Gato: Apresentando o Leopoldo!

#adotamos um gatinho

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Faz quase 3 semanas que o Leopoldo chegou aqui em casa, dia 18 de julho, nos braços de uma amiga. Depois de uns anos pensando, adiando e planejando, finalmente adotamos um bichinho!

Antes de trazer um filhote pra casa, chegamos a rodar feiras de adoção pela cidade e até visitamos a Sociedade Protetora dos Animais atrás de um gato jovem-adulto, macho, que já viesse castrado e saudável. Acredita que bem no fim de semana que resolvemos fazer isso, a maioria deles estavam sem gatos para adoção? Pensamos um pouco, amadurecemos a ideia, telamos o apartamento inteiro e aceitamos o filhote de coração aberto!

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Mas não dá pra esconder: o começo foi bem pior do que estávamos esperando. O gato passou os primeiros dias enfiado na toca, sem muita interação e sem querer comer… afinal, ele veio de um lar temporário, onde estava com a mãe e os irmãos, e de uma hora pra outra o trouxeram pra cá, sozinho, com esse dois malucos que não tinham ideia do que fazer com um filhote felino de dois meses e meio. Foi de partir o coração ver ele tão assustado.

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Mas daí a gente foi conquistando ele, e ele nos conquistou, de uma maneira muito bonita. Comemoramos cada avanço nessa relação: a primeira vez que ele usou a areia, o primeiro pratinho de Fancy Feast (ele não curte Whiskas Sachet, não tem jeito), a primeira vez que saiu da toca por conta própria, o primeiro dia inteiro sozinho quando fomos pra Brusque pro aniversário do meu pai (super tranquilo), a primeira visita ao veterinário pra tomar vacinas…

Foram 3 semanas cheias de desafios, mas acho que a gente ganhou. Agora o Leopoldo brinca a madrugada inteira, dorme no colo, no sofá, ama um carinho, dá beijinho de nariz e adora ficar perto da gente. Enquanto escrevo esse post, ele tá ali todo fofo e lindo dormindo no sofá. Impossível não se apaixonar por esse filhote de gato maluco, que tornou a nossa vida muito mais divertida.

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Pretendo postar alguns fatos do Leopoldo aqui no blog daqui pra frente, sempre que for conveniente. Ele ainda é só um bebê, mas já deu pra perceber ele crescendo nessas 3 semanas. É só uma questão de tempo pra ele virar um gatão, mas vamos lá…

#LeopoldoFacts

#1 – Eu e o Rafal somos dois bobos olhando quando ele começa a pular pra lá e pra cá na ponta dos dedos, no modo gato-maluco, geralmente com um ratinhos de brinquedo nas patas ou na boca.

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#2 – É muito engraçado assistí-lo brincando pela sala. Às vezes, ele se desequilibra e cai, levando um super susto (sempre de alturas pequenas, já que ele é bem medroso).

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#3 – Até agora, já compramos 5 desses ratinhos – todos estão desaparecidos no momento em que escrevo esse post. Os favoritos são os coloridos com penas e chocalho.

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#4 – A ração que ele mais curtiu foram os sachets da Royal Canin pra filhotes. Ele fica tão tão louco que quase come o pote junto. Mas ele também fica de boa com a ração seca (estamos dando a Golden para filhotes) e gosta do Fancy Feast de Salmão.

#5 – Toma muita, muita água, sempre que tem sede, direto no potinho. Sem frescuras.

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#6 – Assiste TV e fica louquinho com o mouse correndo na tela do computador.

#7 – Ama sentar no teclado quando a gente tá trabalhando (como todo gato), mas ainda não pira nem um pouco com caixas.

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#8 – Ronrona MUITO alto, sempre que ganha carinho.

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#9 – Miou bastante durante a segunda e a terceira noite. Agora ele é praticamente mudo, só mia quando quer brincar de esconde-esconde (se enfia em algum lugar e se a gente não dá bola mia esporadicamente pra chamar a atenção).

#10 – Quase não solta pêlos.

#11 – Escuta os vizinhos subindo as escadas do prédio e fica olhando pra porta, esperando alguém entrar.

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#12 – Usa a areia de boa, mas fica mais feliz quando colocamos sílica na caixa (gruda menos nas patas).

#13 – Ainda não sabe lidar com as visitas, fica escondido quando vem alguém em casa e não sai de lá de jeito nenhum.

#14 – Clínica veterinária da primeira consulta: Maison Chien, na Itupava (escolhemos por ser perto de casa e 24h, o que pode ser útil em caso de emergências). O atendimento foi muito, muito bom, ele ficou super calmo e tomou vacina sem nenhum drama.

