Lugares: O Melhor Café de Curitiba

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Tenho uns mil e quinhentos posts nos drafts pra terminar, mas nem vou comentar porque vocês já sabem que não dou conta, né?

Juro que a ideia é postar pelo menos uma vez por dia (tenho inspiração suficiente pra isso), e não uma vez por semana, mas entre escolher e editar as fotos e escrever os posts perco um bom tempo, e eu ainda trabalho (bastante nos últimos tempos), cuido da casa, brinco com o Leopoldo, passo um tempo com o namorado, faço pilates 2x por semana, viajo pra trabalhar, viajo pra visitar os meus pais (ou seja, vivo fazendo e desfazendo malas!) e até curto umas horinhas sem fazer absolutamente nada. E não, não vou abrir mão de dormir pra fazer nada disso. =p

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De qualquer maneira, essa é uma daquelas dicas que adoro compartilhar por aqui! O Barista Café abriu esse ano no Juvevê – 15 minutos andando de casa – num lugar bem escondido – e no último mês ir até ali virou um ótimo motivo pra sair, dar uma caminhada e arejar a cabeça durante o dia. A gente demorou pra descobrir, mas virou cliente frequente, e vale muito a pena conhecer!

Não bastasse o lugar super super desencanado e charmoso e os preços ótimos pra visitantes frequentes, ainda tem o melhor café da cidade. De verdade. E só isso. De vez enquanto tem um bolo vendido aos pedaços ou docinhos, mas não vá lá esperando isso.

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O Barista é premiado e tem reconhecimento nacional. Se você pesquisar um pouco no Google ou até no Trip Advisor vai achar um monte de coisas por aí sobre o tal do Barista – o Leo Moço, mas admito que nada disso faria a menor diferença pra mim, se o lugar não fosse isso daí que vocês vêem nas fotos e o café que eu tomo lá não deixasse um gostinho bom na boca, que dá vontade de voltar todo dia!

Curitiba tem várias cafeterias boas e famosas, como o Lucca, o Rause e a Santo Grão no Batel (totalmente fora de mão pra mim =p), e o Café do Mercado (além desses, o capuccino docinho da Goodies também entra na minha lista), que eu conheço e gosto, mas não sou exatamente fã nem cliente frequente.

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Na sequência das fotos de café do post, tem um Clover lá no começo (feito numa máquina diferentona, mix de french press com coado – que pelo que pesquisei, eles são a única cafeteria que tem no Brasil), que vale muito a pena provar, o mocha do Rafael e o meu capuccino maravilhoso.

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Rua Moyses Marcondes 357
Curitiba, Brazil

Se você ama café, não deixe de visitar! <3

Vida: 600 Quilômetros

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Vou abrir mão de ser linear e de tudo o que eu sei sobre conteúdo pra web. Sabe aqueles posts curtos, com textos diretos e fotos bem bonitas que todo mundo gosta de ver? Esqueça. Esse não é só mais um post pra contar uma história qualquer. Essa é a minha história, a história que talvez seja a grande aventura da minha vida, aquela que quero contar pros meus netos quando for bem velhinha. E sim, vou contar do meu jeito.

Já se passaram quase 10 anos e as memórias ficam meio embaralhadas, tem muita coisa que já esqueci, outras que nem valem a pena lembrar… mas em 2006 passei na UEL e fui morar em Londrina.

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Cheguei a começar o mesmo curso universitário antes, na Univali, ali em Itajaí, perto da casa dos meus pais. Fiz 3 semestres – o suficiente pra descobrir que sim, queria estudar Relações Públicas, mas não, não queria estar ali. Aos 19 anos, vim pra Curitiba fazer pré-vestibular. Tinha juntando algum dinheiro fazendo estágios – sempre estudei em colégio particular e meus pais continuaram pagando as mensalidades depois que fui pra Univali, então não tinha grandes compromissos financeiros – e na mesma época tive uma espécie de emotional break up depois de dois namoros longos que não acabaram da melhor maneira… ou seja, o suficiente pra convencer todo mundo que eu precisava mudar de ares.

