Outfit: Rollin’ and Tumblin’

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Menos de duas semanas enrolando pra postar e o look fica completamente desatualizado, ou seja, sejam bem vindos a nossa maravilhosa Curitiba e o seu clima maluco!

No domingo “eleitoral“, tava fazendo uns 10 graus e usei jeans, tênis e tricot pra sair de casa rapidinho e resolver minhas pendências cívicas. No fim de semana seguinte (sábado passado) fez um calorão de mais de 30 graus e nem fotografei look nenhum por que eu só queria derreter e sumir!

Saímos pra almoçar na feirinha gastronômica do Juvevê e de lá a gente foi andando pro centro, tudo debaixo daquele super sol, quem merece? Minha pressão caiu várias vezes durante o passeio! A gente gosta bastante de fazer as coisas andando quando tem tempo livre, mas debaixo do sol é tenso, por isso, torço pra que Curitiba volte a ser Curitiba logo e dê pra sair na rua de boa de novo. Xô, calor. #mimimi

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Esse tênis da Santa Lolla nunca apareceu aqui antes, o que é quase um milagre já que usei bastante desde que comprei na Black Friday do ano passado com 50% de desconto! Ele é daqueles super confortáveis, ou seja, uma opção bem interessante exatamente pra esses passeios a pé!

O tricot também foi comprado numa liquidação, do inverno da Renner do ano passado. Ele é bem fofinho e volumoso e eu prefiro usar assim, de trás pra frente (ou seja, com o decote “v” nas costas), pra ele ficar mais fechadinho na frente. Blusas muito decotadas não favorecem o equilíbrio visual do meu corpo, não sei explicar direito o que acontece, mas basicamente, alongam demais o pescoço e me deixa mais corcunda e sem queixo do que já sou. =p Prefiro quando a gola fica assim, mais horizontal, e adoro esses truques que mudam completamente a roupa!

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O jeans azulzinho é da Zara, o cinto é WJ, a bolsa é a Satchel Mini da Adô Atelier e o óculos escuro é da Renner. Como tava com esse look quase básico, aproveitei pra tentar sair com batom mais escuro de boa (era só uma voltinha rápida, no fim das contas), mas não tem jeito, estranhei bastante nas fotos! Comprei o Cabernet da Eudora e juro que tô me esforçando pra não deixar ele muito abandonado, rs…

E pra não perder o costume, a música que batizou o post! Tô mega viciada nesse CD do Gaslight Anthem <3 <3 <3

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=iy8hLP3SFkk?rel=0]

So what you wanna say is my head is a hurricane
Well l-l-l-let me sleep on that, uh huh, alright.
You say I’m hopelessly devoted to misery
Well I don’t wanna be so devoted no more, aw yeah

And all of my friends wanna get into heaven
And all I keep thinkin’ is “I wish you were here”
I heard that they been callin’ me “The Great Depression”
Rollin’ and tumblin’, breakin’ my own heart again

Decor: As Luminárias da Sala

#o post mais aguardado do apê

Siiiim, finalmente vou compartilhar como fizemos as nossas luminárias com lâmpadas expostas da sala! A ideia de ter um blog com temas variados já rondava as nossas conversas faz um tempo, mas foi esse projeto que deu origem a ideia do blog, e meses depois, eis que estou escrevendo sobre ele! 😉 Mas antes, vamos ver o que a gente tinha?

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Não tenho foto do outro lustre antigo da sala, mas quando alugamos o Ap, ele veio com esses dois lustres trabalhados com filetes de vidro. O que ficava em cima da TV era esse mais simples da foto. Na outra parte, outro lustre no mesmo estilo mas com uma camada dupla de filetes. Estávamos tão empolgados com outros detalhes da casa nova (varanda, lareira, chão clarinho) que demorou um pouco pra gente realmente se importar e resolver dar um jeito na situação.

Esse apartamento tem um pé direito bem mais baixo que o último que a gente morou, então tínhamos uma limitação quanto aos estilos de luminária que poderíamos colocar. Ao mesmo tempo, já tivemos experiências meio frustrantes com spots direcionados no ap que moramos em Londrina e com plafons no outro ap aqui. A gente ama luz, e fazia questão de ter algo mais aconchegante. Mas não tínhamos budget pra investir nisso agora.

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Depois de pesquisar muito e juntar várias referências no Pinterest, acabamos decidindo entrar na modinha e ter luminárias com lâmpadas expostas (exposed bulbs) na sala! Vasculhei a internet inteira e encontrei uns modelos prontos bem legais pra comprar por aí, até orcei numa loja e quase compramos online! Mas daí o Rafael foi dar uma volta na Leroy Merlin enquanto eu estava viajando e encontrou esse kit branco da foto por menos de 20 reais.

Estava em SP trabalhando naquela semana, então ele chegou em casa e já instalou, mandando uma foto pra perguntar o que eu achava. Na verdade, o kit vinha com outro outro soquete e o Rafael gostou mais desse liso vendido avulso. Aprovei o resultado, mas achei o branco meio sem graça! E sempre pensei em ter mais de uma lâmpada na luminária em cima da mesa (afinal, a gente ama luz!)

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Resultado: spray amarelo e 3 soquetes! Amarelo é uma das cores que a gente escolheu pra aquecer a paleta da sala, que em breve vai ganhar uma parede cinza clarinho. Quero escrever mais sobre isso qualquer dia, mas eu e o Rafael somos loucos por móveis em diferentes tons de madeira então a nossa ideia principal é ter alguns tons que complementem isso.

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Tudo ia muito bem até a incompetência de alguém pra usar o spray, rs! Sim, manchou. Daí a gente tentou lixar e pintar de novo e manchou mais ainda, por ser de plástico. Não temos muito espaço pra isso aqui e todo esse processo foi realizado dentro de uma caixa na varanda, então era um pouco difícil manter a distância necessária pra usar o spray. O que fazer? Como proceder? Já não estava mais tão convencida com essa canopla em forma de cone como antes, lá pelas tantas comecei a achar que ficaria meio estranha para a ideia de ter 3 lâmpadas e tava esse projeto do Casa de Colorir na cabeça.

Fomos até uma Balaroti (mais perto de casa que a Leroy Merlin) e por R$14 compramos um daqueles spots de metal com a intenção de arrancar o spot e usar só a base. Procuramos uma bem lisa. Na ansiedade acabei não fotografando, mas era um spot com uma lâmpada bem simples. Desmontei e o Rafael usou a furadeira pra fazer os 3 furos para puxar os fios por dentro dela. Depois pintamos com 3 demãos de spray, tomando cuidado para não manchar de novo. Não ficou perfeito, mas adorei o resultado… Ah, no fim das contas, do kit original só usamos os fios, rs!

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O Rafael montou tudo certinho e colocamos essas lâmpadas econômicas decoglobo da Philips, que tem uma luz quente suave (não são tão amarelas) e são bem bonitinhas! Foi a parte mais cara do projeto todo, cada uma custou uns R$25, mas fiquei tão feliz com elas que até relevei. Não tinha muito como economizar nessa parte também, né?