#15 – Melhor pet shop pra comprar brinquedos e ração até o momento: Rei dos Animais, no comecinho da XV de Novembro, perto do pontilhão da Nossa Senhora da Luz.

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#16 – O aquecedor elétrico (a óleo) ajudou muito a quebrar o gelo e tirar o filhote da toca nos primeiros dias. Deixamos ligado numa temperatura morna (pra ele não se machucar) e a combinação de calor + barulhinho fez com que ele se sentisse mais à vontade e dormisse melhor. Foi o primeiro amor dele aqui em casa, haha.

#17 – Estamos perdidamente apaixonados.

Café: Minhas Cápsulas Favoritas da Nespresso

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Quando o assunto é café, acho que podemos dizer que vivemos bem cima do muro aqui no Ap. Apesar de não sermos muito fãs de coisas gourmet no geral, acabamos com 2 máquinas de café em casa, e uma delas é sim uma Nespresso (a Essenza).

A Dolce Gusto chegou primeiro, e cumpriu bem o papel dela até o dia que começamos a usar a Nespresso do meu pai em Brusque e sofrer com a vontade de ter uma também! Aí veio a Black Friday do Submarino e compramos a nossa por R$199! Ainda usamos bastante a Dolce Gusto pras bebidas com leite e geladas, especialmente agora no inverno, mas definitivamente não é dela que eu vou falar nesse post!

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Pra quem gosta de café de verdade, não dá nem pra comparar a Dolce Gusto com a Nespresso. Mesmo que você não goste de café forte, as cápsulas mais suaves da Nespresso são incrivelmente melhores que a maior parte dos espressos que você  vai tomar em qualquer lugar. E isso pode se tornar um problemão.

Outro dia a gente foi até lá na loja do Shopping Barigui reabastecer nosso estoque de cápsulas e aproveitei pra fotografar as minhas favoritas!

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Acabou de comprar uma Nespresso e quer explorar o delicioso mundo dos diferentes sabores de café? Esse é o kit básico, na minha modesta opinião! E sim, você vai notar a diferença entre cada um deles mesmo que não seja um expert. Quando se der conta vai estar até harmonizando sabores e aromas com os acompanhamentos, rs.

O Cosi (Intensidade 3), o Volluto e o Dulsão do Brasil  (Intensidade 4) são bem suaves. A diferença entre eles é que o Cosi tem um leve toque cítrico (de limão!), o Volluto é mais amanteigado e o Dulsão é bem leve e “adocicado” (não é nem um pouco amargo)… Aliás, é o meu preferido de todos!

O Rosabaya de Colombia (Intensidade 6) e o Roma (Intensidade 8) são mais intensos, ou seja, bons pra tomar pela manhã ou acompanhando um doce bem doce! Segundo a descrição do site da Nespresso, o Rosabaya tem aroma de frutas vermelhas e o Roma tem sabor amadeirado!

Não sou muito boa de perceber essas referências, apesar de notar a diferença…  já provei quase todos os sabores (aqui e na casa do meu pai!) e esses viraram os que acabo comprando sempre! Ah, eu só tomo café sem açúcar e mesmo os indicados como “espresso”, acabo preferindo “longos”.

O Rafael curte tomar café bem curto, e é fã dos mais intensos (o Darkhan e o Kaazar, que tem intensidade 11 e 12 respectivamente), mas pra compensar, ele coloca bastante açúcar! =p

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Comparando as cápsulas da Nespresso com da Dolce Gusto, dá pra ver que elas são bem diferentes e mais bonitinhas, né? Sobre o preço, uma caixa do Cosi, Volluto ou Roma custa R$15 por 10 cápsulas. O Rosabaya e o Dulsão são mais caros e custam R$19 o sleeve, por serem Pure Origin. Só dá pra comprar Nespresso online ou na loja (aqui em Curitiba fica lá no Barigui!) e esses preços são fixos.

Já o preço da Dolce Gusto varia bastante, quase todo supermercado tem as caixinhas pra vender, mas a gente procura sempre comprar em promoção. Geralmente pagamos entre R$17 e R$19 a caixinha com 16 cápsulas! Mas já vi por aí por até R$28… No caso do capuccino e de outras variedades que precisam de 2 cápsulas dá uns R$2,30 por café… ou R$1,20 se você pegar os cafés como o Espresso Barista, que é o melhor café “puro” disponível pra Dolce Gusto (é uma cápsula só). Ou seja, por 30 centavos a mais por cápsula já dá pra tomar café de verdade na Nespresso.