Morei por 5 meses num pensionato ali na Silva Jardim, dividindo quarto com a Natália, e acabei decidindo prestar vestibular na UEL por causa do Higashi, que era de Londrina e também morava no Flat do Estudante. Meus pais tinham uns amigos por lá também… admito que não me preparei, não li nada além do resumo dos livros que caiam e nem me informei direito sobre a prova. Fui fazer a primeira fase numa van bate-e-volta que saiu daqui às 5h da manhã, pra chegar lá, almoçar, fazer a prova e voltar. Não achei que fosse passar e entrei em choque quando descobri que tinha ficado em primeiro, na primeira fase.

Na segunda-fase, fiquei hospedada na casa dos pais do Higashi, aquele colega do pensionato, ali na Quintino. Andei pela primeira vez na Higienópolis, conheci o Catuaí e me apaixonei pelo pôr-do-sol. Eu era uma pessoa diferente e não tinha ideia de tudo que aquele lugar me prometia.

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Era uma manhã de um dia de semana, no verão, quando saiu o resultado do vestibular. Só eu e a minha mãe estávamos em casa, em Brusque… O resultado do vestibular da UFPR já tinha saído, e como eu não tinha passado, uns dias antes fui até a Univali pedir reeingresso pra não perder a minha vaga (o combinado em casa era que se o plano não desse certo, eu iria voltar e retomar o que tinha parado). Não me preparei muito por que o resultado foi antecipado, só sairia no dia seguinte. Mas entrava todo dia no site, e fiquei meio ansiosa quando descobri isso…

Olhei a lista, dei search, e lá estava o meu nome. Procurei de novo. Sim, era o meu nome. Relações Públicas Noturno UEL 2006. Fiquei uns 10 minutos ali processando a informação e prevendo tudo que ainda viria. Desci as escadas e falei pra minha mãe, num tom de voz bem normal “passei na UEL”. Ela demorou pra processar. Virou e perguntou “quê?”. “Passei na UEL“.

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Normalmente, quem passa no vestibular, tem um momento bem mais efusivo, né? Mas eu não tinha com quem dividir aquilo! Não conhecia ninguém além de mim que tinha feito a segunda fase da UEL, e essa foi a única vez que me deu frio na barriga. Estava vivendo aquilo sozinha, por conta própria. Ninguém iria me sujar, raspar o meu cabelo, gritar, correr… não haveria trote. O meu medo maior era não ter apoio nenhum naquilo, por que nem eu sabia como seria. A primeira coisa que minha mãe falou, quando contei, antes de qualquer parabéns, resume bem… “E agora?”. Respondi, quase no automático, movida pelo desafio: “Eu vou.” “Vai onde?”. “Pra Londrina, né.

E foi assim que tudo começou. Meu pai chegou em casa pro almoço logo depois, e ele ficou muito mais empolgado do que eu esperava. Era o apoio que precisava. Minha mãe reagiu com os dois pé atrás, já que ela não conhecia Londrina, só sabia que era muito, muito longe.

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Fui fazer minha matrícula umas duas semanas depois, sozinha de novo. Queria muito ver um show que tinha em Curitiba naquele final de semana, e acabei emendando as duas coisas. Pela primeira vez, me hospedei sozinha num hotel. Pela primeira vez, resolvi tudo por conta própria. Aluguei um apartamento (minúsculo) pra morar, me matriculei, enfim… E conheci alguns colegas, como o Yan, que aparece nessa foto aí comigo (no dia da matrícula). Incrivelmente não senti frio na barriga de estar seguindo esse rumo nesses dias. Também não estava completamente aliviada, mas as coisas estavam andando… e eu finalmente deixaria aquele passado pra trás.

Um mês depois, meus pais pegaram o carro e viajaram aqueles 600km pela primeira vez, pra levar uma parte da minha mudança e pegar a chave do apê que eu tinha alugado do lado da UEL, no Universiflat. Levaram aquele PC velho – que tinha pedido pra guardarem quando montaram uma máquina nova – e a TV de tubo que ficava no meu quarto lá em Brusque. Eu não tinha muita coisa além disso, mas ganhei também uma sanduicheira, um liquidificador e um jogo de pratos e panelas. Ainda bem que o apartamento, apesar de micro, era mobiliado.

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2006 foi um ano incrível. Conheci e comecei a namorar com o Rafael (isso ainda rende um post inteiro!). Tive aulas de fotografia. Participei do Intercom Sul aqui em Curitiba. Fiz aulas extra-currículares de redação.

