ah, e o fato dele não ter detalhes metalizados – ou seja, combina tanto com dourado como prata – também é super conveniente!

Passei a semana passada inteira trabalhando em SP e só levei ele comigo de sapato fechado… e deu certo com todos os looks! 😉

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Apesar de trabalhar em casa, tem dias que dá vontade de sair de casa mais arrumadinha, né? Mas sem abrir mão do conforto! Nesse dia, a gente ia só almoçar no Tartaruga aqui perto… Pra isso, legging com detalhe que imita couro (antiga, da TopShop) e camisa da Pool/Riachuelo mais comprida e larguinha, no estilo daquelas famosas da Equipment, com jaqueta (Maria Filó pra C&A) e o tênis! Ah, a bolsa é a Satchel Mini Framboesa da Adô (clica pra ver o que eu falei dela no post sobre bolsas pequenas!), e o óculos é o Nina da Hang Loose que eu uso sempre.

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Apesar de simples e confortável, esse é o tipo de look que me deixa super feliz de ver por aqui! <3

E como sempre, a música que inspirou o título do post, dessa vez com a Brody maravilhosa:

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=XE2051n3O-I?rel=0&w=600&h=338]

“I got the feeling I can break out of anything that is standing in my way”

Outfit: No Oath, No Spell

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Ain, tô apaixonada por essas fotos! Fazia tempo que não curtia tanto publicar um post… achei inclusive que ficaram tão legais que vou até assumir minha pele ao natural mesmo, pelo menos uma vez no blog! <3

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Sempre falei que tenho o rosto bem zoado, e a verdade é que a idade não ajuda em nada, rs. 28 quase 29 anos, acne,  cicatrizes, cravos, algumas sardas, rugas (ainda) superficiais, olheiras, bolsas… enfim, sou uma pessoa normal, né? Já fui em dermato que quis me dar roacutan na primeira consulta, numa das minhas fases mais críticas, mas superei essa fase e hoje boa parte das minhas manchas ficam bem disfarçadas com maquiagem e um pouco de photoshop ou facetune nas fotos (não dessa vez).

Consegui controlar a acne e os cravos mudando de hábitos mesmo: troco a fronha do travesseiro pelo menos duas vezes por semana, só uso papel toalha pra enxugar o rosto e sempre tiro a maquiagem antes de dormir. Acabei descobrindo os produtos que funcionam e não funcionam em mim (aquelas que ajudam e as que só pioram a situação) e tento me manter fiel, principalmente ao pó de acabamento que é sempre o ponto mais crítico. O Duo Mat da Make Up Forever meio que mudou a minha vida. Com exceção da maquiagem, todo o meu “tratamento” é caseiro, com itens de farmácia, mas quem me conheceu uns anos atrás vai perceber uma boa melhora na situação.

Pra completar, essa é a sobrancelha que me restou.  Quando fui adolescente, a moda era usar ela bem bem fina, e eu ainda coloquei um piercing horizontal em cima. Acho que o canto externo já era pra ser zoado naturalmente, mas consegui piorar tudo. Tem uma profissional ótima que faz design de sobrancelhas no salão aqui perto de casa e ela consegue dar um jeito, mas não costumo ficar indo ali toda semana se não tiver algum compromisso “importante” – R$30 é bastante dinheiro na minha fase atual.  Depois de mais de um mês longe, é assim que ela fica… #mejulguem

Acabei fazendo uma pele bem leve nesse dia, e só caprichei mais no lápis em torno dos olhos e no rímel. Mesmo assim, curti demais o resultado! Meu cabelo estava recém tingido, também com tinta de farmácia, e num tom que eu adoro… sequei e dei aquela ajeitadinha esperta com o babyliss (comentei sobre isso no post dos gadgets capilares), tô usando bastante ultimamente, e usei esse casaco oversized amarelo que minha mãe comprou em Gramado, que além de muito quentinho é lindo demais! Tava sonhando com um casaco pesado colorido faz tempo.