A grande diferença entre a Nespresso e a Dolce Gusto (e outras máquinas monodose), pra quem gosta de café, é que a Nespresso é realmente uma máquina de café espresso, e as cápsulas tem café de ótima qualidade, com a extração feita com pressão mais alta que a maioria das máquinas de café espresso caseiras, inclusive. Algumas cápsulas de Dolce Gusto tem café solúvel, mas mesmo quando tem café de verdade a qualidade é bem diferente, tanto que eu preciso colocar açúcar pra tomar! 😉

Já pensamos bastante sobre ter uma máquina tradicional de espressos em casa também, mas uma terceira máquina seria um super exagero… e meu pai tem uma Gaggia que acabou abandonada depois da Nespresso! Essas cápsulas tornam tudo bem mais prático e os cafés realmente são muito bons. <3

Outfit: Easy/Lucky/Free

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Sabe aqueles dias que você acorda com uma vontade louca de experimentar alguma combinação diferente, ou resgatar aquela peça esquecida no guarda-roupa? Foi mais ou menos assim que surgiu esse look!

Comprei essa legging estampada na Marisa pensando em um uso bem específico: passeios charmosos de bicicleta pela cidade. O tecido é molinho e gostoso, o preço era bom, e ela não é nem um pouco transparente… mas eu raramente sou adepta de estampas chamativas! Resultado: acabou semi largada, junto com o wedge sneaker da Arezzo de dois invernos atrás. Nunca mais saímos pra andar de bicicleta

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Resolvi dar uma chance e usar os dois juntos… e já que estava ousada pros meus padrões, coloquei a camiseta estampada da sessão masculina da Renner pra completar! Comprei essa dos X-Men e uma de malha cinza-mescla dos Avengers por R$39,90 cada e tenho usado bastante, qualquer hora libero o post com as fotos da outra aqui.

O casaco preto também é da Renner – anos atrás tive um modelo bem parecido, só que  C&A… usei até abrir buraco! Quando encontrei esse foi impossível largar ele nas araras – e a bolsa preta é a bucket mini, temporariamente aposentada por conta das outras duas bolsas da Adô que comprei esses dias! Usei tanto essa… mas o tamanho é ótimo e ela é muito prática!

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Bom, acho que nem preciso falar que tá longe de ser um dos meus looks favoritos, né? A Ingrid, que trabalhou comigo na Infracommerce aqui em Curitiba ano passado, postou esses dias um look com a mesma calça, que achei que funcionou bem melhor que o meu. =p O único problema é que nunca – jamais – vou usar legging sem ser com uma camiseta mais comprida na parte de cima. Não interessa se ela é ou não transparente, se tem cintura alta, whatever…  legging pra mim vai ser sempre legging, ou seja, não é calça. =)

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*Fotos batidas em junho de 2014 na atual sede da Fundação Cultural de Curitiba, antiga fábrica da Matte Leão, no Rebouças.

E essa foi a música que inspirou o título desse post:

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=RozuwUlX7MI]
I never really dreamed of heaven much
Until we put him in the ground
But it’s all I’m doing now
Listening for patterns in the sound
Of an endless static sea

Música pra dirigir #01

Esse é o primeiro post que eu escrevo aqui, tenho alguns no draft, mas precisam de uma certa trabalhada antes de ir pro ar. Então pensei em escrever sobre alguns hábitos do dia a dia que acabam passando desapercebidos, como ouvir música ao dirigir.

Nós não temos exatamente um rádio no carro, temos uma traquitana chamada Moovi que nada mais é do que um amplificador wi-fi escondido no painel do carro. Você liga seu celular ou qualquer coisa que emita som por um cabo p2 em um aparelinho emissor que manda o som via wi-fi pro amplificador. Apesar de parecer revolucionário em termos de segurança já que o carro não tem rádio aparente, ele é muito burocrático e pede toda uma preparação antes de escutar alguma coisa como: carregar a bateria do dispositivo wi-fi, conectar no celular/ipad/ipod ajustar volume no celular e etc. Se rolasse um bluetooth seria bem mais simples, porém a versão com bluetooth foi lançada anos depois. Mas voltando, só tenho coragem pra fazer toda esta função em trajetos mais longos, como ir de casa até onde dou aula, que geralmente é uma viagem ou quando vou pegar a estrada mesmo.

Normalmente ouço uns podcasts, mas como todo bom refém da indústria cultural tenho mania de ter trilhas sonoras para o ato de dirigir. E assim para cada destino, dependendo do hora do dia ou situação lembro de uma música, que traz uma memória, cores, imagens e etc. Aproveitando que tenho escrito quase nada por aqui, vou registrar algumas em formato de lista. Essa primeira é de coisas que vem a minha cabeça quando vou pra casa dos meus pais, no norte do paraná.

