Outfit: Bienal de Curitiba II – Solar do Barão

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Feriado no meio da semana, aquele que alguns reclamam (por não poder emendar), mas todos comemoram porque né, sendo bem honesta, não é nada mal trabalhar dois dias, folgar um e trabalhar mais dois. Ainda mais hoje, pós-show do Bad Religion no Master Hall aqui em Curitiba.

O meu segundo show dos caras (pra mim uma das bandas mais coerentes e honestas que o rock já viu) foi novamente incrível e inesquecível (tão incrível que tá rolando um BRday aqui em casa hoje). Doctor Graffin e cia mandam tão bem que mesmo não tocando todas as músicas “clássicas” (Broken e New American ficaram fora do setlist) nem a minha favorita (Epiphany) ainda me deixaram quase sem voz com Social Suicide, Sinister Rouge, Let Them Eat War, Generator, 21st Century Digital Boy, e claro, Infected (e mais umas 19 músicas, haha).

Depois disso, é óbvio dizer que acordei tarde e meio (completamente) preguiçosa. Pra piorar tudo, amanheceu um daqueles dia megacinzentos que todo mundo ama em Curitiba (aham, Cláudia).  Sair de casa só com algum (bom) incentivo pra tirar o pijama. Que tal experimentar o tal do pavê de amendoim do Bella Banoffi (que tanto vejo o povo tuitar sobre) e dar uma esticada no Solar do Barão ver mais uma parte da Bienal (e finalmente estrear a T2i aqui)?

Sobre o pavê, muito digno. O Bella Banoffi continua bombando, o cardápio mudou bastante desde a última vez que consegui ir lá, mas ainda é incrível. Só não curto muito o fato de sempre ter fila nos fins de semana e toda aquela muvuca. Sou chata pra cacete, eu sei, mas prefiro lugares mais sossegados.

Sobre essa parte da Bienal, gostei bem mais dela do que do MON. Vídeos bacanas, exposições fotográficas idem (o meu lado arquiteta frustrada adorou a da arquitetura híbrida que aparece nas fotos do post). Ainda pretendo visitar os outros locais, mas pra quem tá na dúvida de onde ir, o Solar tá bem válido (e é de grátis!).

Sobre a T2i, câmera boa, mesmo com a lente do kit, faz toda a diferença na qualidade das fotos. A Pentax do Rafael já estava bem idosa e a minha Panasonic (que sempre quebrou um galhão) ficava devendo um tantão pra câmeras mais “potentes”. Apesar de ainda estarmos aprendendo a mexer na Canon, a diferença nas fotos já é perceptível! =p

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Mais um look preguiçoso e confortável. Não chega a valorizar o corpo (como seria mais adequado), e me deixa até meio gordinha, mas né, total vida real isso. Quem não acorda com vontade de usar um jeans larguinho (esse da MOB é MUITO confortável) e só complementar com peças básicas? O cardigã antiguinho da Zara foi customizado e ganhou botões dourados, que ajudaram a dar uma cara nova pra uma peça que eu já tinha cansado de usar (e que era bem sem graça!). Por baixo, regata com renda da Renner (já apareceu aqui antes!).

Complementando, bolsa tipo sacola de tecido bem antiga (comprei em Gramado no começo de 2008) e o meu velho oxford da Schutz (lembram dele?) que também foi reformado recentemente. Adorava a cor antiga, mas nobuck é tenso. Tava tão manchado que só me restou apelar pra Sapataria do Futuro e tingir (aproveitei pra trocar o taquinho que tava detonado também, e com isso ganhei um sapato praticamente novo).

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Pros curiosos de plantão, esse foi o resultado. Sapataria do Futuro é ou não é amor?

Outfits: Uma tarde no museu (ou Bienal de Curitiba no MON)

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No último domingo eu e o Rafael fomos finalmente visitar um dos espaços onde está acontecendo a 6ª edição da Bienal de Curitiba. Pra quem não sabe, temos uma amiga muito querida que trabalha na organização do evento, e na edição passada fizemos até figuração nas fotos do catálogo oficial. Queria ter ido antes, mas a nossa agenda nas últimas semanas andou bem lotada: o Rafael participou do RDesign em Floripa no fim de semana de abertura (culpa do Anticast, e um ótimo motivo pra mim visitar a família em Santa Catarina) e um grande amigo casou em Itu no fim de semana seguinte (ou passado!), o que deu origem a uma das roadtrips mais inusitadas do nosso carrinho. Então…

Itu é uma cidade bem gracinha, e juro que queria ter fotos pra compartilhar, mas a viagem foi puxada, bem correria mesmo. De qualquer maneira, ficamos num hotel bem simpático, sugestão dos noivos, chamado Vila do Conde. Se alguém estiver procurando hospedagem por lá, fica a dica! O café da manhã é uma loucura.