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Nesse passeio, domingo passado, a ideia nem era bater foto do look, saímos pra arejar um pouco (era aniversário do Rafael) e testar a Go Pro que peguei emprestada do meu pai! Fomos lá no Bosque Alemão, parque que tem uma vista bem bacana pra isso, e deixei o Rafael a vontade pra fotografar o que ele quisesse com a T2i enquanto me divertia, hehe.

Pra combinar com o casaco, usei essa blusa listrada com manga 3/4 da Zara (tenho faz anos!) e saia de cintura alta super antiga também (comprei quando ainda morava em Londrina), com cinto da C&A (couro + tachas). Meia calça Lupo, bota de montaria Zeket, colarzinho de âncora da Luigi Bertoli e bolsa pequena Marc by Marc Jacobs (comprada na Special Items em 2010).

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Sobre o Bosque: não estávamos muito afim de descer as escadas e fazer a trilha, então ficamos só nessa parte mais alta, que tem a lanchonete/confeitaria… tava super lotado, especialmente pra um domingo gelado e cinzento (acho que dá pra reparar a quantidade de gente nas fotos)! Não foi a primeira vez que fomos até lá, no meu blog antigo tinha até um outro post com fotos nesse mesmo lugar (quero ver se resgato esse arquivo). É uma das paradas da famosa Linha Turismo e por isso é mais conhecido e popular… tá longe de ser dos meus parques favoritos, rs! Mesmo assim as fotos da Go Pro ficaram super legais.

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Pra não perder o hábito, essa é a música que inspirou o título desse post:

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=mYwazp3Rl_8]

Oh, grief, are you as me?
Left some teeth buried in your enemies
We won’t be broken
Theres no curse we haven’t spoken
There is no oath, there is no spell
To deliver us, so help

Cut me loose, I wish you well
No oath, no spell…
No prayer & no hell but the one we made.

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Faz uns anos que não organizo uma  wishlist assim… não lembro por qual motivo parei de fazer isso, já que sempre deu certo quando tentei! Do meu Macbook atual ao sofá da sala, passando pelo carro na garagem e pela minha viagem pra estudar Business English em NY em 2010, todos eles já estiveram em uma wishlist bem parecida com essa, que eu montava, imprimia, colocava uma cópia no mural, outra no caderninho… postava onde quer que estivesse blogando na época, tudo pra não perder o foco no que eu quero/preciso de verdade!

Ultimamente, ando sofrendo bastante com isso… Passo por muitas tentações baratinhas em qualquer voltinha no shopping e é muito fácil perder o controle e gastar tudo o que tenho e até o que não tenho em compras não-planejadas! O meu guarda-roupas está entulhado de roupas e sapatos, que tem alta rotatividade e uso bastante, mas que dispensam qualquer novidade nesse momento. Posso muito bem sobreviver uns bons meses sem nenhuma roupa nova, até porque estamos chegando no verão e essa tá longe de ser a minha estação favorita pra comprar roupas. =p

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Então, o que tem na minha wishlist atual? Contei aqui no blog que há bem pouco tempo comprei duas bolsas lindas da Adô Atelier, então tô super bem abastecida nessa área também! Só tô sentindo muita falta de um óculos escuro “bom” pra usar no dia-a-dia, em viagens de trabalho, etc. Tenho um Ray Ban que ganhei do meu pai uns anos atrás, o Jakie Ohh II, lindo, mas super pesado, um Marc By Marc Jacobs que trouxe de NY e aquele Nina da Hang Loose que é amor verdadeiro, amor eterno, mas esses dois últimos já tem uns arranhões na lente de tanto que uso! Além desses “de grife”, tenho um óculos da Renner e outro da Zara que uso sem culpa por aí… mas queria de verdade um óculos bom novo que não fosse tão pesado e mais confortável. Provei o Erika [1] da Ray Ban quando estava matando tempo no aeroporto um dia desses e me apaixonei pelo modelo, que nem custa tão caro. Tô desejando um mais clarinho, como o cinza ou essa cor aí “sand“, e talvez eu me empolgue qualquer hora pra comprar, se esbarrar com eles numa vitrine (parcelado em muitas vezes!).

