Outfit: Don’t mess with me!

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Adivinha quem acabou realizando um daqueles desejos da wishlist já na sequência do post? Não, gente, ainda não é o meu sonhado Macbook novo… esse post tá sendo escrito no meu amado velho guerreiro! Nem a lente que tô cobiçando muito.. Aliás, preciso transformar aquela imagem da wishlist em papel de parede do celular, rs, tá f*da manter o foco! 😉

O que eu comprei e já usei muito foi o tênis da Adidas novo! Tava muito na dúvida se comprava um Star preto ou algum outro modelo com uma cara mais esportiva, mas foi provar esse Top Ten de cano alto um dia desses que a decisão estava tomada, rs! 😉

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Quem me conhece um pouquinho sabe que sou a louca dos tênis bacanas, e não falo isso da boca pra fora. Uso bastante no dia a dia… e gosto especialmente dos que tem cano alto! Ano passado comprei esse modelo com estampa de oncinha e tachinhas na Black Friday da Santa Lolla e menos de um ano depois a sola já está super gasta! Fico triste e feliz ao mesmo tempo, como ele não é tão frágil assim, é sinal que eu usei muito, então valeu cada centavo… o que é uma ótimo motivo pra adquirir um novo, rs! Não que eu vá me desfazer do antigo, só queria um novo pra não ter que aposentar ele tão rápido, sabe?

Esse Top Ten é bem confortável e versátil, tem vários detalhes que eu amo, como as listras envernizadas, o detalhe em animal print e essa língua um pouco maior com o símbolo da linha Originals! Ah, e o fato dele não ter detalhes metalizados – ou seja, combina tanto com dourado como prata – também é super conveniente!

Passei a semana passada inteira trabalhando em SP e só levei ele comigo de sapato fechado… e deu certo com todos os looks! 😉

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Apesar de trabalhar em casa, tem dias que dá vontade de sair de casa mais arrumadinha, né? Mas sem abrir mão do conforto! Nesse dia, a gente ia só almoçar no Tartaruga aqui perto… Pra isso, legging com detalhe que imita couro (antiga, da TopShop) e camisa da Pool/Riachuelo mais comprida e larguinha, no estilo daquelas famosas da Equipment, com jaqueta (Maria Filó pra C&A) e o tênis! Ah, a bolsa é a Satchel Mini Framboesa da Adô (clica pra ver o que eu falei dela no post sobre bolsas pequenas!), e o óculos é o Nina da Hang Loose que eu uso sempre.

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Apesar de simples e confortável, esse é o tipo de look que me deixa super feliz de ver por aqui! <3

E como sempre, a música que inspirou o título do post, dessa vez com a Brody maravilhosa:

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=XE2051n3O-I?rel=0&w=600&h=338]

“I got the feeling I can break out of anything that is standing in my way”

Outfit: New Eyes Open

neweyesopen4Mais um look do ano passado no ar! Procês verem que eu nunca pensei em abandonar o blog, mesmo quando deixei de postar, rs… Essas fotos foram batidas em dezembro, e o look foi montado pra estrear o Keds vermelho que eu tinha me presenteado de Natal! Logo depois acabei comprando um todo preto também, na empolgação, mas nessa época aí tava bem louca pra usar esse vermelho com meia calça, blusa listrada e saia plissada desse jeito!

Sempre gostei muito (muito mesmo!) de tênis, mas nunca tive um Keds antes! Meus favoritos sempre foram os modelos SL e Superstar da Adidas e os Converse de botinha. Acho esse modelo prático e fofo, procurei um monte de inspirações no Pinterest antes de comprar e usei bastante no verão, até voltar pra febre das botinhas. Ver essas fotos me deixou com vontade de montar uns looks diferentes com esses tênis de novo, agora que o clima tá permitindo o retorno das meias-calça (nessa época aí, apesar de ser em pleno “verão”, ainda estava fresco o suficiente pra sair assim!).