Destino
Londrina > Curitiba

Morei em Londrina de 2000 até 2009 e logo que mudamos pra Curitiba uma das coisas que mais me chamou a atenção é de como as cores daqui são mais acinzentadas ou frias, mesmo em dias de sol. Talvez seja a posição de Londrina no globo e o clima, mas lá o sol bate de uma forma diferente, principalmente no outono, o sol é bem amarelo e sempre que vejo algo assim me dá uma sensação de “Voltando pra casa” e logo vem aquela guitarrinha do começo de Stay and Gone. Mas Londrina também tem dias frios e cinzas que parecem que não passam com horas do tamanho de anos que me lembra Magnetic Hill. Por último,  a sensação misturada de ânimo/sono/cansaço de chegar no norte do paranã logo pela manhã depois de dirigir metade da madrugada pede algo como um café forte sem açúcar ou 4/16 em níveis ensurdecedores.

Get Up Kids – Stay and Gone

Amanhece de novo e agora?

[youtube]VrZd2Z1rJrg[/youtube]

 

Land of Talks – Magnetic Hill

The road smell fine

[youtube]mhbK5i51ZBc[/youtube]

 

Silent Drive – 4/16

Antes do sol se por

[youtube]19dTsEDTou4[/youtube]

Outfit: Time Lapse Lifeline


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Estamos no comecinho “oficial” do inverno, com um clima supercinzento e um tantinho gelado, mas a Curitiba está cheia de flores! Acho que rola toda uma confusão climática nessas plantas de países frios que tem espalhadas por aqui – como nosso inverno é moderado, elas ficam louquinhas e imaginam que já estamos no começo da primavera. Será?

Em 2010, quando fui pra Nova York, visitei o Jardim Botânico do Brooklyn (pra comemorar, resgastei o post original \m/ daquela época), e ele estava cheinho de flores de cerejeira. Foi lindo, completamente apaixonante… mas era abril, ou seja, começo da primavera no hemisfério norte! De qualquer maneira, aquele jardim me marcou um monte, tanto que as flores de cerejeira viraram uma das minhas espécies de flores favoritas.

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Não são lindas? As que florecem aqui são de uma espécie diferente das que vi em Nova York – descobri que existem mais de 300 tipos de árvores chamadas de cerejeira – algumas são conhecidas pela madeira nobre, outras pelos frutos. Elas precisam de frio para florecer, e no Japão, marcam o fim do inverno e o início da primavera, por isso são super festejadas e aguardadas.

As flores de cerejeira também são cheias de significado. O meu favorito? Como elas são belas, mas duram pouco, são uma metáfora pra efemeridade e pros ciclos da vida.

E já que estamos falando de Japão, fui até a Praça do Japão bater fotos e ver as cerejeiras, claro! Sim, ela também está cheia de árvores floridas. E com esse clima cinzento elas se destacam mais ainda na paisagem.

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Sobre o look: depois de estudar combinações em fotos por aí, fiquei querendo muito uma bota over the knee, mas não tive coragem de comprar nenhuma das que vi nas lojas em Curitiba, achei todas caras demais! Pra mim é meio absurdo pagar mais de R$400 numa bota que sei que vou destruir de tanto usar, rs. E mesmo que seja de couro e dure muitos invernos com os cuidados certos (levar no sapateiro, mandar hidratar, etc), não tinha tanto dinheiro assim pro “investimento”.

Daí aproveitei a ida pra Brusque pra tentar achar um modelo mais em conta (minha bota de montaria da Zeket foi comprada lá no inverno passado!), e acabei com esse modelo da Bottero, que é mais uma bota de montaria de cano longo do que uma over the knee propriamente dita! Não foi tão barata quanto eu queria, mas mesmo assim foi mais em conta do que as que vi por aqui. =x O salto é emborrachado, o que faz com que seja mais confortável de andar por horas do que a de montaria da Zeket, que tem salto de madeira. O couro dela também é bem molinho, o único drama é que nem sempre ela fica “fechadinha”, por ser aberta atrás do joelho.

Apesar de não ser tão básica (preta com salto é marrom e fivelas “ônix”), achei bem versátil e já usei bastante, por cima de legging e meia calça. Fica bem quentinho e protegido e ainda dá pra usar aquelas meias de neve da Decathlon que eu amo pra reforçar! Nesse dia, usei com uma meia-calça da Trifil que simula meia 7/8 e o shorts preto da segunda coleção da Carina Duek pra C&A. Com o casaco compridinho (tava na wishlist desse inverno e achei na Squalle), deu uma carinha mais sexy, rs. Não é muito a minha vibe, mas até que curti o resultado, achei que ficou bem “eu”. Por baixo, camiseta da Renner cinza mescla.