O pó da Make Up Forever [2] é reposição-desejo. Já usei um até o fim, tenho outro que dá pra ver a latinha no fundo mas não sai da bolsa… ano passado, quando meu irmão viajou, acabei encomendando o Naked da Urban Decay no lugar dele, mas não me adaptei e não vou mais arriscar! Pretendo usar o Naked até o fim, até porque maquiagem importada é uma dessas coisas que eu preciso que alguém viaje pra trazer, acho absurdamente caro no Brasil comparado com o preço lá fora, e já percebi que nesse caso aí, rola até fazer estoque.

Única exceção: ainda nem terminei o post que tô fazendo com os meus batons favoritos pra usar com aparelho (todos neutros), e já estou em contagem regressiva pra tirar! ;D Pode acontecer a qualquer momento até o fim do ano… e sim, quero muito usar batons escuros, coloridos e marcantes, como o Rebel [3] e o Fixed on Drama [4] assim que me livrar disso! Antes de colocar o aparelho, não me  empolgava com a ideia, já que não queria chamar a atenção pra minha boca. Mas com tudo em ordem quero virar gótica e usar até batom preto, rs! Brincs… meses atrás juntei umas embalagens de produtos vencidos da MAC e fiz o meu primeiro Back2Mac, e apesar do Rebel estar disponível na loja e eu ter amado o bendito, acabei optando por um tom neutro exatamente por causa do aparelho. Assim que tirar, pra comemorar mesmo, vou correr pra uma das lojas aqui em Curitiba e tentar achar um desses dois, apesar de saber que, além de não serem baratos, são difíceis de encontrar. Me desejem sorte! <3

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A lente Wide [5] é uma coisa que eu sinto falta faz bastante tempo! Não quero uma super wide, mas uma 28mm ou 35mm já quebrariam um galhão por aqui, só tenho lentes boas de “retrato” e sim, uma desse tipo faz falta! A zoom 18-135mm que eu tenho não me satisfaz nem um pouco… Pena que lentes boas custam tão caro (também tô querendo uma câmera nova, um flash e uma 50mm 1.4, mas nem vou colocar isso na lista agora pra não ficar muito surreal). =p

O Macbook Pro [6] novo é a parte mais ousada da wishlist, né? Mas também é de longe a mais necessária nesse momento, já que o meu Macbook Aluminum tá completando 6 anos (o modelo dele é Late 2008 – comprei no comecinho de 2009)! Poderia escolher um modelo mais básico, mas o empenho agora é mesmo pra adquirir o Macbook Retina de 15 polegadas… é meu instrumento de trabalho, no fim das contas, então posso chamar de investimento! Vai ser um belo upgrade, já que peso dele é praticamente do tamanho do meu e ele nem é tão trombolhão assim, apesar da tela bem maior e do processador infinitamente melhor. <3 Tô faz um tempinho juntando $$$ pra investir nisso, tá só faltando uma oportunidade, se tudo der certo, chega até o comecinho do ano que vem! Muito foco nessa hora…

De todas as coisas não-urgentes da lista, fechar o braço [7] é a que eu mais desejo, mas taí outra coisa que exige guardar um bom dinheiro e muito planejamento! Sim, eu já tenho ideia de como vou cobrir o que resta do meu braço direito, e com qual tatuador vou fazer isso, só tá faltando chegar o momento certo, já que, apesar de amar tatuagens, tô bem comprometida com esse projeto Macbook aí no momento… mas quem sabe não sobra um trocado pra investir nesse projeto, né? Tudo no seu tempo!