Voltando a Bienal, ela começou em meados de setembro e segue até novembro em diversos espaços de Curitiba. Esse fim de semana começamos pelo MON. Siiim, aquele famoso museu conhecido como Olho, mas que na verdade representa uma araucária, ali no Centro Cívico (o que tem tinha o Parcão atrás).

Apesar de já ter visitado um tantão de museus de arte famosos (Malba? Já fui. MET? Been there. MoMa? Guggenheim? Whitney? Então…), confesso que não sou a mais entendida pra falar do assunto. Na edição passada, a Sol ficou explicando várias “obras” pra gente e achei bem legal ter essa visão. O que eu mais gostava nesses museus em NY era a chance de utilizar a visita guiada com audio… praticava inglês ao mesmo tempo que podia aprender mais sobre aquilo com a ajuda dos artistas e dos curadores.

Aliás, semana passada em Itu tivemos uma boa discussão sobre isso, enquanto visitavámos um museu de história mantido pela USP lá. Um dos amigos que foram junto no carro morou um tempo em Londres e chegou a visitar a Escócia, e ficou bem incomodado com o simples fato de ter um monte de regras pra entrar e não poder bater fotos dentro do museu. Tanto na minha experiência americana quanto na européia dele, a impressão que tivemos é que a relação que as pessoas tem com história – e com arte – é bem mais próxima. A impressão que tenho é que aqui no Brasil os curadores insistem em manter essas coisas distantes e inalcançáveis para a maioria das população. Mesmo assim continuo insistentemente frequentando e tentando entender, nem que seja do meu ponto de vista, o objetivo daquelas obras. Ah, fiquei bem feliz de encontrar aqui em Curitiba um vídeo que eu já tinha visto (com o audio guiado!) na Whitney Bienal do ano passado. 😉

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Sobre o look que usei na visita (e pra um café e uma voltinha no shopping mais tarde!), tenho que admitir (não lembro se já falei antes disso aqui!) que não consegui cumprir nem por um mês a promessa de não comprar nada feita há alguns meses. Talvez se eu tivesse registrando cada look diariamente, talvez se eu tivesse mesmo empenhada em não ficar falida… mas nada disso aconteceu. Continuo falida e o guarda-roupas continua (cada vez mais) entupido de roupas. De qualquer maneira, fiquei bem feliz com algumas das minhas novas aquisições! (vale avisar que algumas das coisas que aparecem nesse post pela primeira vez também não são tão novas, como o relógio de pulseira dupla da Swatch!).

Acho que dá pra perceber que tô numa fase completamente caveirística, né? A sapatilha da Santa Lolla era um antigo sonho de consumo que só realizei há umas duas semanas e estou completamente apaixonada (e já desejando outras… socorro!). O pingente da H. Stern foi presente do Rafael quando a gente fez 5 anos de namoro em março, e se eu não tivesse meio que largado totalmente o blog com certeza ela já teria aparecido antes!

O resto do look não é nada inovador, na real. Saia preta da linha Just B da Renner (recém-adquirida, mas é tão básica que nem dá pra contar…), blusa preta com mini póas da Zara (já apareceu nesse look aqui, porém com uma básica preta por baixo – nessa versão tá com branco!), meia-calça fio 40 da Lupo, jaqueta de couro fake da H&M e bolsa Special Items by Marc Jacobs.

Ah, e claro, o cabelo. Comecei cortando a franja de leve em julho e radicalizei no último corte. A idéia era fazer um corte inspirado na Freja Beha nessa foto, e apesar do meu cabelo ainda estar meio curto pra ficar desse jeito, fiquei bem feliz com o resultado (e meio revoltada porque meu cabelo demora anos pra crescer, enquanto a minha franja não dura duas semanas!).