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Bati essas fotos no domingo passado e tive que sair meio correndo de casa pra almoçar – meus pais estavam na cidade e viajariam em seguida. Acabei perdendo a hora, por isso fui com os cabelos ao natural, o que é bem engraçado já que raramente saio de casa assim! Bom, agora dá pra entender o que eu digo quando falo que meu cabelo não é liso nem ondulado, né? Com o babyliss eu consigo modelar essa parte mais lisa de cima e dar uma forma mais definida, mas quando ele só seca, sem escova nem nada fica desse jeito. Também estava bem desbotado e com uma raiz castanho-acizentada enorme, mas acabei de dar um jeito nisso depois de uma longa indefinição! =p

O óculos é o da Renner que eu tenho usado direto e a bolsa é a Clá do Adô Atelier! Ela entrou em promoção e depois de usar a minha Bucket Bag Mini preta praticamente non-stop nos últimos 6 meses, decidi adquirir a Clá amarelinha e a Mini Satchel Framboesa de uma vez só (parceladas em 10x no PagSeguro, o que pra mim significa nenhuma bolsa nova até 2016, rs!). Tenho feito um esforço pra carregar cada vez menos peso quando saio por aí (minhas costas agradecem!) e essas bolsas pequenas e lindas são um ótimo incentivo! E ainda acrescentam cores nos meus looks quase sempre monocromáticos.

Como são super bem feitas, com materiais ótimos (couro, de novo!) e modelos bem atemporais (apesar do modelo retangular da Clá me lembrar bastante da Gucci Soho Disco Bag que tá na “moda”), vão durar bastante na minha mão. Tô preferindo investir nelas do que em bolsas da Renner que vão durar um ano e ir pro lixo, sabe?

Se preparem pra uma overdose delas por aqui! 😉

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A música que inspirou o título desse post:

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=qvFALSUopFE]

“Back it up, back it up – stop, fast-forward, rewind 
And watch the sun watch the moon taking turns in the same sky 
And you were dead as the leaves, now you’re new like the springtime 
Back it up, back it up – stop, fast-forward, rewind 
And once it’s done…”

Inspiração: Os blogs que inspiram o Ap21G

Comecei a montar uma lista de blogs que acompanho pra fazer o Blogroll do “Apê” e me empolguei pra contar um pouco do que inspirou a gente na ideia de ter um blog pra juntar as minhas tralhas com as do Rafael…

Tudo começa aqui:

YoungHouseLove
O Young House Love é meu blog favorito da vida. Faz uns bons anos que acompanho as reformas, mudanças e a vida da Sherry e do John, admito que a primeira coisa que me fascinou foi o projeto fotográfico da Clara, que conheci quando ela ainda era um bebezinho careca fofo. Embora eles foquem bastante nessa questão da decoração faça-você-mesmo cheia de garimpos e de como dar uma cara nova pra coisas antigas (que eu amo!), também gosto um tantão da maneira como eles expõe o cotidiano e como isso se reflete na casa.

No blog, eles já contaram, por exemplo, que se conheceram em Nova York, quando o John foi contratado como gerente de contas na agência de publicidade onde a Sherry era redatora. Eles fizeram alguns jobs juntos, mas o romance só engatou depois que um deles decidiu sair do trabalho (ou algo assim). Depois de um tempo namorando, decidiram que queriam uma vida mais tranquila e se mudaram pra Richmond, na Virginia, onde a irmã do John morava. O John arranjou um trabalho por lá, e a Sherry virou redatora freelancer. Foi nessa época que surgiu o blog. Daí eles casaram, compraram uma casa, tiveram uma filha (a Clara!), mudaram de casa e acabaram de ter outro bebê, o Ted.

A casa deles é um reflexo de todas essas histórias e é uma delícia acompanhar algo feito com tanto amor – o Young House Love não tem cara de revista, nem conteúdos terceirizados ou zilhões de posts diários.

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Embora eu não seja tão fã do A Beautiful Mess quanto sou do Young House Love, acho outra referência bem legal pelo mix de conteúdos funcionar super bem. Gosto das fotos sempre bem produzidas, e dessa mistura de “coisas bonitas” – crafts, fotografia, receitas, decoração, moda, beleza… sei que muitas vezes essas coisas podem parecer super distantes, mas elas estão incrivelmente bem amarradas na proposta das irmãs Elsie Larson e Emma Chapman.