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Umas semanas depois, criamos coragem e fizemos a outra luminária, com o que aprendemos nessa primeira. O mesmo fio, a canopla de spot (dessa vez sem furos) e o soquete liso pintados de amarelo. Já sabíamos que essa parte da sala seria mais simples, com um fio só, mas a ideia de fazer esses dois loops no teto veio depois, olhando pro fio. Como ele não queria parar quieto assim acabei usando dois grampos de roupa amarelo, mas juro que são provisórios, rs! É que trabalhar com fio, especialmente esses mais grossos, nem sempre é muito fácil, né?

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Mais um decoglobo da Philips e voilá! Nada mais de filetes de vidro e lustres retrô por aqui, rs. O resultado final dá pra ver no post com fotos da decor da sala.

* Sobre as luminárias antigas, elas foram cuidadosamente desmontadas e guardadas em uma caixa na dispensa. O Ap é alugado e precisamos ter o cuidado de devolver ele da mesma forma que alugamos… 😉

Lugares: O Melhor Café de Curitiba

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Tenho uns mil e quinhentos posts nos drafts pra terminar, mas nem vou comentar porque vocês já sabem que não dou conta, né?

Juro que a ideia é postar pelo menos uma vez por dia (tenho inspiração suficiente pra isso), e não uma vez por semana, mas entre escolher e editar as fotos e escrever os posts perco um bom tempo, e eu ainda trabalho (bastante nos últimos tempos), cuido da casa, brinco com o Leopoldo, passo um tempo com o namorado, faço pilates 2x por semana, viajo pra trabalhar, viajo pra visitar os meus pais (ou seja, vivo fazendo e desfazendo malas!) e até curto umas horinhas sem fazer absolutamente nada. E não, não vou abrir mão de dormir pra fazer nada disso. =p

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De qualquer maneira, essa é uma daquelas dicas que adoro compartilhar por aqui! O Barista Café abriu esse ano no Juvevê – 15 minutos andando de casa – num lugar bem escondido – e no último mês ir até ali virou um ótimo motivo pra sair, dar uma caminhada e arejar a cabeça durante o dia. A gente demorou pra descobrir, mas virou cliente frequente, e vale muito a pena conhecer!

Não bastasse o lugar super super desencanado e charmoso e os preços ótimos pra visitantes frequentes, ainda tem o melhor café da cidade. De verdade. E só isso. De vez enquanto tem um bolo vendido aos pedaços ou docinhos, mas não vá lá esperando isso.

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O Barista é premiado e tem reconhecimento nacional. Se você pesquisar um pouco no Google ou até no Trip Advisor vai achar um monte de coisas por aí sobre o tal do Barista – o Leo Moço, mas admito que nada disso faria a menor diferença pra mim, se o lugar não fosse isso daí que vocês vêem nas fotos e o café que eu tomo lá não deixasse um gostinho bom na boca, que dá vontade de voltar todo dia!

Curitiba tem várias cafeterias boas e famosas, como o Lucca, o Rause e a Santo Grão no Batel (totalmente fora de mão pra mim =p), e o Café do Mercado (além desses, o capuccino docinho da Goodies também entra na minha lista), que eu conheço e gosto, mas não sou exatamente fã nem cliente frequente.

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Na sequência das fotos de café do post, tem um Clover lá no começo (feito numa máquina diferentona, mix de french press com coado – que pelo que pesquisei, eles são a única cafeteria que tem no Brasil), que vale muito a pena provar, o mocha do Rafael e o meu capuccino maravilhoso.

Barista Coffe Bar
Rua Moyses Marcondes 357
Curitiba, Brazil

Se você ama café, não deixe de visitar! <3

Gato: #LeopoldoFacts 2

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Prontos pra mais uma sequência de fatos do Leopoldo, o gatinho bicolor que eu e o Rafael adotamos? Ele chegou no Ap dia 18 de julho, mais de 2 meses atrás… Mesmo assim, o único post sobre ele foi publicado no dia 5 de agosto, ou seja temos muitas histórias (e fotos!) pra compartilhar dos últimos 45 dias dessa aventura!

Vou continuar a lista que comecei no primeiro post, ok?

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#18 A Primeira Doença
Duas semanas depois da primeira vacina, super tranquila, acabamos tendo que voltar com o Leopoldo no veterinário, dessa vez numa emergência.

Comecei a perceber que ele tava estranho no domingo à tarde: capotou na cama e tava levemente quentinho e meio amuado. Achamos que só estava cansado, mas daí ele recusou comida. Na segunda-feira, ficou muito mais quente, tremendo, e desconfiei que era febre! Corremos pra clínica e não deu outra. Ah, ele tava espirrando também. Comentei com a veterinária e ela deu o diagnóstico: gripe felina!

Uma injeção de antitérmico depois, voltamos pra casa com o pequeno e dois suplementos vitamínicos. A febre baixou, o bicho correu, pulou, comeu. E a febre voltou. Parece que essas coisas são normais em filhote, e sim, o Leopoldo ainda é um bebê-gatinho.

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#19 Hemograma
Na terça-feira, ele voltou no veterinário pra tirar sangue e fazer um hemograma. Tomou mais uma injeção de antitérmico, continuou nos suplementos, e foi melhorando – o apetite tava meio chato mas uns dias depois voltou ao normal. Nós ficamos com o coração na mão mais uma vez de ver o gato doente, mas pelo menos ele melhorou e não deu nada no hemograma.

#20 Arranhador?!?
Logo ele estava comendo e correndo de novo e pior, resolveu arranhar o box baú caro da minha melhor cama do mundo. Sempre que ele faz isso, coloco pra fora, mas não sei se vai funcionar pra ele parar.

#21 Banho de Sol
Ele adora tomar banho de sol na janela do quarto e na cama – nessa época do ano, o único lugar que bate sol diretamente é o quarto, e é ali que ele faz questão de ficar. Inclusive pedindo pra gente abrir as cortinas de manhã.

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#22 Brinquedos Caros
Compramos dois brinquedos importados caros – uma vareta com uma cordinha e um rato de brinquedo na ponta, que faz um barulho de rato de verdade, e uma bolinha com um ratinho dentro, com o mesmo barulho. A vareta ele curtiu um monte, brincou e pulou até cansar. A bolinha ele ignorou completamente.

#23 Elásticos de Cabelo
Atualmente, o brinquedo favorito dele são mesmo os meus elásticos de cabelo. Ele encontra eles pela casa, joga no chão e fica horas esticando, pulando, puxando, correndo com eles na boca pra lá e pra cá. Sim, a gente compra brinquedos caros, os ratinhos continuam espalhados pela casa, mas ele só quer saber mesmo dos elásticos de cabelo.