Ao contrário da tatuagem, o tênis novo [8] é uma necessidade! Nessa vida de aeroporto e home office, é o calçado que mais uso (não tem jeito!) e os que eu tenho já tão todos com uma cara meio “caída”. Vou continuar usando todos eles até a sola abrir buraco, claro, mas tô cobiçando um modelo bacana da Adidas Originals, só ainda não consegui decidir qual! Mas também não tô com tanta pressa assim… 😉

O vestido Antix [9] é a única roupa permitida nessa lista. Embora não esteja precisando de nada, em novembro meus avós maternos completarão 60 anos de casados (!!!) e a ocasião super merece um vestido novo lindo! Apesar de amar as coisas da Antix, nunca tive coragem de pagar pelos vestidos, acho bem caros! Sei que ainda é meio cedo pra antecipar a compra, mas a marca acabou de lançar uma coleção nova e tô pensando em dar uma volta na loja do Shopping Vila Olímpia quando for trabalhar em SP de novo no começo de setembro… fica pertinho do escritório e vai que acho um desses modelos lindos do lookbook por lá? Já resolvo o “problema” e não preciso mais me preocupar com isso. Se combinar com um dos sapatos que eu já tenho, melhor ainda! 😉

Enfim, agora vocês já sabem onde pretendo investir o meu dinheiro nos próximos meses… vai ser uma tarefa árdua manter o foco, mas pelo menos agora ele está bem direcionado, né? Vou continuar compartilhando meus looks e passeios por aí, mas tudo naquele esquema Não Repete, aproveitando o que já tenho no guarda-roupas pra criar combinações diferentes e renovar! 😉

Outfit: Please pick a color for your checklist

 #como usar bota over-the-knee

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Tá bom gente, minha bota da Bottero é mais on-the-knee do que over-the-knee, mas o que vale é a intenção! Eu tenho uma bota de montaria “normal” da Zeket que tem o cano bem mais curto do que essa e não tenho culpa que as minhas pernas são compridas (#sóquenão!). Mas sabe… amo ela mesmo assim, e acho que esse é um dos jeitos mais legais de usar esse modelo de bota, que além de lindo é super quentinho, já que o cano mais longo protege bem as pernas do frio!

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Postei outro look com ela aqui, por sinal usando o mesmo shorts! Admito que no dia a dia, por conta da preguiça, acabo combinando mais com legging preta e tricot ou moletom oversized mesmo… é o tipo de look que é bem o meu tipinho, mas pra quem não curte arriscar, #ficadica. Não preciso dizer que nesses casos, a bota pesadona dá uma cara diferente pra um look que poderia ser super normal, né? Odeio cagação de regra tipo “você tem que ter” isso no seu guarda-roupa (cada um sabe o que tem que ter no seu), mas pra mim, foi uma ótima aquisição! ;D

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A jaqueta jeans e a camiseta cinza mescla com estampa Marvel também são compras recentes, da coleção de inverno da Renner! Tá, a camiseta é masculina (muito amor por achar coisas legais em outras sessões da loja), e eu já usei muito! Comprei essa antes daquela dos X-Men e tive que me controlar pra não comprar todas as outras camisetas com estampa de super-heróis  que achei por lá! Minha combinação favorita até agora foi com um blazer verde da Zara (que tá nesse look), qualquer hora fotografo só pra mostrar aqui! 😉

A jaqueta jeans era um desejo antigo que foi crescendo e comecei a sentir muita falta de ter uma… sabe como é, vivi uma parte da minha adolescência nos anos 90 (#velha) e quando tava no colégio, tinha uma jaqueta xodó, super oversized, que me acompanhou durante uns não-tão-bons anos! Depois acabei desapegando e agora tava aqui querendo de novo. Demorei um pouco pra encontrar uma que eu gostasse de verdade! Na própria Renner tinham vários modelos diferentes, mas eu gostei mesmo da lavagem e da cor dessa da Marfinno (um azul não muito claro, nem muito escuro, com umas manchas e desgastes estratégicos mas nada muito over). Ah, e até os botões são bonitinhos. Sou bem chata com essas coisas.

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A bolsa é a Clá da Adô, o short é Carina Duek pra C&A, a meia-calça é uma fio 50 da Lupo que tem mais lycra e é mais confortável que a fio 40 opaca de sempre, e o óculos escuro é da Renner!