Eu não curto tanto os conteúdos muito terceirizados (sou blogueira old school, rs), sei que fazer tudo ser tão lindo dá um trabalhão! De qualquer maneira, o conteúdo é sempre 100% original e blog é cheio de boas dicas, então vale a pena conferir!

Além desses blogs, eu gosto muito do Cupcakes and Cashmere e dos looks despretensiosos da Lia. O que mais eu leio por aí? Qualquer hora dessas tem o blogroll completo.

Dica: Meias de Neve da Decathlon

Essa semana o frio voltou oficialmente pra Curitiba! Não sei se veio pra ficar, mas me fez lembrar desse post que comecei a preparar quando minhas meias chegaram, mas que ficou meio abandonado porque tava incomodada com aquele layout antigo!

Depois de semanas de enrolação extrema, acabamos comprando um template pronto de WordPress pra personalizar… saudades da época que eu fazia meus próprios layouts e era só inserir as tags certinho no HTML pros posts rolarem (#soudessas). A estrutura melhorou bastante, não vou negar, mas essa complexidade toda as vezes enche o saco, né? Ainda tem um monte de traduções e outras adaptações pra fazer por aqui, e arquivos pra subir e tudo, mas vamos com calma… um dia a gente chega lá! Por enquanto, vamos vivendo num blog em obras.

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Mas voltando ao assunto da vez, que são meias e não o blog, faz uns anos que comprei o meu primeiro par de meias de neve da Wed’ze na loja física Decathlon. Acho que a unidade do Barigui tinha recém aberto. Tenho os pés bem gelados e sinto muito, muito frio… ou seja, não existe inverno fácil pra mim! Esse primeiro par encontrei no auge do frio, numa daquelas correrias pra comprar malhas térmicas. Lembro que só tinha um par do meu número, e apesar de ser pink, acabei comprando mesmo assim!

Usei bastante, sempre escondendo as meias dentro da bota ou debaixo da legging, e virei super dependente. Essas meias são 3/4 e bem quentinhas, não acumulam umidade (uma beleza pra quem tem problema de suor nos pés!)… enfim, valem cada centavo! O único problema é que as duas lojas da Decatlhon que tem por aqui são tão bagunçadas que dificilmente você vai encontrar variedade de cores ou numeração por lá. Parece que estão eternamente sem estoque.

Ano passado achei uma cinza, do mesmo modelo da pink, também perdida na loja que parecia ter passado por um arrastão. Foi o suficiente pra perceber que eu precisava estocar algumas (já que nunca dou conta de lavar todas as roupas de inverno). Sabe o que eu fiz esse ano? Me antecipei e comprei 3 pares na loja online antes mesmo do frio chegar! É ou não é amor verdadeiro, amor eterno?

Com cores mais básicas, rola usar elas com um pedacinho pra fora da minha bota de montaria (da Zeket), como na foto acima. Fica muuuito quentinho, mesmo.

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Nesse pedido, acabei comprando duas do mesmo modelo que eu já conhecia, inclusive uma nova cinza, que é o First Heat (19,90 cada), e admito que me empolguei um pouco além do que devia pra colocar a Dream Heat no carrinho,  já que ela custa mais do que o dobro das outras (R$49,90, ouch!). Mas tudo bem, foram cem reais bem investidos, já que ninguém merece ficar com os pés congelados por aí e não vou precisar de meias de inverno novas tão cedo. ;p

A diferença entre os modelos? As duas First Heat que eu tenho dos outros invernos estão cheias de bolinha e com carinha de gastas por causa das inúmeras lavagens. Ainda servem pra usar em casa e dentro das botas, mas deixam um pouco a desejar. Pelo pouco de tecidos que conheço, sei que essa é uma característica bem comum em lã acrílica, que é basicamente do que elas são feitas.

Lã natural é bem mais quentinha e durável… essa última, por sinal, é uma característica que está presente na maioria dos tecidos “naturais”. Por isso muitas vezes vale a pena dar uma olhada nas etiquetas das roupas! Algodão, lã, seda… não dá nem pra comparar com poliéster e acrílico, né? Por isso que essa Dream Heat acaba sendo mais cara! Esses materiais também são mais “nobres”.

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Dá pra ver bem a diferença entre elas olhando a composição! Sim, rolou um errinho no enquadramento da foto, na parte preta da embalagem da Dream Heat tem também os 37% de lã acrílica… mas mesmo assim ela tem bem mais lã e até seda na composição. Não usei ela tanto assim ainda pra garantir que vai durar mais, mas é o que eu imagino… achei o acabamento melhor, ela é um pouco mais fina, mais “bonitinha” (dá pra notar na foto das 3 juntas) e tão quentinha quanto.