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#24 Graminha de Gato
Além dos elásticos, outra coisa que ele curtiu muito foi esse vaso com graminha de gato – compramos as sementes, plantamos e cresceu super rápido! Dizem que faz bem pro sistema digestivo dos bichinhos.

#25 Varanda
Ah, também terminaram a reforma do telhado do prédio e conseguimos colocar a tela de proteção, super necessária pra quem faz questão de manter os gatinhos seguros em casa, então agora ele tem acesso liberado pra varanda e passa horas ali olhando os passarinhos  no telhado!

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#26 Hábitos
Se a gente fica muito tempo fora de casa, percebemos que ele fica a maior parte do tempo dormindo. Se antes ele se escondia embaixo dos móveis, agora faz questão de dormir em cima do sofá, olhando pra porta.

Se estamos em casa, ele faz força pra ficar acordado e fazendo companhia pra gente. Quem diria que gatos poderiam ser tão companheiros? Eu não sabia e me surpreendo a cada dia com as demonstrações de carinho!

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#27 Coleira
A gente bem que tentou, mas ele não aceitou usar coleira de jeito nenhum…  então deixamos assim mesmo. Já que ele não tem acesso à rua e fica bem tranquilo em casa, não é tão necessário.

#28 YouTube
No YouTube tem um monte de vídeos feitos especialmente pra gatos – é só procurar lá que tem vários tipos.  Já testamos muitos, e embora ele fique bastante entretido nos que tem passarinhos, não tá nem aí pros de aquários, esquilos e outros bichos.

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#29 Vacinas
Semana passada voltou pro veterinário pra tomar o segundo reforço das vacinas. Estamos esperando a terceira rodada e a anti-rábica pra agendar a castração. Embora tecnicamente ele já possa ser castrado, a veterinária sugeriu esperar um pouco pra ele “amadurecer” – e evitar problemas urinários no futuro. Como não temos problemas de xixi fora da caixa  e ele realmente não tem acesso a rua nem convive com outros gatos, podemos esperar mais um pouco.

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#30 Durapet Bowl
Além dos brinquedos caros, compramos esses potinhos pra ração e água na Rei dos Animais. Eles também não foram baratos, mas o Leopoldo estava usando uns provisórios bem pequenos e está visivelmente crescendo, então precisávamos de modelos que coubessem mais ração. Esses são de aço inox, tem o fundo emborrachado e o quadrado, que usamos pra ração, tem uma das bordas mais baixinhas! Como são pesadinhos, evitam que ele vire enquanto brinca. Usamos o redondo mais fundo pra água – ele toma bastante – o quadrado pra ração seca e o redondo menor e mais baixinho pro sachet de ração.

#31 Alimentação
Conseguimos chegar num equilíbrio bem bacana pra alimentação dele: deixamos a ração seca sempre disponível pra comer quando tiver fome, e todo dia no mesmo horário servimos meio sachet da Royal Canin pra filhotes (Kitten Instinctive). Guardamos a outra metade num potinho na geladeira pra servir no dia seguinte, e tem dado super certo por enquanto.

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#32 Garras
Ontem eu consegui, pela primeira vez, cortar as unhas do gato! A veterinária tinha cortado na primeira visita, a gente comprou uma tesoura específica pra isso mas ele nunca deixava alguém mexer. Ontem enquanto ele dormia, consegui finalmente dar um jeito…

#33 Bagunça
Gatos dormem um monte. E são tranquilos boa parte do tempo também, mas volta e meia o Leopoldo fica agitado – parece um Gremlin alimentado depois da meia noite. Corre, pula, arranha, eriça os pêlos e fica andando de ladinho ou nas duas patas da frente, ou dando uns pulos. Eu acho bem engraçado, mas tem dias que meio que enche o saco, porque ele geralmente entra nesse modo depois da meia noite ou às 6h da manhã. E sim, a gente desistiu de tentar deixar ele dormindo sozinho sala faz um tempinho já… Então ele fica pulando na cama até eu ou o Rafael colocarmos ele pra fora.

#34 Cone
O Leopoldo também tem um arranhador! Compramos um cone e forramos ele com corda de sisal. Ainda precisamos refazer pro acabamento ficar certinho, mas no fim das contas fica mais barato e legal que comprar aqueles prontos que eu acho horrendos… pelo menos os menores.

Ainda temos vontade de executar algum projeto DIY e fazer um mais bacaninha, mas financeiramente falando, tá inviável agora… 😉 Quem sabe quando ele ficar maiorzinho? =)

Beauté: Meus batons queridinhos da MAC

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Já faz um bom tempo que bati as fotos pra esse post, mas demorei um tempão (mesmo) pra escrever.

Beleza é um dos últimos tópicos na lista de coisas que pretendo ter no Ap, simplesmente por que acho que já existem muitos e bons blogs falando do assunto por aí! É só dar um search no Google pra encontrar resenha de quase tudo e muitas amostras de produtos também! Apesar do assunto ter sido a minha porta de entrada no mundo dos blogs de mulherzinha, lá em 2007,  todo o incentivo ao consumo que rola por aí acabou fazendo com que ele perdesse um pouco do brilho pra mim. Todos os meses são milhões de batons com o último tom da moda, o esmalte da novela, aquele delineador perfeito ou a base que deixa a sua pele naturalmente linda, tem-que-ter.

Testei muita coisa nessa fase, e gastei muito dinheiro, mas hoje em dia posso dizer que tenho os meus favoritos, os produtos que enquanto estiverem a venda vou comprar sempre e que eles são suficientes pro meu lado feminino se sentir feliz! E trabalhando em casa, tenho saído muito mais sem maquiagem por pura preguiça. Minha última compra foi um pincel flat da Vult, por puro impulso quando estava dando uma volta na Ikesaki, em São Paulo. Nunca tinha ouvido nem falar dele, mas amo pincéis flat e achei ele muito digno pro corretivo de todo dia. Também compro um ou outro batom colorido, se fico muito tempo na vontade, mas simplesmente não acompanho mais esse assunto com a mesma avidez… alguém mais sente o mesmo?

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Mas daí tem uma coisa que eu acho que posso contribuir com o mundo, nesse assunto, porque faz mais de um ano que eu voltei a usar aparelho, que, apesar de ser “estético” ~de porcelana~, continua me deixando insegura pra usar batons mais chamativos. Qualquer dia desses vai chegar a hora de tirar, mas enquanto isso, vou continuar investindo em cores mais discretas, que façam minha boca sumir no dia-a-dia, rs.

O tamanho da minha boca é bem normal, ou seja, proporcional ao meu rosto pequeno, então tirando essa parte do aparelho nunca tive um drama muito gigante em torno dela. Mesmo assim, desde que entrei pra esse mundo das maquiagens, me encantei com os batons nude! O Myth foi o meu primeiro batom da MAC, é o favorito e vai ser amor eterno pra sempre. Tenho vontade de ter o Fleshpot, que por se mais rosadinho provavelmente orne melhor com minha pele, mas sabe… ele só vai entrar pra minha coleção no dia que eu precisar de um Myth novo e ele estiver muito fácil, rs. Nenhuma pessoa normal precisa de duas variações do mesmo batom!