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E essa é a música que inspirou o título desse post:

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=IH6proQ8XhQ]

How can we ask for a blanket and a habitat?
How can we ask for a place we can imagine at?
How can we ask for the brightest cities every night? (midnight)

* Fotos feitas no Alto da XV / Hugo Lange em Curitiba numa tarde de sábado no comecinho de julho.

Outfit: Easy/Lucky/Free

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Sabe aqueles dias que você acorda com uma vontade louca de experimentar alguma combinação diferente, ou resgatar aquela peça esquecida no guarda-roupa? Foi mais ou menos assim que surgiu esse look!

Comprei essa legging estampada na Marisa pensando em um uso bem específico: passeios charmosos de bicicleta pela cidade. O tecido é molinho e gostoso, o preço era bom, e ela não é nem um pouco transparente… mas eu raramente sou adepta de estampas chamativas! Resultado: acabou semi largada, junto com o wedge sneaker da Arezzo de dois invernos atrás. Nunca mais saímos pra andar de bicicleta

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Resolvi dar uma chance e usar os dois juntos… e já que estava ousada pros meus padrões, coloquei a camiseta estampada da sessão masculina da Renner pra completar! Comprei essa dos X-Men e uma de malha cinza-mescla dos Avengers por R$39,90 cada e tenho usado bastante, qualquer hora libero o post com as fotos da outra aqui.

O casaco preto também é da Renner – anos atrás tive um modelo bem parecido, só que  C&A… usei até abrir buraco! Quando encontrei esse foi impossível largar ele nas araras – e a bolsa preta é a bucket mini, temporariamente aposentada por conta das outras duas bolsas da Adô que comprei esses dias! Usei tanto essa… mas o tamanho é ótimo e ela é muito prática!

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Bom, acho que nem preciso falar que tá longe de ser um dos meus looks favoritos, né? A Ingrid, que trabalhou comigo na Infracommerce aqui em Curitiba ano passado, postou esses dias um look com a mesma calça, que achei que funcionou bem melhor que o meu. =p O único problema é que nunca – jamais – vou usar legging sem ser com uma camiseta mais comprida na parte de cima. Não interessa se ela é ou não transparente, se tem cintura alta, whatever…  legging pra mim vai ser sempre legging, ou seja, não é calça. =)

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*Fotos batidas em junho de 2014 na atual sede da Fundação Cultural de Curitiba, antiga fábrica da Matte Leão, no Rebouças.

E essa foi a música que inspirou o título desse post:

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=RozuwUlX7MI]
I never really dreamed of heaven much
Until we put him in the ground
But it’s all I’m doing now
Listening for patterns in the sound
Of an endless static sea

Outfit: Time Lapse Lifeline


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Estamos no comecinho “oficial” do inverno, com um clima supercinzento e um tantinho gelado, mas a Curitiba está cheia de flores! Acho que rola toda uma confusão climática nessas plantas de países frios que tem espalhadas por aqui – como nosso inverno é moderado, elas ficam louquinhas e imaginam que já estamos no começo da primavera. Será?

Em 2010, quando fui pra Nova York, visitei o Jardim Botânico do Brooklyn (pra comemorar, resgastei o post original \m/ daquela época), e ele estava cheinho de flores de cerejeira. Foi lindo, completamente apaixonante… mas era abril, ou seja, começo da primavera no hemisfério norte! De qualquer maneira, aquele jardim me marcou um monte, tanto que as flores de cerejeira viraram uma das minhas espécies de flores favoritas.

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Não são lindas? As que florecem aqui são de uma espécie diferente das que vi em Nova York – descobri que existem mais de 300 tipos de árvores chamadas de cerejeira – algumas são conhecidas pela madeira nobre, outras pelos frutos. Elas precisam de frio para florecer, e no Japão, marcam o fim do inverno e o início da primavera, por isso são super festejadas e aguardadas.

As flores de cerejeira também são cheias de significado. O meu favorito? Como elas são belas, mas duram pouco, são uma metáfora pra efemeridade e pros ciclos da vida.