Morei no Universiflat por um ano, e andava 20 minutos todo dia até o CECA, do outro lado do calçadão, onde estudei. 20 min pra ir, 20 min pra voltar – muitas vezes com outros colegas que também moravam ali. Às vezes, ia duas vezes, pra poder almoçar no RU. Mas pra falar a verdade, nem lembro direito o que eu comia lá em 2006 – só lembro que ia bastante fazer compras no Carrefour e volta e meia almoçar em alguma lanchonete.

Não tinha telefone de linha, a internet era via satélite e custava R$45/mês. Meu aluguel era uns R$300 e eu devia pagar mais uns R$50 de condomínio… basicamente, a vida custava uns R$500 por mês, mais o que eu gastava com alimentação (o RU da UEL era R$1,90). Lembro de ter feito as contas e descoberto que eu vivia lá com menos do que gastava de mensalidade na Univali.

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É bem provável que o gasto mais absurdo fossem os R$80 da passagem de Londrina pra BC (não tinha ônibus de Londrina pra Brusque, então meus pais me buscavam na rodoviária de Balneário). E mais R$80 pra voltar. Mas o meu pai comprava e deixava pago, pra retirar no guichê… e assim evitar que eu desistisse de ir pra casa por causa do dinheiro, que era bem contadinho na época.

Quando saí da casa dos meus pais, minha relação com toda a minha família – pais, avós, irmão, melhorou bastante. Quando a gente tá longe dá muito mais valor pras pequenas mordomias que tem em casa. O começo foi bem difícil, e todos os centavos eram contados. Até os da lavanderia. Nos quatro anos que fiquei em Londrina, a situação financeira dos meus pais melhorou bastante também, o que acabou tornando as visitas dele mais frequentes… e me permitiu mudar de casa.

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Um ano depois, fui pra minha segunda casa em Londrina, o apartamento de dois quartos na Guararapes, perto da rotatória da Higienópolis com a JK, bem atrás do ponto do 307/305 que ia pra UEL. Ele era pequeno, com chão de madeira escura, janelas pequenas e não tinha mobília, mas era bem maior que o flat.

Ganhei um guarda-roupas, cama de casal, fogão, microondas, mesa pra sala e um frigobar do meu pai. Uns 6 meses depois, a grande conquista: a minha primeira máquina de lavar roupas! E assim a vida foi tomando forma. Comecei a fazer estágio meio período na EDUEL, e um tempo depois entrei pro Grupo de Extensão que fiz parte quase até o final da graduação. Em 2007 também fui visitar a fábrica da Natura em uma excursão com o povo da UEL e organizamos o inesquecível Vovô Bailar na disciplina de eventos!

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Morei no Edifício Aquarela por 3 anos, e esse apartamento teve muitas caras, apesar de nenhuma nunca ter sido muito arrumada. Isso tava longe de ser a prioridade. Não tinha sofá, e a TV era aquela de tubo de 14′ que veio do meu quarto em Brusque, quando sai de casa. Uns tempos depois, montaram outro PC lá em Brusque e, mais uma vez, fiquei com o antigo (sempre com monitor de tubo!).

Um ano depois que mudei pra esse apê, o Rafael foi morar oficialmente comigo. Ele já estudava na UEL (passou no Processo de Transferência Externa em 2007) e fazia estágio duas quadras pra baixo, quando comprou um computador e instalou lá em casa!

Sempre andei a pé e de ônibus, nunca tivemos carro ou outras mordomias (como notebook!) nessa fase universitária. Íamos no Valentino e voltávamos andando pra casa depois da balada com os amigos. O Pé na Cova e o Estação Café Brasil eram ainda mais perto, e muitas vezes voltamos pra casa só com o dia amanhecendo. Olhando pra trás, era feliz com muito pouco. Economizava a grana que “sobrava” no fim do mês e foi assim que, no último ano da faculdade, comprei o Macbook que me acompanha até hoje à vista.

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Em 2009, comecei a me despedir de Londrina. Muitos amigos já tinham ido embora, e tinha essa coisa coisa estranha de quando você chega no último ano da faculdade: seus veteranos já se formaram, ou seja, você não esbarra mais com eles por aí no corredor. Eu também já quase não tinha mais aulas. Dediquei boa parte do ano ao trabalho de conclusão de curso, e em julho o Rafael mudou pra Curitiba para trabalhar, enquanto fiquei lá “encerrando” aquela fase. Nunca imaginei que minha vida mudaria tanto e aquilo tudo ficaria na memória quase como um sonho.