Então por que diabos tem um Creme D’Nude, vocês me perguntam? Por que ele é bem diferente do Myth. O Myth é satin, um acabamento que as fãs dos batons matte da MAC até acham bem cremoso, mas que pra mim é seco, rs. O Creme D’Nude é um nude totalmente cremoso, com uma boa cobertura, ótimo praqueles dias de inverno que a boca tá seca! É ele que vive na minha bolsa, por que consigo reaplicar de boa em qualquer lugar.

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Já o Brave, bom… eu vi uma amostra do Brave num desses blogs da vida e tinha umas embalagens em casa pra fazer BACK2MAC, aquele esquema que você troca 6 embalagens de plástico usadas por um batom novo na loja! 3 deles eram batons que ficaram velhos (um Myth antigo, um Pink Nouveau e um Please Me), 1 blush, uma sombra e um pó que eu não tinha me adaptado, tentei passar pra minha mãe e pra ela também não rolou, todos comprados naquela fase do auge dos blogs, lá por 2008 ou 2009, pela internet ou quando fui pra Buenos Aires.

Tava na dúvida se pegava o Rebel ou o Brave, mas decidi esperar pelo Rebel – quero muito comprar quando tirar esse treco da boca – e investir no Brave agora, que apesar de mais escuro e um tanto avermelhado, é um cor de boca bem neutro! Do lado do Myth e do Creme d’Nude ele parece ser bem chamativo, mas na verdade ele tem quase o mesmo tom da minha boca natural, ou seja, é perfeito pra dar aquela visual “natural só que melhor”! A cor dele é bem bonita, e o acabamento também a satin, mas menos seco que o Myth (vai entender!).

Sobre o BACK2MAC, fiquei bem feliz com a experiência, já cheguei na loja dizendo que iria fazer isso (fui na MAC do Shopping Mueller), tava com medo de ser mal atendida por que não ia comprar nada, mas o atendimento foi perfeito, padrão MAC, a vendedora me ajudou a testar, foi super simpática, já pegou as embalagens e me deu o batom… sem dramas! Fiquei super contente de ter transformado meus produtos velhos em uma coisa nova, rs! 😉

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Ah, e já que entrei nesse assunto de programas de fidelidade, retorno e cia… queria compartilhar também que fiz o meu primeiro resgate de milhagens da vida esses dias, rs! Sim, eu era completamente inexperiente nisso até pouco tempo atrás, as pessoas não costumam compartilhar muito esses “segredos“, né?

Tinha cadastro no Smiles e acumulava pontos lá e no cartão de crédito, meio que no automático (hoje em dia, viajando a trabalho no melhor vôo disponível na data, tenho milhas acumuladas na Tam e na Azul também… aliás, pra qual deles é melhor transferir as milhas do Mastercard, alguém sabe?), e tinha essas milhas resgatadas no Smiles que iriam vencer agora em setembro.

Não vou conseguir viajar tão cedo e fiquei um bom tempo pensando no que faria, quando entrei no Shopping Smiles e esbarrei com a Smart Case pro iPad Mini que eu cobiçava faz algum tempo! Pensei mais um pouco e decidi que seria um bom investimento, já que era só um pouco mais do que as minhas milhas que iriam vencer e eu poderia continuar com o resto que tá acumulado até pensar no que fazer com elas.

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Fiz o resgate no sábado, chegou na quinta-feira e fiquei super feliz com a “aquisição” – era algo que eu precisava mas nem pensava em comprar tão cedo. Pensei até que o modelo que viria era o de poliuretano, mas fiquei bem contente de ter recebido a capinha de couro! Temos uma de poliuretano no iPad 2, que foi meu e passou pro Rafael quando o meu mini chegou aqui em casa, mas achei esse modelo de couro bem mais resistente!

O que eu fazia antes dessa capinha? Bom, meu irmão trouxe o meu iPad Mini dos EUA antes de lançarem Smart Case pra ele, só com a Smart Cover! Durante um tempo usei uma capinha meio tosca de plástico pra proteger atrás, só que ela quebrou e eu fiquei usando sem por um tempo mesmo. Daí ele ficou todo arranhado… ou seja, além de proteger, essa Smart Cover me ajuda a não ver os estragos que fiz nesse período. 😉

Vida: 600 Quilômetros

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Vou abrir mão de ser linear e de tudo o que eu sei sobre conteúdo pra web. Sabe aqueles posts curtos, com textos diretos e fotos bem bonitas que todo mundo gosta de ver? Esqueça. Esse não é só mais um post pra contar uma história qualquer. Essa é a minha história, a história que talvez seja a grande aventura da minha vida, aquela que quero contar pros meus netos quando for bem velhinha. E sim, vou contar do meu jeito.

Já se passaram quase 10 anos e as memórias ficam meio embaralhadas, tem muita coisa que já esqueci, outras que nem valem a pena lembrar… mas em 2006 passei na UEL e fui morar em Londrina.

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Cheguei a começar o mesmo curso universitário antes, na Univali, ali em Itajaí, perto da casa dos meus pais. Fiz 3 semestres – o suficiente pra descobrir que sim, queria estudar Relações Públicas, mas não, não queria estar ali. Aos 19 anos, vim pra Curitiba fazer pré-vestibular. Tinha juntando algum dinheiro fazendo estágios – sempre estudei em colégio particular e meus pais continuaram pagando as mensalidades depois que fui pra Univali, então não tinha grandes compromissos financeiros – e na mesma época tive uma espécie de emotional break up depois de dois namoros longos que não acabaram da melhor maneira… ou seja, o suficiente pra convencer todo mundo que eu precisava mudar de ares.

Morei por 5 meses num pensionato ali na Silva Jardim, dividindo quarto com a Natália, e acabei decidindo prestar vestibular na UEL por causa do Higashi, que era de Londrina e também morava no Flat do Estudante. Meus pais tinham uns amigos por lá também… admito que não me preparei, não li nada além do resumo dos livros que caiam e nem me informei direito sobre a prova. Fui fazer a primeira fase numa van bate-e-volta que saiu daqui às 5h da manhã, pra chegar lá, almoçar, fazer a prova e voltar. Não achei que fosse passar e entrei em choque quando descobri que tinha ficado em primeiro, na primeira fase.

Na segunda-fase, fiquei hospedada na casa dos pais do Higashi, aquele colega do pensionato, ali na Quintino. Andei pela primeira vez na Higienópolis, conheci o Catuaí e me apaixonei pelo pôr-do-sol. Eu era uma pessoa diferente e não tinha ideia de tudo que aquele lugar me prometia.