Beauté: Meus Perfumes!

Se existe um motivo pelo qual nunca escrevi sobre isso aqui é porque considero uma coisa bem pessoal. Mais até que do maquiagem, já que perfumes tem muito de química com a pele, gostos pessoais e tudo isso. E enquanto maquiagem dá pra fotografar e mostrar como ficam as cores – pelo menos no meu tom de pele – como fiz em alguns posts sobre blushs e sombras, perfumes vocês vão ter que confiar nas minhas impressões e ponto.

Além de tudo, não sou a maior fã nem digo que não viveria sem eles. Eu só gosto. De manhã, depois do banho, antes de dormir, acho que no geral eles ajudam com bem-estar e dão até um ânimo a mais. Admito que mesmo sem ser muito fã, acho que se estiver com uma roupa meio furreba mas com um cheirinho bacana, já me sinto melhor. Ou seja, não me incomodo tanto assim de investir em perfumes se eu realmente gostar… Antes desses que vou mostrar aqui, tive vários outros, entre eles o 212 Sexy da Carolina Herrera, que apesar de ter gostado bastante quando vi uma prima usando (nela), em mim não rolou e acabei passando adiante, e dois kits Z Y X da Natura que eu gosto muito (usei os dois até o fim!) e sei que, cedo ou tarde, vou acabar comprando de novo. Dos nacionais, são de longe meus favoritos e acho que tem um ótimo custo-benefício, já que até a fixação (pelo menos em mim) é super boa!

Atualmente, são esses os sobreviventes que tenho na estante e uso tanto no dia-a-dia quanto em ocasiões especiais (foram todos comprados em freeshops ou em viagens, por isso não tenho a menor idéia de quanto custam – ou mesmo se estão disponíveis – no Brasil):

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1. Nina Ricci – Nina: Vidro mais lindo! Tenho a versão de 50mls. Pra mim é muito, já que o cheiro dele é bem forte, não dá pra ficar usando muito nem todo dia! Ok, isso é questão de gosto, mas eu fico feliz com pouquíssimas sprayzadas (uma na nunca, outras duas nos pulsos). Fazem dois anos que comprei e tá pela metade. Compraria de novo com certeza!

2. Hugo Boss – Deep Red: Perfume de todo dia, não tenho coragem de dizer que é o meu favorito porque amo o Nina também, mas foi o primeiro perfume que me apaixonei. No dia que comprei o 212 Sexy (que já nem tenho mais), ganhei uma amostra dele (daquelas com vaporizador de 5mls) que usei até o fim e tive certeza que precisava do vidro grande! Comprei junto com o Nina na viagem que fiz pra Buenos Aires em julho de 2008, mas quando tava pela metade comecei a alternar com outros porque né, é meu cheiro favorito. Não é tão forte nem tão marcante como o Nina, mas também não é um perfume-nada. Ele tem cheiro de perfume sem ser enjoativo e sei que vou usar ele pra sempre.

3. Marc Jacobs – Daisy: A versão que tenho é roll-on, comprada na Sephora. Como não uso muito perfume (ou seja, eles demoram pra acabar), e tenho os dois de cima em versão 50mls, resolvi comprar pra experimentar e também pra levar em viagens. O cheirinho é bom, mas acho bem invernal, assim. Ou seja, forte! Gosto da versão roll-on que eu tenho pros dias que a rinite tá mais atacada.

4. Philosophy – Amazing Grace: Assim como o Daisy, tenho a versão menor pra viagens, um vidrinho de 15 mls encontrado perto dos caixas da Sephora da Union Square. Segundo o site da própria Sephora, é um perfume “soft”, ou seja, mais suave. Acho super simpático e curto que ele não deixa aquele cheiro de perfume, é algo bem natural e básico, do tipo “que cheiro bom que você tem”, e não “qual perfume você está usando”. O vidrinho tá pela metade e vai bater um desespero logo logo já que esse acho que não tem mesmo no Brasil.

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Pesquisando descobri que tanto o Deep Red quanto o Nina são considerados fragrâncias florais-frutais, também conhecidos como cítricos-florais, ou seja perfumes que tem cheiro de flores com um toque cítrico. Desconfio que seja por isso que eu goste tanto deles. Do meu conjunto amado da Natura Faces, o Z é cítrico, o X é floral e o Y é “adocicado”.