Super necessária? Com certeza não! Se você está procurando uma meia pra deixar os pés quentinhos quando a temperatura chegar à uma casa decimal, a First Heat é perfeita e está na média de preço das meias mais grossas que você vai encontrar por aí. Mas eu achei que a Dream Heat vale o “mimo”. Só não adianta correr pra procurar elas na loja física! Pague o frete e compre online, tem até uma opção com frete mais barato pra retirar na loja, se você estiver realmente afim de economizar… eu preferi pagar pra entregar em casa, demorou um pouco mais que o prazo previsto, mas recebi sem problemas!

P.s.: Essa dica é completamente espontânea! Até procurei pra ver se a loja online da Decathlon não tem um Programa de Afiliados pros links, rs, mas acho que não tem mesmo, então vale deixar bem claro: esse não é um publipost e eu não ganhei nem vou ganhar nada por compartilhar o meu segredo de sobrevivência no blog! 😉

Decor: A sala do Ap21G

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Desde que projetamos esse blog, a ideia era mostrar muito mais do que os meus looks do dia. Depois de mais de 6 anos morando juntos, temos bastante coisa “de casa” pra compartilhar, mas organizar isso dá um mega trabalhão!

A sala aqui de casa, por exemplo, é um dos meus cômodos favoritos, mas tá sempre tão “usada” que fica difícil bater fotos com ela organizada! Basicamente, até tenho uma mesa de trabalho no quarto-closet (o maior quarto do apê que a gente mora tinha dois armários grandes embutidos, por isso virou closet, mas usei uma das paredes pra minha mesa!), e o Rafael tem o escritório dele em outro quarto menor da casa, mas a gente curte mesmo é trabalhar juntos nessa mesa das fotos (geralmente com a TV ligada e a lareira acesa!).

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Aproveitei que a diarista passou por aqui ontem pra bater essas fotos nesse momento de calma! Rs. Algumas foram feitas à noite, e outras hoje de manhã, pra testar a iluminação. Como não tenho uma lente wide decente pra esse tipo de foto, tive que usar a 18-135mm, o que faz com que tudo fique meio escuro. =p Mas acho que dá pra sentir o clima, né?

Sobre os móveis, mesa, cadeiras, aparador e cristaleiras (que viraram bibliotecas) foram comprados uns 3 anos atrás na Feistock em São Bento do Sul e são nossos xodós. O sofá e o rack da TV vieram da Tok&Stok, e a mesinha das cafeteiras forrada de gibi é antiga, do Rafael, e a gente tratou de “reformar”. Vale dizer que nenhuma dessas coisas foram compradas pra esse apê, já que a gente ainda nem morava aqui na época!

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Outros detalhes: tapete, capas de almofada e a manta do sofá vieram de Leroy Merlin, e também foram garimpados aos poucos! A cortina e o varão são da Tok&Stok (antes da gente mudar pra cá, ficavam no quarto do antigo apê!) e o abajur é da Etna. As luminárias do teto com lâmpadas expostas foram feitas pela gente… qualquer dia rola um tutorial! Esses grampinhos ali são meio xunxo já que o fio não quer ficar no lugar…

Processed with VSCOcam with f2 preset

Processed with VSCOcam with f2 presetOs quadros da parede também são xodó! Do lado da porta da varanda, um pôster especial feito pro lançamento do Star Trek Into Darkness no IMAX. Essa moldura era um quadro meio genérico comprado com 70% de desconto na Tok&Stok, mas a gente resolveu substituir por esse que ~brilha no escuro e tem a Enterprise~!

Na outra parede, pôster da exposição do Cartier-Bresson no MoMa e serigrafia feita pelo Dan Grezca (numerada!) pra turnê do Murder By Death – os dois vieram na mala quando fui pra NY em 2010 e mandei emoldurar tempos depois. Prefiro assim do que pôsteres genéricos, esses tem tudo a ver com a gente! 😉

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Olha a nossa hortinha linda ali na varanda! Posso dizer que é parte da decor também?

Ainda temos uns projetos pra executar nessa sala, sonhamos em trocar esse sofá por um em L mais confortável, ter uma mesinha de centro amarela, uma estante suspensa em cima da TV com plantinhas, uma parede cinza e mais umas coisas, mas eu fico bem feliz de olhar essas fotos e ver que esse apartamento cada vez mais tem a nossa cara. Não sou muito fã daqueles móveis sob medida, e no fim das contas é aí que fico a maior parte dos meus dias de home officer.