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Era uma manhã de um dia de semana, no verão, quando saiu o resultado do vestibular. Só eu e a minha mãe estávamos em casa, em Brusque… O resultado do vestibular da UFPR já tinha saído, e como eu não tinha passado, uns dias antes fui até a Univali pedir reeingresso pra não perder a minha vaga (o combinado em casa era que se o plano não desse certo, eu iria voltar e retomar o que tinha parado). Não me preparei muito por que o resultado foi antecipado, só sairia no dia seguinte. Mas entrava todo dia no site, e fiquei meio ansiosa quando descobri isso…

Olhei a lista, dei search, e lá estava o meu nome. Procurei de novo. Sim, era o meu nome. Relações Públicas Noturno UEL 2006. Fiquei uns 10 minutos ali processando a informação e prevendo tudo que ainda viria. Desci as escadas e falei pra minha mãe, num tom de voz bem normal “passei na UEL”. Ela demorou pra processar. Virou e perguntou “quê?”. “Passei na UEL“.

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Normalmente, quem passa no vestibular, tem um momento bem mais efusivo, né? Mas eu não tinha com quem dividir aquilo! Não conhecia ninguém além de mim que tinha feito a segunda fase da UEL, e essa foi a única vez que me deu frio na barriga. Estava vivendo aquilo sozinha, por conta própria. Ninguém iria me sujar, raspar o meu cabelo, gritar, correr… não haveria trote. O meu medo maior era não ter apoio nenhum naquilo, por que nem eu sabia como seria. A primeira coisa que minha mãe falou, quando contei, antes de qualquer parabéns, resume bem… “E agora?”. Respondi, quase no automático, movida pelo desafio: “Eu vou.” “Vai onde?”. “Pra Londrina, né.

E foi assim que tudo começou. Meu pai chegou em casa pro almoço logo depois, e ele ficou muito mais empolgado do que eu esperava. Era o apoio que precisava. Minha mãe reagiu com os dois pé atrás, já que ela não conhecia Londrina, só sabia que era muito, muito longe.

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Fui fazer minha matrícula umas duas semanas depois, sozinha de novo. Queria muito ver um show que tinha em Curitiba naquele final de semana, e acabei emendando as duas coisas. Pela primeira vez, me hospedei sozinha num hotel. Pela primeira vez, resolvi tudo por conta própria. Aluguei um apartamento (minúsculo) pra morar, me matriculei, enfim… E conheci alguns colegas, como o Yan, que aparece nessa foto aí comigo (no dia da matrícula). Incrivelmente não senti frio na barriga de estar seguindo esse rumo nesses dias. Também não estava completamente aliviada, mas as coisas estavam andando… e eu finalmente deixaria aquele passado pra trás.

Um mês depois, meus pais pegaram o carro e viajaram aqueles 600km pela primeira vez, pra levar uma parte da minha mudança e pegar a chave do apê que eu tinha alugado do lado da UEL, no Universiflat. Levaram aquele PC velho – que tinha pedido pra guardarem quando montaram uma máquina nova – e a TV de tubo que ficava no meu quarto lá em Brusque. Eu não tinha muita coisa além disso, mas ganhei também uma sanduicheira, um liquidificador e um jogo de pratos e panelas. Ainda bem que o apartamento, apesar de micro, era mobiliado.

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2006 foi um ano incrível. Conheci e comecei a namorar com o Rafael (isso ainda rende um post inteiro!). Tive aulas de fotografia. Participei do Intercom Sul aqui em Curitiba. Fiz aulas extra-currículares de redação.

Morei no Universiflat por um ano, e andava 20 minutos todo dia até o CECA, do outro lado do calçadão, onde estudei. 20 min pra ir, 20 min pra voltar – muitas vezes com outros colegas que também moravam ali. Às vezes, ia duas vezes, pra poder almoçar no RU. Mas pra falar a verdade, nem lembro direito o que eu comia lá em 2006 – só lembro que ia bastante fazer compras no Carrefour e volta e meia almoçar em alguma lanchonete.

Não tinha telefone de linha, a internet era via satélite e custava R$45/mês. Meu aluguel era uns R$300 e eu devia pagar mais uns R$50 de condomínio… basicamente, a vida custava uns R$500 por mês, mais o que eu gastava com alimentação (o RU da UEL era R$1,90). Lembro de ter feito as contas e descoberto que eu vivia lá com menos do que gastava de mensalidade na Univali.

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É bem provável que o gasto mais absurdo fossem os R$80 da passagem de Londrina pra BC (não tinha ônibus de Londrina pra Brusque, então meus pais me buscavam na rodoviária de Balneário). E mais R$80 pra voltar. Mas o meu pai comprava e deixava pago, pra retirar no guichê… e assim evitar que eu desistisse de ir pra casa por causa do dinheiro, que era bem contadinho na época.

Quando saí da casa dos meus pais, minha relação com toda a minha família – pais, avós, irmão, melhorou bastante. Quando a gente tá longe dá muito mais valor pras pequenas mordomias que tem em casa. O começo foi bem difícil, e todos os centavos eram contados. Até os da lavanderia. Nos quatro anos que fiquei em Londrina, a situação financeira dos meus pais melhorou bastante também, o que acabou tornando as visitas dele mais frequentes… e me permitiu mudar de casa.

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Um ano depois, fui pra minha segunda casa em Londrina, o apartamento de dois quartos na Guararapes, perto da rotatória da Higienópolis com a JK, bem atrás do ponto do 307/305 que ia pra UEL. Ele era pequeno, com chão de madeira escura, janelas pequenas e não tinha mobília, mas era bem maior que o flat.

Ganhei um guarda-roupas, cama de casal, fogão, microondas, mesa pra sala e um frigobar do meu pai. Uns 6 meses depois, a grande conquista: a minha primeira máquina de lavar roupas! E assim a vida foi tomando forma. Comecei a fazer estágio meio período na EDUEL, e um tempo depois entrei pro Grupo de Extensão que fiz parte quase até o final da graduação. Em 2007 também fui visitar a fábrica da Natura em uma excursão com o povo da UEL e organizamos o inesquecível Vovô Bailar na disciplina de eventos!

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Morei no Edifício Aquarela por 3 anos, e esse apartamento teve muitas caras, apesar de nenhuma nunca ter sido muito arrumada. Isso tava longe de ser a prioridade. Não tinha sofá, e a TV era aquela de tubo de 14′ que veio do meu quarto em Brusque, quando sai de casa. Uns tempos depois, montaram outro PC lá em Brusque e, mais uma vez, fiquei com o antigo (sempre com monitor de tubo!).

Um ano depois que mudei pra esse apê, o Rafael foi morar oficialmente comigo. Ele já estudava na UEL (passou no Processo de Transferência Externa em 2007) e fazia estágio duas quadras pra baixo, quando comprou um computador e instalou lá em casa!