E já que estamos falando de Japão, fui até a Praça do Japão bater fotos e ver as cerejeiras, claro! Sim, ela também está cheia de árvores floridas. E com esse clima cinzento elas se destacam mais ainda na paisagem.

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Sobre o look: depois de estudar combinações em fotos por aí, fiquei querendo muito uma bota over the knee, mas não tive coragem de comprar nenhuma das que vi nas lojas em Curitiba, achei todas caras demais! Pra mim é meio absurdo pagar mais de R$400 numa bota que sei que vou destruir de tanto usar, rs. E mesmo que seja de couro e dure muitos invernos com os cuidados certos (levar no sapateiro, mandar hidratar, etc), não tinha tanto dinheiro assim pro “investimento”.

Daí aproveitei a ida pra Brusque pra tentar achar um modelo mais em conta (minha bota de montaria da Zeket foi comprada lá no inverno passado!), e acabei com esse modelo da Bottero, que é mais uma bota de montaria de cano longo do que uma over the knee propriamente dita! Não foi tão barata quanto eu queria, mas mesmo assim foi mais em conta do que as que vi por aqui. =x O salto é emborrachado, o que faz com que seja mais confortável de andar por horas do que a de montaria da Zeket, que tem salto de madeira. O couro dela também é bem molinho, o único drama é que nem sempre ela fica “fechadinha”, por ser aberta atrás do joelho.

Apesar de não ser tão básica (preta com salto é marrom e fivelas “ônix”), achei bem versátil e já usei bastante, por cima de legging e meia calça. Fica bem quentinho e protegido e ainda dá pra usar aquelas meias de neve da Decathlon que eu amo pra reforçar! Nesse dia, usei com uma meia-calça da Trifil que simula meia 7/8 e o shorts preto da segunda coleção da Carina Duek pra C&A. Com o casaco compridinho (tava na wishlist desse inverno e achei na Squalle), deu uma carinha mais sexy, rs. Não é muito a minha vibe, mas até que curti o resultado, achei que ficou bem “eu”. Por baixo, camiseta da Renner cinza mescla.

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Bati essas fotos no domingo passado e tive que sair meio correndo de casa pra almoçar – meus pais estavam na cidade e viajariam em seguida. Acabei perdendo a hora, por isso fui com os cabelos ao natural, o que é bem engraçado já que raramente saio de casa assim! Bom, agora dá pra entender o que eu digo quando falo que meu cabelo não é liso nem ondulado, né? Com o babyliss eu consigo modelar essa parte mais lisa de cima e dar uma forma mais definida, mas quando ele só seca, sem escova nem nada fica desse jeito. Também estava bem desbotado e com uma raiz castanho-acizentada enorme, mas acabei de dar um jeito nisso depois de uma longa indefinição! =p

O óculos é o da Renner que eu tenho usado direto e a bolsa é a Clá do Adô Atelier! Ela entrou em promoção e depois de usar a minha Bucket Bag Mini preta praticamente non-stop nos últimos 6 meses, decidi adquirir a Clá amarelinha e a Mini Satchel Framboesa de uma vez só (parceladas em 10x no PagSeguro, o que pra mim significa nenhuma bolsa nova até 2016, rs!). Tenho feito um esforço pra carregar cada vez menos peso quando saio por aí (minhas costas agradecem!) e essas bolsas pequenas e lindas são um ótimo incentivo! E ainda acrescentam cores nos meus looks quase sempre monocromáticos.

Como são super bem feitas, com materiais ótimos (couro, de novo!) e modelos bem atemporais (apesar do modelo retangular da Clá me lembrar bastante da Gucci Soho Disco Bag que tá na “moda”), vão durar bastante na minha mão. Tô preferindo investir nelas do que em bolsas da Renner que vão durar um ano e ir pro lixo, sabe?