Outfit: This fire grows higher

junho-shorts_e_meia_calca-3-post Acharam que eu iria abandonar o blog assim? Aproveitei que tivemos um tempinho no fim de semana pra fotografar esse look quentinho e bem curitibano! Usar shorts com meia-calça é marca registrada do inverno daqui, quando conseguir subir os looks do meu backup (tô tendo que fazer isso manualmente!) irão aparecer mais um monte deles.

Tenho esse shorts da coleção da PatBo para C&A faz um tempinho, mas admito que acabo usando pouco por não conseguir coordenar direito com o meu guarda-roupa! Ele é feito de couro fake e tem um corte meio boxer, (com aquele “v” invertido na lateral), mais esportivo, além de ser um pouco mais comprido atrás que na frente, mas ao mesmo tempo tem esses detalhes de miçanga e pérolas e o matelassê que deixam ele mais phyno.

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O tricot perfeito pra (finalmente) combinar com ele encontrei esses dias naquela Noela que tem em alguns shoppings aqui! Tava 60 reais, não é exatamente uma pechincha mas também não é absurdamente caro, né? Ele é bege e tem uns fiozinhos dourados no meio, o que dá um brilho bem discreto e orna com as pérolas do shorts! Como tava meio frio e pra variar não tinha nenhuma segunda pele branca lavada, tive que apelar pra camisa de manga longa branca da Renner por baixo, ela tem a gola reta e achei a sobreposição com a canoa do tricot ficou bacana, no fim das contas.

Coloquei o meu casaco preto (que já anda sozinho) por cima pra sair e combinei com o tênis da Keds todo preto também! Podia ter colocado uma botinha, mas acho que o Keds super combina com o modelo esportivo do shorts e no fim das contas é quase um oxford, só que ainda mais confortável. A bolsa é a bucket bag do Adô Atelier de sempre.

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As fotos foram feitas na região da Rua Riachuelo e nas escadas do prédio onde eu moro.
E essa é a música que inspirou o título do post:

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=qkk5wViJo-I]
And if you feel just like a tourist in the city you were born
Then it’s time to go
And define your destination
There’s so many different places to call home
Because when you find yourself the villain in the story you have written
It’s plain to see
That sometimes the best intentions are in need of redemptions
Would you agree?
If so please show me
This fire grows higher
When there’s a burning in your hear

Outfit: The Sun

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Mais um look que ficou guardado no cartão da câmera por mais tempo que o esperado! Pena que nem rola me empolgar muito, já que as últimas semanas foram bem agitadas e nem fizemos mais fotos… então por enquanto essas são as últimas mesmo! Vou tentar resgatar os arquivos mais recentes do Laços e Tachas enquanto não temos novas por aqui e andar com uns outros posts que tão parados.

Essa vida de home officer é cheia de altos e baixos, né? Tô tocando esse projeto e quase não saio de casa, e quando saio raramente me arrumo, já que é pra ir pro Pilates. Fico semanas sem usar um pingo de maquiagem na cara! O que no fim das contas é bom já que estou mais acostumada com a minha pele ao natural…

Daí fui duas semanas consecutivas pra São Paulo, pra participar de reuniões, mas sempre com vôos saindo às 6h da manhã (pra chegar lá cedinho e fazer o dia render!)… Fiz uns looks bem interessantes pra quem viaja só com bagagem de mão, mas não rolou nem bater foto de #aerolook. E agora o Rafael também tá dando aulas, então não tenho mais fotógrafo de plantão.

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No dia dessas fotos, o clima tava mais tranquilo que agora (gelou de vez!), e resolvi recriar um look que tinha usado uns dias antes pra ir no cinema pra bater fotos e dar uma voltinha no bairro. Mais uma vez, nenhuma dessas peças é novidade no meu guarda-roupa, mas desconfio que ainda não tenham aparecido em fotos!

O vestido lady like de oncinha é da TopShop, comprei em 2012 em SP e perdi a conta de quantos galhos ele quebrou desde então! Já usei pra ir na festa de fim de ano da firma, pra passar o Natal em família, pra sair na “náite” e até pra ir no cinema e passear por aí. Adoro essas peças super versáteis e qualquer coisa com animal print funciona assim pra mim.

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O resto do look foi todo preto com dourado… bolsa bucket mini Adô Atelier, cardigã Maria Filó para C&A, bota preta Zeket (procurei muito uma pra substituir a da Santa Lolla que eu tinha e tava super detonada, e no fim das contas minha mãe foi encontrar essa por um preço ótimo em Brusque), meia-calça mais grossinha Lupo e óculos da Renner.

E essa foi a música que inspirou o título desse post:

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=0-wmnbfNdN0]
It’s early and bright out
The sun swallowed me
I’m glad that you’re here with me
This is where I want to be
This is where I want to be
The sun swallowed me