Sempre andei a pé e de ônibus, nunca tivemos carro ou outras mordomias (como notebook!) nessa fase universitária. Íamos no Valentino e voltávamos andando pra casa depois da balada com os amigos. O Pé na Cova e o Estação Café Brasil eram ainda mais perto, e muitas vezes voltamos pra casa só com o dia amanhecendo. Olhando pra trás, era feliz com muito pouco. Economizava a grana que “sobrava” no fim do mês e foi assim que, no último ano da faculdade, comprei o Macbook que me acompanha até hoje à vista.

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Em 2009, comecei a me despedir de Londrina. Muitos amigos já tinham ido embora, e tinha essa coisa coisa estranha de quando você chega no último ano da faculdade: seus veteranos já se formaram, ou seja, você não esbarra mais com eles por aí no corredor. Eu também já quase não tinha mais aulas. Dediquei boa parte do ano ao trabalho de conclusão de curso, e em julho o Rafael mudou pra Curitiba para trabalhar, enquanto fiquei lá “encerrando” aquela fase. Nunca imaginei que minha vida mudaria tanto e aquilo tudo ficaria na memória quase como um sonho.

Curitiba tem sido bem legal com a gente nesses 4 anos que estamos aqui (sabe aquela história “ame uma coisa que ela te amará de volta?” – é essa minha relação com Curitiba!). Em Londrina, conheci muita gente, com quem tenho pouco ou nenhum contato hoje em dia… a vida seguiu. Guardo no coração ótimos momentos e pessoas que admiro de verdade (sou grata pela oportunidade que tive de conhecer, crescer e conviver com gente tão diferente de mim e da minha realidade! <3) e um p*ta orgulho de ter vivido aquilo tudo por conta própria. É a minha história, e ninguém pode tirar isso de mim.

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Em 2010, sai definitivamente da UEL…mas, clichê dos clichês, a UEL nunca vai sair de mim. A experiência de estudar numa Universidade Pública, 600 km longe de tudo que eu conhecia, morar sozinha, morar junto, ficar 9h no ônibus pra ir pra casa e mais 9h pra voltar uma vez por mês, durante 4 anos… o tom de azul único do céu do Norte do Paraná e o pôr-do-sol laranja mais bonito da vida, logo ali no Igapó.

O suco da rodoviária, o bologna do Valentino, o churros e o tempura da feirinha da Lua, o Pastel-do-japonês da feira do lado do cemitério no domingo de manhã, as filas pro dia que tinha lasanha no RU, o refrigerante com bolo que só rolava uma vez por ano lá (no dia do aniversário do RU!), as peças do FILO no Ouro Verde e no Zaqueu, a OSUEL tocando no anfiteatro do Zerão… quantas memórias! Londrina é realmente uma cidade mágica. Meu lugar secreto.

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Quando me formei, já estava morando em Curitiba. Voltei pra lá algumas vezes depois, mas nunca mais teve o mesmo clima daqueles quatro anos, que só quem saiu de casa pra estudar e viveu aquilo com tanta intensidade, sabe o que significa. Obrigada, UEL. Serei eternamente grata por essa experiência. <3

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E claro, obrigada aos meus pais, que apoiaram e bancaram toda essa loucura… sei o quanto eu sou privilegiada por ter os pais que tenho e sei que sem eles anda disso disso teria sido possível! <3

Outfit: Don’t mess with me!

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Adivinha quem acabou realizando um daqueles desejos da wishlist já na sequência do post? Não, gente, ainda não é o meu sonhado Macbook novo… esse post tá sendo escrito no meu amado velho guerreiro! Nem a lente que tô cobiçando muito.. Aliás, preciso transformar aquela imagem da wishlist em papel de parede do celular, rs, tá f*da manter o foco! 😉

O que eu comprei e já usei muito foi o tênis da Adidas novo! Tava muito na dúvida se comprava um Star preto ou algum outro modelo com uma cara mais esportiva, mas foi provar esse Top Ten de cano alto um dia desses que a decisão estava tomada, rs! 😉

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Quem me conhece um pouquinho sabe que sou a louca dos tênis bacanas, e não falo isso da boca pra fora. Uso bastante no dia a dia… e gosto especialmente dos que tem cano alto! Ano passado comprei esse modelo com estampa de oncinha e tachinhas na Black Friday da Santa Lolla e menos de um ano depois a sola já está super gasta! Fico triste e feliz ao mesmo tempo, como ele não é tão frágil assim, é sinal que eu usei muito, então valeu cada centavo… o que é uma ótimo motivo pra adquirir um novo, rs! Não que eu vá me desfazer do antigo, só queria um novo pra não ter que aposentar ele tão rápido, sabe?

Esse Top Ten é bem confortável e versátil, tem vários detalhes que eu amo, como as listras envernizadas, o detalhe em animal print e essa língua um pouco maior com o símbolo da linha Originals! Ah, e o fato dele não ter detalhes metalizados – ou seja, combina tanto com dourado como prata – também é super conveniente!

Passei a semana passada inteira trabalhando em SP e só levei ele comigo de sapato fechado… e deu certo com todos os looks! 😉

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Apesar de trabalhar em casa, tem dias que dá vontade de sair de casa mais arrumadinha, né? Mas sem abrir mão do conforto! Nesse dia, a gente ia só almoçar no Tartaruga aqui perto… Pra isso, legging com detalhe que imita couro (antiga, da TopShop) e camisa da Pool/Riachuelo mais comprida e larguinha, no estilo daquelas famosas da Equipment, com jaqueta (Maria Filó pra C&A) e o tênis! Ah, a bolsa é a Satchel Mini Framboesa da Adô (clica pra ver o que eu falei dela no post sobre bolsas pequenas!), e o óculos é o Nina da Hang Loose que eu uso sempre.

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Apesar de simples e confortável, esse é o tipo de look que me deixa super feliz de ver por aqui! <3

E como sempre, a música que inspirou o título do post, dessa vez com a Brody maravilhosa:

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=XE2051n3O-I?rel=0&w=600&h=338]

“I got the feeling I can break out of anything that is standing in my way”

Outfit: No Oath, No Spell

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Ain, tô apaixonada por essas fotos! Fazia tempo que não curtia tanto publicar um post… achei inclusive que ficaram tão legais que vou até assumir minha pele ao natural mesmo, pelo menos uma vez no blog! <3

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Sempre falei que tenho o rosto bem zoado, e a verdade é que a idade não ajuda em nada, rs. 28 quase 29 anos, acne,  cicatrizes, cravos, algumas sardas, rugas (ainda) superficiais, olheiras, bolsas… enfim, sou uma pessoa normal, né? Já fui em dermato que quis me dar roacutan na primeira consulta, numa das minhas fases mais críticas, mas superei essa fase e hoje boa parte das minhas manchas ficam bem disfarçadas com maquiagem e um pouco de photoshop ou facetune nas fotos (não dessa vez).