O 212 Sexy que não rolou em é oriental-amadeirado. Isso explica muita coisa e principalmente me faz desistir de vez do Miss Dior Cherie, que também é amadeirado e sei que não faz muito meu estilo (acho o vidro lindo e já tentei gostar dele, mas não tem jeito!).

O Daisy e o Amazing Grace são perfumes florais e admito que apesar de gostar acho que são um pouco enjoativos. Ausência das notas cítricas? Hm, acho que tô finalmente começando a entender melhor minhas preferências aromáticas depois dessa pesquisa! ;D

Beauté: DiorSkin Forever X Nude

Sou 100% adepta das bases líquidas desde comecei a me interessar por maquiagem! Tenho a pele mega sensível, e rola uma certa rejeição a qualquer tipo de produtos em pó (doei o Studio Fix da MAC que eu tinha pra minha mãe porque ele me deixava cheia de cravos!).

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Fazendo uma retrospectiva básica, só pra contextualizar, durante a minha teenagerhood, minha pele era bem-boa e como várias amigas, era super adepta de um combo 3-1 da Avon (1) que prometia ser corretivo-base-e-pó na hora de sair a noite. Nem sabia que existia ainda, mas fui olhar no catálogo online e lá está ele, com uma embalagem diferente mas prometendo as mesmas coisas! Nunca usei inteiro, mas era bem prático.

Depois dos 20, minha pele começou a zoar, e eu decidi investir em uma base boa. Acabei comprando a base Extremo Conforto da Natura (2) de uma colega que vendia na faculdade (a minha cor era o bege translúcido) e usando ela até o fim! Amava muito aquela base, apesar de considerá-la bem cara! Quando acabou, estava descapitalizada e comprei a Perfect Face do Boticário (3), que não é exatamente barata, mas também não é tão cara quanto a da Natura, e usei misturando com um hidratante por um bom tempo. Inclusive ainda tenho uma bisnaguinha aqui (a segunda) dela porque gosto bastante quando quero economizar as bases mais caras! Minha pele é bem oleosa hoje em dia, ela não ajuda muito com isso, mas pelo menos também não piora a situação e o cheiro é bem suportável (tenho um problema bem sério com cheiros em cosméticos!).

Como eu uso base todo dia, gosto de ter as de cobertura mais leves pra ocasiões menos formais, e além dessa do Boticário tenho a Healthy Skin Enhancer (4), que na verdade é um Tinted Moisturizer, da Neutrogena, comprado na Duane Reade. Ela tem uma proteção solar bem boa, retinol e é bem levinha na hora de passar, deixando a pele com cara de saudável mesmo. Se você estiver indo viajar, recomendo!

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Ano passado, depois do falatório todo gerado pela DiorSkin Forever, acabei adquirindo a minha no StrawberryNet e virado completamente adepta. Porque além de ter a pele mais branca do mundo, a minha ainda é manchada (cor-de-rosa) e tem tendência a acne. Saca “pele de fudid*“? É a minha. E odeio ficar me olhando no espelho, então não esperem que mostre o resultado dessas bases na prática aqui!

Mas minha pele não é sempre assim. É sazonal. Esporádico. Tem épocas que ela fica linda, tem épocas que fica foda. Por isso, me recuso a aderir ao Roacutan, mesmo que um dermato louco lá de Londrina tenha tentado me receitar o maldito na primeira consulta. Enfim. Não acho que questões estéticas custem a minha saúde.

A DiorSkin Forever foi a melhor solução que encontrei pra esses probleminhas básicos, porque a cobertura dela é MUITO boa, fininha e até que bem natural, segura um tanto a oleosidade e enfim… é a base perfeita e eu concordo com todo o falatório, apesar de que ela transfere bastante (saca quando você fala no celular e ele fica sujo de base?) e às vezes dá uma impressão meio “emborrachada” na cara. Especialmente se a pele está no período bom e você não precisa dessa cobertura toda.

Como sou muito adepta da Forever, quando percebi que o vidrinho estava só com 1/3 do conteúdo original, me empolguei pra comprar um novo na viagem. Mas acabei deixando pro freeshop da volta, já que em Guarulhos rola uma parcelada básica no cartão. Quando cheguei lá, não tinha mais na minha cor. Por causa disso, resolvi comprar a Nude, também da Dior e que já tinha ouvido falar super bem!