Se preparem pra uma overdose delas por aqui! 😉

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A música que inspirou o título desse post:

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=qvFALSUopFE]

“Back it up, back it up – stop, fast-forward, rewind 
And watch the sun watch the moon taking turns in the same sky 
And you were dead as the leaves, now you’re new like the springtime 
Back it up, back it up – stop, fast-forward, rewind 
And once it’s done…”

Inspiração: Os blogs que inspiram o Ap21G

Comecei a montar uma lista de blogs que acompanho pra fazer o Blogroll do “Apê” e me empolguei pra contar um pouco do que inspirou a gente na ideia de ter um blog pra juntar as minhas tralhas com as do Rafael…

Tudo começa aqui:

YoungHouseLove
O Young House Love é meu blog favorito da vida. Faz uns bons anos que acompanho as reformas, mudanças e a vida da Sherry e do John, admito que a primeira coisa que me fascinou foi o projeto fotográfico da Clara, que conheci quando ela ainda era um bebezinho careca fofo. Embora eles foquem bastante nessa questão da decoração faça-você-mesmo cheia de garimpos e de como dar uma cara nova pra coisas antigas (que eu amo!), também gosto um tantão da maneira como eles expõe o cotidiano e como isso se reflete na casa.

No blog, eles já contaram, por exemplo, que se conheceram em Nova York, quando o John foi contratado como gerente de contas na agência de publicidade onde a Sherry era redatora. Eles fizeram alguns jobs juntos, mas o romance só engatou depois que um deles decidiu sair do trabalho (ou algo assim). Depois de um tempo namorando, decidiram que queriam uma vida mais tranquila e se mudaram pra Richmond, na Virginia, onde a irmã do John morava. O John arranjou um trabalho por lá, e a Sherry virou redatora freelancer. Foi nessa época que surgiu o blog. Daí eles casaram, compraram uma casa, tiveram uma filha (a Clara!), mudaram de casa e acabaram de ter outro bebê, o Ted.

A casa deles é um reflexo de todas essas histórias e é uma delícia acompanhar algo feito com tanto amor – o Young House Love não tem cara de revista, nem conteúdos terceirizados ou zilhões de posts diários.

ABeautifulMess

Embora eu não seja tão fã do A Beautiful Mess quanto sou do Young House Love, acho outra referência bem legal pelo mix de conteúdos funcionar super bem. Gosto das fotos sempre bem produzidas, e dessa mistura de “coisas bonitas” – crafts, fotografia, receitas, decoração, moda, beleza… sei que muitas vezes essas coisas podem parecer super distantes, mas elas estão incrivelmente bem amarradas na proposta das irmãs Elsie Larson e Emma Chapman.

Eu não curto tanto os conteúdos muito terceirizados (sou blogueira old school, rs), sei que fazer tudo ser tão lindo dá um trabalhão! De qualquer maneira, o conteúdo é sempre 100% original e blog é cheio de boas dicas, então vale a pena conferir!

Além desses blogs, eu gosto muito do Cupcakes and Cashmere e dos looks despretensiosos da Lia. O que mais eu leio por aí? Qualquer hora dessas tem o blogroll completo.

Dica: Meias de Neve da Decathlon

Essa semana o frio voltou oficialmente pra Curitiba! Não sei se veio pra ficar, mas me fez lembrar desse post que comecei a preparar quando minhas meias chegaram, mas que ficou meio abandonado porque tava incomodada com aquele layout antigo!

Depois de semanas de enrolação extrema, acabamos comprando um template pronto de WordPress pra personalizar… saudades da época que eu fazia meus próprios layouts e era só inserir as tags certinho no HTML pros posts rolarem (#soudessas). A estrutura melhorou bastante, não vou negar, mas essa complexidade toda as vezes enche o saco, né? Ainda tem um monte de traduções e outras adaptações pra fazer por aqui, e arquivos pra subir e tudo, mas vamos com calma… um dia a gente chega lá! Por enquanto, vamos vivendo num blog em obras.

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Mas voltando ao assunto da vez, que são meias e não o blog, faz uns anos que comprei o meu primeiro par de meias de neve da Wed’ze na loja física Decathlon. Acho que a unidade do Barigui tinha recém aberto. Tenho os pés bem gelados e sinto muito, muito frio… ou seja, não existe inverno fácil pra mim! Esse primeiro par encontrei no auge do frio, numa daquelas correrias pra comprar malhas térmicas. Lembro que só tinha um par do meu número, e apesar de ser pink, acabei comprando mesmo assim!