Curitiba tem sido bem legal com a gente nesses 4 anos que estamos aqui (sabe aquela história “ame uma coisa que ela te amará de volta?” – é essa minha relação com Curitiba!). Em Londrina, conheci muita gente, com quem tenho pouco ou nenhum contato hoje em dia… a vida seguiu. Guardo no coração ótimos momentos e pessoas que admiro de verdade (sou grata pela oportunidade que tive de conhecer, crescer e conviver com gente tão diferente de mim e da minha realidade! <3) e um p*ta orgulho de ter vivido aquilo tudo por conta própria. É a minha história, e ninguém pode tirar isso de mim.

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Em 2010, sai definitivamente da UEL…mas, clichê dos clichês, a UEL nunca vai sair de mim. A experiência de estudar numa Universidade Pública, 600 km longe de tudo que eu conhecia, morar sozinha, morar junto, ficar 9h no ônibus pra ir pra casa e mais 9h pra voltar uma vez por mês, durante 4 anos… o tom de azul único do céu do Norte do Paraná e o pôr-do-sol laranja mais bonito da vida, logo ali no Igapó.

O suco da rodoviária, o bologna do Valentino, o churros e o tempura da feirinha da Lua, o Pastel-do-japonês da feira do lado do cemitério no domingo de manhã, as filas pro dia que tinha lasanha no RU, o refrigerante com bolo que só rolava uma vez por ano lá (no dia do aniversário do RU!), as peças do FILO no Ouro Verde e no Zaqueu, a OSUEL tocando no anfiteatro do Zerão… quantas memórias! Londrina é realmente uma cidade mágica. Meu lugar secreto.

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Quando me formei, já estava morando em Curitiba. Voltei pra lá algumas vezes depois, mas nunca mais teve o mesmo clima daqueles quatro anos, que só quem saiu de casa pra estudar e viveu aquilo com tanta intensidade, sabe o que significa. Obrigada, UEL. Serei eternamente grata por essa experiência. <3

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E claro, obrigada aos meus pais, que apoiaram e bancaram toda essa loucura… sei o quanto eu sou privilegiada por ter os pais que tenho e sei que sem eles anda disso disso teria sido possível! <3

Outfit: No Oath, No Spell

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Ain, tô apaixonada por essas fotos! Fazia tempo que não curtia tanto publicar um post… achei inclusive que ficaram tão legais que vou até assumir minha pele ao natural mesmo, pelo menos uma vez no blog! <3

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Sempre falei que tenho o rosto bem zoado, e a verdade é que a idade não ajuda em nada, rs. 28 quase 29 anos, acne,  cicatrizes, cravos, algumas sardas, rugas (ainda) superficiais, olheiras, bolsas… enfim, sou uma pessoa normal, né? Já fui em dermato que quis me dar roacutan na primeira consulta, numa das minhas fases mais críticas, mas superei essa fase e hoje boa parte das minhas manchas ficam bem disfarçadas com maquiagem e um pouco de photoshop ou facetune nas fotos (não dessa vez).

Consegui controlar a acne e os cravos mudando de hábitos mesmo: troco a fronha do travesseiro pelo menos duas vezes por semana, só uso papel toalha pra enxugar o rosto e sempre tiro a maquiagem antes de dormir. Acabei descobrindo os produtos que funcionam e não funcionam em mim (aquelas que ajudam e as que só pioram a situação) e tento me manter fiel, principalmente ao pó de acabamento que é sempre o ponto mais crítico. O Duo Mat da Make Up Forever meio que mudou a minha vida. Com exceção da maquiagem, todo o meu “tratamento” é caseiro, com itens de farmácia, mas quem me conheceu uns anos atrás vai perceber uma boa melhora na situação.

Pra completar, essa é a sobrancelha que me restou.  Quando fui adolescente, a moda era usar ela bem bem fina, e eu ainda coloquei um piercing horizontal em cima. Acho que o canto externo já era pra ser zoado naturalmente, mas consegui piorar tudo. Tem uma profissional ótima que faz design de sobrancelhas no salão aqui perto de casa e ela consegue dar um jeito, mas não costumo ficar indo ali toda semana se não tiver algum compromisso “importante” – R$30 é bastante dinheiro na minha fase atual.  Depois de mais de um mês longe, é assim que ela fica… #mejulguem

Acabei fazendo uma pele bem leve nesse dia, e só caprichei mais no lápis em torno dos olhos e no rímel. Mesmo assim, curti demais o resultado! Meu cabelo estava recém tingido, também com tinta de farmácia, e num tom que eu adoro… sequei e dei aquela ajeitadinha esperta com o babyliss (comentei sobre isso no post dos gadgets capilares), tô usando bastante ultimamente, e usei esse casaco oversized amarelo que minha mãe comprou em Gramado, que além de muito quentinho é lindo demais! Tava sonhando com um casaco pesado colorido faz tempo.