Consegui controlar a acne e os cravos mudando de hábitos mesmo: troco a fronha do travesseiro pelo menos duas vezes por semana, só uso papel toalha pra enxugar o rosto e sempre tiro a maquiagem antes de dormir. Acabei descobrindo os produtos que funcionam e não funcionam em mim (aquelas que ajudam e as que só pioram a situação) e tento me manter fiel, principalmente ao pó de acabamento que é sempre o ponto mais crítico. O Duo Mat da Make Up Forever meio que mudou a minha vida. Com exceção da maquiagem, todo o meu “tratamento” é caseiro, com itens de farmácia, mas quem me conheceu uns anos atrás vai perceber uma boa melhora na situação.

Pra completar, essa é a sobrancelha que me restou.  Quando fui adolescente, a moda era usar ela bem bem fina, e eu ainda coloquei um piercing horizontal em cima. Acho que o canto externo já era pra ser zoado naturalmente, mas consegui piorar tudo. Tem uma profissional ótima que faz design de sobrancelhas no salão aqui perto de casa e ela consegue dar um jeito, mas não costumo ficar indo ali toda semana se não tiver algum compromisso “importante” – R$30 é bastante dinheiro na minha fase atual.  Depois de mais de um mês longe, é assim que ela fica… #mejulguem

Acabei fazendo uma pele bem leve nesse dia, e só caprichei mais no lápis em torno dos olhos e no rímel. Mesmo assim, curti demais o resultado! Meu cabelo estava recém tingido, também com tinta de farmácia, e num tom que eu adoro… sequei e dei aquela ajeitadinha esperta com o babyliss (comentei sobre isso no post dos gadgets capilares), tô usando bastante ultimamente, e usei esse casaco oversized amarelo que minha mãe comprou em Gramado, que além de muito quentinho é lindo demais! Tava sonhando com um casaco pesado colorido faz tempo.

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Nesse passeio, domingo passado, a ideia nem era bater foto do look, saímos pra arejar um pouco (era aniversário do Rafael) e testar a Go Pro que peguei emprestada do meu pai! Fomos lá no Bosque Alemão, parque que tem uma vista bem bacana pra isso, e deixei o Rafael a vontade pra fotografar o que ele quisesse com a T2i enquanto me divertia, hehe.

Pra combinar com o casaco, usei essa blusa listrada com manga 3/4 da Zara (tenho faz anos!) e saia de cintura alta super antiga também (comprei quando ainda morava em Londrina), com cinto da C&A (couro + tachas). Meia calça Lupo, bota de montaria Zeket, colarzinho de âncora da Luigi Bertoli e bolsa pequena Marc by Marc Jacobs (comprada na Special Items em 2010).

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Sobre o Bosque: não estávamos muito afim de descer as escadas e fazer a trilha, então ficamos só nessa parte mais alta, que tem a lanchonete/confeitaria… tava super lotado, especialmente pra um domingo gelado e cinzento (acho que dá pra reparar a quantidade de gente nas fotos)! Não foi a primeira vez que fomos até lá, no meu blog antigo tinha até um outro post com fotos nesse mesmo lugar (quero ver se resgato esse arquivo). É uma das paradas da famosa Linha Turismo e por isso é mais conhecido e popular… tá longe de ser dos meus parques favoritos, rs! Mesmo assim as fotos da Go Pro ficaram super legais.

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Pra não perder o hábito, essa é a música que inspirou o título desse post:

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=mYwazp3Rl_8]

Oh, grief, are you as me?
Left some teeth buried in your enemies
We won’t be broken
Theres no curse we haven’t spoken
There is no oath, there is no spell
To deliver us, so help

Cut me loose, I wish you well
No oath, no spell…
No prayer & no hell but the one we made.

Wishlist 14/15

Faz uns anos que não organizo uma  wishlist assim… não lembro por qual motivo parei de fazer isso, já que sempre deu certo quando tentei! Do meu Macbook atual ao sofá da sala, passando pelo carro na garagem e pela minha viagem pra estudar Business English em NY em 2010, todos eles já estiveram em uma wishlist bem parecida com essa, que eu montava, imprimia, colocava uma cópia no mural, outra no caderninho… postava onde quer que estivesse blogando na época, tudo pra não perder o foco no que eu quero/preciso de verdade!

Ultimamente, ando sofrendo bastante com isso… Passo por muitas tentações baratinhas em qualquer voltinha no shopping e é muito fácil perder o controle e gastar tudo o que tenho e até o que não tenho em compras não-planejadas! O meu guarda-roupas está entulhado de roupas e sapatos, que tem alta rotatividade e uso bastante, mas que dispensam qualquer novidade nesse momento. Posso muito bem sobreviver uns bons meses sem nenhuma roupa nova, até porque estamos chegando no verão e essa tá longe de ser a minha estação favorita pra comprar roupas. =p

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Então, o que tem na minha wishlist atual? Contei aqui no blog que há bem pouco tempo comprei duas bolsas lindas da Adô Atelier, então tô super bem abastecida nessa área também! Só tô sentindo muita falta de um óculos escuro “bom” pra usar no dia-a-dia, em viagens de trabalho, etc. Tenho um Ray Ban que ganhei do meu pai uns anos atrás, o Jakie Ohh II, lindo, mas super pesado, um Marc By Marc Jacobs que trouxe de NY e aquele Nina da Hang Loose que é amor verdadeiro, amor eterno, mas esses dois últimos já tem uns arranhões na lente de tanto que uso! Além desses “de grife”, tenho um óculos da Renner e outro da Zara que uso sem culpa por aí… mas queria de verdade um óculos bom novo que não fosse tão pesado e mais confortável. Provei o Erika [1] da Ray Ban quando estava matando tempo no aeroporto um dia desses e me apaixonei pelo modelo, que nem custa tão caro. Tô desejando um mais clarinho, como o cinza ou essa cor aí “sand“, e talvez eu me empolgue qualquer hora pra comprar, se esbarrar com eles numa vitrine (parcelado em muitas vezes!).

O pó da Make Up Forever [2] é reposição-desejo. Já usei um até o fim, tenho outro que dá pra ver a latinha no fundo mas não sai da bolsa… ano passado, quando meu irmão viajou, acabei encomendando o Naked da Urban Decay no lugar dele, mas não me adaptei e não vou mais arriscar! Pretendo usar o Naked até o fim, até porque maquiagem importada é uma dessas coisas que eu preciso que alguém viaje pra trazer, acho absurdamente caro no Brasil comparado com o preço lá fora, e já percebi que nesse caso aí, rola até fazer estoque.