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A Nude é, na prática, uma versão mais leve da Forever. A cobertura não é tão pesada, mas pra compensar, ela é ainda mais fininha e líquida, não deixa a cara emborrachada e transfere menos. Enquanto a Dior promete uma cobertura matte, a Nude fala em “luminosidade natural”. Gostei bastante do resultado, não deixou minha pele mais oleosa e até que esse negócio de luminosidade natural é bem bacana. Mas ela só dá conta quando a minha pele não tá num estado extremo, já que a cobertura dela é mais leve.

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Como dá pra perceber, uso a versão mais clara das duas, e se você comparar tanto no vidrinho quanto quanto fora da embalagem, vai achar o Forever mais escura que a Nude. Na prática, elas são iguais, já que depois que seca a Nude fica um pouco mais escura. Ah, é. A Forever seca super rápido (na hora de aplicar, exige uma certa agilidade), a Nude seca rápido também, mas não tanto, então a aplicação é mais fácil.

Tô feliz em ter as duas opções, mas se fosse pra escolher uma só, ficaria com a Forever. Não que eu não esteja gostando da Nude, mas é que em certas situações só a Forever dá conta mesmo!

Tanto a Forever quanto a Nude estão disponíveis no Morangão (o link tá no nome dos produtos), e tem em alguns sites nacionais também, embora seja um pouco mais complicado achar a minha cor por aqui!

Outfit: Jaqueta H&M no Jardim Botânico do Brooklyn!

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Se tem coisas que eu tava procurando (e vocês podem ver aqui comprovar aqui), comprei e realmente usei muito na viagem, foram duas jaquetas, a de couro “de verdade” do Michael Kors que comprei na Century 21, e essa de couro “de mentira” da H&M, que é tipo perfecto e tem os ombros meio marcados.

Realmente acho que couro veste super bem e tem lá suas vantagens, porque ele é levinho e esquenta muito, muito mesmo. Pra ser equivalente, tem que ser uma jaqueta de malha de lã super pesada, mas eles causam efeitos bem diferentes no visual, né?

Mas também tenho coração, e não gosto muito da idéia de usar uma vaca morta nas costas. Claro que faz parte do esquema todo, afinal, já que eu como carne (e admito que gosto), porque não usar tudo o que dá dela? Bom, eu não sei… mas quando comprei a jaqueta lá, acabei optando por um modelo bonitinho e moderno, mas mais clássico, que espero poder usar por muitos anos.

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Já essa jaquetinha… veio da H&M e é tão fake quanto meu cabelo loiro, mas é impossível não olhar pra ela e pensar por quanto tempo esses ombros marcados vão ser “cool”. Ela custou uns 50 dólares (não é exatamente uma pechinca, mas dêem uma olhadinha no post na Zara…), mas é bem bonitinha e ajustada (de novo aquele negócio do tamanho!) e eu vou usar muito esse inverno e quem sabe até no próximo, porque como tudo chega meio atrasado aqui, é provável que os ombros marcados durem até o inverno do ano que vem pra todo mundo poder usar. Mas a tendência não é pra sempre.

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Pra completar o “look“, calça jeans Zara, tênis bem velhinho da Adidas que foi pra ficar nos EUA (e não voltou mesmo, já tenho um mais novo do mesmo modelo), cardigã da Zara por baixo (e alguma malha da Renner que não aparece na foto), cachecol de moletom da Imaginarium e bolsa BDG para Urban Outfitters.

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Não estranhem o corte das fotos, elas foram batidas com timer, sem tripé, e nem sempre saem como a gente quer!!! Mas o cenário ajuda um monte, né? O Jardim Botânico do Brooklyn é ma-ra-vi-lho-so, dei sorte de ir lá bem em abril/maio, quando as cherry blossoms estão todas floridas, é lindo demais!!! Essas fotos foram no segundo fim de semana (mais exatamente, 18 de abril) e esses dias estavam bem gelados!!! Se a minha memória ainda permite, sim, passei frio com essas roupas lá (mas dêem um desconto porque saí pra ir pro Brooklyn Museum (vale a visita) e acabei esticando até no Botanic Garden).

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