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Nesse passeio, domingo passado, a ideia nem era bater foto do look, saímos pra arejar um pouco (era aniversário do Rafael) e testar a Go Pro que peguei emprestada do meu pai! Fomos lá no Bosque Alemão, parque que tem uma vista bem bacana pra isso, e deixei o Rafael a vontade pra fotografar o que ele quisesse com a T2i enquanto me divertia, hehe.

Pra combinar com o casaco, usei essa blusa listrada com manga 3/4 da Zara (tenho faz anos!) e saia de cintura alta super antiga também (comprei quando ainda morava em Londrina), com cinto da C&A (couro + tachas). Meia calça Lupo, bota de montaria Zeket, colarzinho de âncora da Luigi Bertoli e bolsa pequena Marc by Marc Jacobs (comprada na Special Items em 2010).

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Sobre o Bosque: não estávamos muito afim de descer as escadas e fazer a trilha, então ficamos só nessa parte mais alta, que tem a lanchonete/confeitaria… tava super lotado, especialmente pra um domingo gelado e cinzento (acho que dá pra reparar a quantidade de gente nas fotos)! Não foi a primeira vez que fomos até lá, no meu blog antigo tinha até um outro post com fotos nesse mesmo lugar (quero ver se resgato esse arquivo). É uma das paradas da famosa Linha Turismo e por isso é mais conhecido e popular… tá longe de ser dos meus parques favoritos, rs! Mesmo assim as fotos da Go Pro ficaram super legais.

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Pra não perder o hábito, essa é a música que inspirou o título desse post:

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=mYwazp3Rl_8]

Oh, grief, are you as me?
Left some teeth buried in your enemies
We won’t be broken
Theres no curse we haven’t spoken
There is no oath, there is no spell
To deliver us, so help

Cut me loose, I wish you well
No oath, no spell…
No prayer & no hell but the one we made.

Inhotim: Sobre o fim de ano e recomeços!

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Preparados para um inevitável post com zilhões de fotografias, boas memórias e brilho nos olhos? Porque foi assim que 2014 começou pra mim.

Fazia um tempinho que essa ideia de conhecer Inhotim rondava a conversa na casa dos meus pais – que não são exatamente experts em arte nem em viagens, mas que já tinham ouvido falar do lugar e alimentavam uma certa curiosidade a respeito. Esse não era o Plano A pro nosso fim de ano, mas quando a ideia original foi deixada de lado, fiquei responsável por montar o roteiro, comprar as passagens e enfim… dar um jeito em tudo.

E olha, organizar viagens com a minha família não é fácil. Dessa vez, até o meu irmão topou ir junto já que a namorada dele também tinha uma viagem programada com a família dela. O Rafael foi pro Norte do Paraná passar o Natal com os pais dele, mas depois voltou pra pegar avião e viajar com a gente, já que dia 2 era meu aniversário, e assim tudo se encontrou.

A função toda começou no fim de novembro, quando, depois de muita discussão sobre o roteiro e as datas, finalmente comprei as passagens de Curitiba para BH, reservei os hotéis e tudo. Pesquisando, descobri que Inhotim fechava em boa parte dos dias entre o Natal e o Réveillon, por isso montei uma programação para visitar o parque nos dias 2 e 3 de janeiro, e encaixei o resto pra isso dar certo.

Viajamos no dia 30 para Belo Horizonte, onde passamos o Réveillon em família num quarto de hotel. Tomando champagne (de verdade, thanks dad <3), comendo frutas e frios. Apesar de simples, foi divertido estar em um lugar diferente, longe do tumulto que rolam no litoral (apesar do Verdemar mega lotado no dia 31!). Assim que chegamos em Confins, alugamos um carro que nos acompanhou durante toda a viagem – por conta disso rolou toda uma vibe super família buscapé (5 pessoas + malas + uma Fiat Dobló perdidos por MG).