Única exceção: ainda nem terminei o post que tô fazendo com os meus batons favoritos pra usar com aparelho (todos neutros), e já estou em contagem regressiva pra tirar! ;D Pode acontecer a qualquer momento até o fim do ano… e sim, quero muito usar batons escuros, coloridos e marcantes, como o Rebel [3] e o Fixed on Drama [4] assim que me livrar disso! Antes de colocar o aparelho, não me  empolgava com a ideia, já que não queria chamar a atenção pra minha boca. Mas com tudo em ordem quero virar gótica e usar até batom preto, rs! Brincs… meses atrás juntei umas embalagens de produtos vencidos da MAC e fiz o meu primeiro Back2Mac, e apesar do Rebel estar disponível na loja e eu ter amado o bendito, acabei optando por um tom neutro exatamente por causa do aparelho. Assim que tirar, pra comemorar mesmo, vou correr pra uma das lojas aqui em Curitiba e tentar achar um desses dois, apesar de saber que, além de não serem baratos, são difíceis de encontrar. Me desejem sorte! <3

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A lente Wide [5] é uma coisa que eu sinto falta faz bastante tempo! Não quero uma super wide, mas uma 28mm ou 35mm já quebrariam um galhão por aqui, só tenho lentes boas de “retrato” e sim, uma desse tipo faz falta! A zoom 18-135mm que eu tenho não me satisfaz nem um pouco… Pena que lentes boas custam tão caro (também tô querendo uma câmera nova, um flash e uma 50mm 1.4, mas nem vou colocar isso na lista agora pra não ficar muito surreal). =p

O Macbook Pro [6] novo é a parte mais ousada da wishlist, né? Mas também é de longe a mais necessária nesse momento, já que o meu Macbook Aluminum tá completando 6 anos (o modelo dele é Late 2008 – comprei no comecinho de 2009)! Poderia escolher um modelo mais básico, mas o empenho agora é mesmo pra adquirir o Macbook Retina de 15 polegadas… é meu instrumento de trabalho, no fim das contas, então posso chamar de investimento! Vai ser um belo upgrade, já que peso dele é praticamente do tamanho do meu e ele nem é tão trombolhão assim, apesar da tela bem maior e do processador infinitamente melhor. <3 Tô faz um tempinho juntando $$$ pra investir nisso, tá só faltando uma oportunidade, se tudo der certo, chega até o comecinho do ano que vem! Muito foco nessa hora…

De todas as coisas não-urgentes da lista, fechar o braço [7] é a que eu mais desejo, mas taí outra coisa que exige guardar um bom dinheiro e muito planejamento! Sim, eu já tenho ideia de como vou cobrir o que resta do meu braço direito, e com qual tatuador vou fazer isso, só tá faltando chegar o momento certo, já que, apesar de amar tatuagens, tô bem comprometida com esse projeto Macbook aí no momento… mas quem sabe não sobra um trocado pra investir nesse projeto, né? Tudo no seu tempo!

Ao contrário da tatuagem, o tênis novo [8] é uma necessidade! Nessa vida de aeroporto e home office, é o calçado que mais uso (não tem jeito!) e os que eu tenho já tão todos com uma cara meio “caída”. Vou continuar usando todos eles até a sola abrir buraco, claro, mas tô cobiçando um modelo bacana da Adidas Originals, só ainda não consegui decidir qual! Mas também não tô com tanta pressa assim… 😉

O vestido Antix [9] é a única roupa permitida nessa lista. Embora não esteja precisando de nada, em novembro meus avós maternos completarão 60 anos de casados (!!!) e a ocasião super merece um vestido novo lindo! Apesar de amar as coisas da Antix, nunca tive coragem de pagar pelos vestidos, acho bem caros! Sei que ainda é meio cedo pra antecipar a compra, mas a marca acabou de lançar uma coleção nova e tô pensando em dar uma volta na loja do Shopping Vila Olímpia quando for trabalhar em SP de novo no começo de setembro… fica pertinho do escritório e vai que acho um desses modelos lindos do lookbook por lá? Já resolvo o “problema” e não preciso mais me preocupar com isso. Se combinar com um dos sapatos que eu já tenho, melhor ainda! 😉

Enfim, agora vocês já sabem onde pretendo investir o meu dinheiro nos próximos meses… vai ser uma tarefa árdua manter o foco, mas pelo menos agora ele está bem direcionado, né? Vou continuar compartilhando meus looks e passeios por aí, mas tudo naquele esquema Não Repete, aproveitando o que já tenho no guarda-roupas pra criar combinações diferentes e renovar! 😉

Outfit: Please pick a color for your checklist

 #como usar bota over-the-knee

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Tá bom gente, minha bota da Bottero é mais on-the-knee do que over-the-knee, mas o que vale é a intenção! Eu tenho uma bota de montaria “normal” da Zeket que tem o cano bem mais curto do que essa e não tenho culpa que as minhas pernas são compridas (#sóquenão!). Mas sabe… amo ela mesmo assim, e acho que esse é um dos jeitos mais legais de usar esse modelo de bota, que além de lindo é super quentinho, já que o cano mais longo protege bem as pernas do frio!

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Postei outro look com ela aqui, por sinal usando o mesmo shorts! Admito que no dia a dia, por conta da preguiça, acabo combinando mais com legging preta e tricot ou moletom oversized mesmo… é o tipo de look que é bem o meu tipinho, mas pra quem não curte arriscar, #ficadica. Não preciso dizer que nesses casos, a bota pesadona dá uma cara diferente pra um look que poderia ser super normal, né? Odeio cagação de regra tipo “você tem que ter” isso no seu guarda-roupa (cada um sabe o que tem que ter no seu), mas pra mim, foi uma ótima aquisição! ;D

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A jaqueta jeans e a camiseta cinza mescla com estampa Marvel também são compras recentes, da coleção de inverno da Renner! Tá, a camiseta é masculina (muito amor por achar coisas legais em outras sessões da loja), e eu já usei muito! Comprei essa antes daquela dos X-Men e tive que me controlar pra não comprar todas as outras camisetas com estampa de super-heróis  que achei por lá! Minha combinação favorita até agora foi com um blazer verde da Zara (que tá nesse look), qualquer hora fotografo só pra mostrar aqui! 😉

A jaqueta jeans era um desejo antigo que foi crescendo e comecei a sentir muita falta de ter uma… sabe como é, vivi uma parte da minha adolescência nos anos 90 (#velha) e quando tava no colégio, tinha uma jaqueta xodó, super oversized, que me acompanhou durante uns não-tão-bons anos! Depois acabei desapegando e agora tava aqui querendo de novo. Demorei um pouco pra encontrar uma que eu gostasse de verdade! Na própria Renner tinham vários modelos diferentes, mas eu gostei mesmo da lavagem e da cor dessa da Marfinno (um azul não muito claro, nem muito escuro, com umas manchas e desgastes estratégicos mas nada muito over). Ah, e até os botões são bonitinhos. Sou bem chata com essas coisas.

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A bolsa é a Clá da Adô, o short é Carina Duek pra C&A, a meia-calça é uma fio 50 da Lupo que tem mais lycra e é mais confortável que a fio 40 opaca de sempre, e o óculos escuro é da Renner!

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E essa é a música que inspirou o título desse post:

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=IH6proQ8XhQ]

How can we ask for a blanket and a habitat?
How can we ask for a place we can imagine at?
How can we ask for the brightest cities every night? (midnight)

* Fotos feitas no Alto da XV / Hugo Lange em Curitiba numa tarde de sábado no comecinho de julho.