Usei bastante, sempre escondendo as meias dentro da bota ou debaixo da legging, e virei super dependente. Essas meias são 3/4 e bem quentinhas, não acumulam umidade (uma beleza pra quem tem problema de suor nos pés!)… enfim, valem cada centavo! O único problema é que as duas lojas da Decatlhon que tem por aqui são tão bagunçadas que dificilmente você vai encontrar variedade de cores ou numeração por lá. Parece que estão eternamente sem estoque.

Ano passado achei uma cinza, do mesmo modelo da pink, também perdida na loja que parecia ter passado por um arrastão. Foi o suficiente pra perceber que eu precisava estocar algumas (já que nunca dou conta de lavar todas as roupas de inverno). Sabe o que eu fiz esse ano? Me antecipei e comprei 3 pares na loja online antes mesmo do frio chegar! É ou não é amor verdadeiro, amor eterno?

Com cores mais básicas, rola usar elas com um pedacinho pra fora da minha bota de montaria (da Zeket), como na foto acima. Fica muuuito quentinho, mesmo.

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Nesse pedido, acabei comprando duas do mesmo modelo que eu já conhecia, inclusive uma nova cinza, que é o First Heat (19,90 cada), e admito que me empolguei um pouco além do que devia pra colocar a Dream Heat no carrinho,  já que ela custa mais do que o dobro das outras (R$49,90, ouch!). Mas tudo bem, foram cem reais bem investidos, já que ninguém merece ficar com os pés congelados por aí e não vou precisar de meias de inverno novas tão cedo. ;p

A diferença entre os modelos? As duas First Heat que eu tenho dos outros invernos estão cheias de bolinha e com carinha de gastas por causa das inúmeras lavagens. Ainda servem pra usar em casa e dentro das botas, mas deixam um pouco a desejar. Pelo pouco de tecidos que conheço, sei que essa é uma característica bem comum em lã acrílica, que é basicamente do que elas são feitas.

Lã natural é bem mais quentinha e durável… essa última, por sinal, é uma característica que está presente na maioria dos tecidos “naturais”. Por isso muitas vezes vale a pena dar uma olhada nas etiquetas das roupas! Algodão, lã, seda… não dá nem pra comparar com poliéster e acrílico, né? Por isso que essa Dream Heat acaba sendo mais cara! Esses materiais também são mais “nobres”.

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Dá pra ver bem a diferença entre elas olhando a composição! Sim, rolou um errinho no enquadramento da foto, na parte preta da embalagem da Dream Heat tem também os 37% de lã acrílica… mas mesmo assim ela tem bem mais lã e até seda na composição. Não usei ela tanto assim ainda pra garantir que vai durar mais, mas é o que eu imagino… achei o acabamento melhor, ela é um pouco mais fina, mais “bonitinha” (dá pra notar na foto das 3 juntas) e tão quentinha quanto.

Super necessária? Com certeza não! Se você está procurando uma meia pra deixar os pés quentinhos quando a temperatura chegar à uma casa decimal, a First Heat é perfeita e está na média de preço das meias mais grossas que você vai encontrar por aí. Mas eu achei que a Dream Heat vale o “mimo”. Só não adianta correr pra procurar elas na loja física! Pague o frete e compre online, tem até uma opção com frete mais barato pra retirar na loja, se você estiver realmente afim de economizar… eu preferi pagar pra entregar em casa, demorou um pouco mais que o prazo previsto, mas recebi sem problemas!

P.s.: Essa dica é completamente espontânea! Até procurei pra ver se a loja online da Decathlon não tem um Programa de Afiliados pros links, rs, mas acho que não tem mesmo, então vale deixar bem claro: esse não é um publipost e eu não ganhei nem vou ganhar nada por compartilhar o meu segredo de sobrevivência no blog! 😉