No dia 31 de manhã, fomos até o Mercado Central de BH, um ponto turístico famoso mas que não me surpreendeu muito. Compramos umas cervejas diferentes e canequinhas daquelas de metal coloridas pra usar na Nespresso. À tarde compramos nossa ceia no Verdemar do Diamond Mall e eu e o Rafael demos uma volta a pé pelo Savassi (um bairro bem fofo de BH). Ah, nesse dia almoçamos no Ah!Bon… Lugar com uma decoração meio modernista bacana (que a gente adora!) e comida boa! Fica no térreo de um prédio, que não sei se é comercial ou residencial numa rua mais tranquila.

Dia primeiro, depois do almoço (no shopping, já que não sabíamos o que mais estaria aberto!) pegamos estrada para Brumadinho, cidade vizinha à Belo Horizonte onde fica Inhotim, com o meu irmão dirigindo. Ele acabou se atrapalhando com o GPS e mesmo com todos os meus alertas, pegou a estrada mais longa, que tem uma vista muito bonita, mas é cheia de curvas e penhascos. Demorou mais do que o planejado, mas logo chegamos na nosso hotel.

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O Estrada Real Palace Hotel fica a uns 4 quilômetros de Inhotim. É todo novinho, inclusive uma parte dele ainda está em construção, e tem uma área com piscinas bem bacana para quem quer descansar e curtir o calor. Aproveitamos pra dar um mergulho no fim da tarde quase todos os dias que ficamos por lá (fizemos check-in dia primeiro e saímos no dia 3).

Finalmente… visitamos Inhotim no dia 2 e dia 3 demos um pulo lá pela manhã para “terminar” o roteiro. Logo após o almoço, partimos para Belo Horizonte novamente. Ainda deu tempo de conhecer o Memorial de Minas Gerais, museu muito bacana mantido pela Vale do Rio Doce, fazer um lanche no Café com Letras e passear mais um pouco pela região da(o?) Savassi. Dia 4 de manhã visitamos a Pampulha e de lá fomos para o Aeroporto voar de volta para Curitiba.

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Sobre Inhotim: que lugar mágico! O Parque é todo muito bonito, nessa época do ano a natureza fica deslumbrante, o verde fica muito verde… mas andar no calor é tenso! No dia do meu aniversário, acordamos cedo e chegamos lá pra pegar o instituto abrindo, às 9h da manhã. Valeu a pena porque meio dia começou a esquentar muito e a tarde ficou complicado… Almoçamos no Restaurante Oiticica, que tem um ambiente lindo (demais!) e uma comida super boa, fresquinha, e é por quilo.

Eu e o Rafael optamos por não pegar os carrinhos de transporte nesse dia e fizemos um bom pedaço andando, inclusive com todas aquelas subidas. Meus pais e meu irmão usaram os carrinhos e foram bem mais rápidos que a gente, rs. Voltamos lá no dia 3 e dessa vez fizemos o resto do roteiro com o transporte mesmo. Almoçamos no Tamboril (que cobra por pessoa) e pegamos a estrada (dessa vez mais rápida) pra BH!

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Acredito que em 2 dias, com calma, dá pra fazer visitar todas as galerias de Inhotim tranquilamente. Acho que em um dia ficar super corrido, mesmo com o transporte. Eu preferia ter tido tempo pra fazer tudo andando, mas a outra metade do nosso grupo tinha mais “pressa”. Eu e o Rafael curtimos muito as obras mais “sonoras” expostas (que precisam de tempo para serem apreciadas =D), e essas ao ar-livre, apesar do calor. Poderíamos ter viajado todos os dias de BH para Inhotim, mas ficar em Brumadinho ajuda bastante (chegar cedinho lá e sem nenhum estresse de pegar estrada é bem bacana).

Além de ser um lugar ótimo pra descansar a vista do olhar cansado da cidade e descobrir coisas novas, Inhotim tem uma loja de souvenirs (muito) fofa, lanchonetes, restaurantes e uma infraestrutura super digna. Vale muito a pena conhecer. Voltamos pra casa morrendo de vontade de conseguir viajar mais esse ano… como já desabafei aqui, 2013 foi um ano complicado! E quem sabe, um dia desses, dar outro pulo em BH pra fazer o que faltou do roteiro já que por conta do fim do ano muita coisa estava fechada.

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