Processed with VSCOcam with f2 preset Processed with VSCOcam with f2 preset Agora uma novidade bem bacana pra seja lá quem forem os meus leitores… Nas próximas semanas, vou começar a migrar todo o conteúdo do Laços e Tachas pra um novo endereço… Desde que mudamos pra esse apartamento, talvez antes disso ainda, eu e o Rafael pensamos em produzir conteúdos legais sobre as coisas que a gente curte (lugares bacanas, fotografia, filmes, livros, café, comida, instrumentos musicais, e claro, meus looks =p) e inclusive já temos registradas algumas coisas que podem virar posts em breve… só que tudo ficou meio parado nesse tempo porque demoramos pra decidir como batizar esse “filho”.

Parecia que nenhum nome prestava, até que no último fim de semana finalmente achamos a combinação perfeita! Por enquanto só falta a primeira fase do layout entrar no ar e migrar todo o conteúdo daqui pra lá!

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Logo eu volto pra contar qual é esse nome pra vocês… P.s.: Fotos feitas nas redondezas de casa! Usando blusa listrada Zara, meia-calça fio 40 Lupo, tênis Keds, saia plissada Dress To para C&A e jaqueta Carina Duek para C&A.  😉

E essa foi a música que inspirou o título do post:
[youtube http://www.youtube.com/watch?v=4VI2AJ0WnPU]

It’s the best part of all this
Cause we have been left for dead
In our own fucking beds
Forced to start again
With new eyes open
The end’s where it begins

And that’s what I like about it
It’s not so complicated if you go right through

Outfit: Black me Out

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Outro dia estava navegando aleatoriamente na internet e esbarrei umas 3 ou 4 vezes com o termo “normcore“. Sem entender direito o que ele queria dizer, fui dar uma googlada básica e rapidamente descobri que o normcore é a tendência “anti-fashion” do momento.

Assim como o minimalismo que marcou a segunda metade dos anos 90, o normcore é uma contestação de toda aquela invasão de estampas, releituras e ícones da moda que a gente viu aos montes nesses últimos anos. Ao invés de peças estampadas, rendadas, brilhosas, com babados, transparências e todo tipo de (excesso de) informação, a ideia é que as roupas venham limpas e com uma modelagem bem “anti-marcas”.

O normcore quer ficar longe das passarelas e das tendências, e não dá muita bola praquele conceito de “se expressar por meio do vestuário”. A ideia é exatamente não se destacar no meio da multidão, rs. Não vou me aprofundar muito sobre isso, mas tem uns textos bem legais explicando a tal da anti-tendência no Google (vale a pesquisa =p) e essa conta bem legal no Instagram com looks de streetstyle normcore.

Tô escrevendo sobre isso porque desde o inverno passado, quando ainda nem se falava do termo, vejo itens mais práticos invadindo o meu guarda-roupa. Passei boa parte do inverno rigoroso usando moletons – daqueles bem quentinhos e meio genéricos comprados na Decathlon – pra trabalhar e outras atividades do dia a dia, e o verão com regatas super básicas em preto, branco ou cinza.

Ultimamente, ando super numa vibe all black&grey e quase não tenho usado acessórios. Mesmo sabendo que nem eu vou conseguir lidar com essa anti-tendência por muito tempo, fico felizinha de ver que tá rolando todo um questionamento contra todos os excessos por aí!

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E no fim das contas, esse look tem uma cara levemente normcore na camiseta cinza de malha mescla da Renner, combinada com jeans liso e básico (da Zara) e nos detalhes em preto (jaqueta, bota e cinto), né? Quando sai pra fotografar, queria muito muito registrar um look com essa botinha/coturno da Zara, que é minha paixão do momento! O salto grosso faz com que ela seja super confortável , e eu queria muito uma bota com salto grosso e cano mais justinho pra usar bem assim, com jeans! Adorei que encontrei essa versão com cadarço, tô completamente apaixonada e não quero mais sair de casa sem ela! De longe minha peça favorita de toda a temporada! Amei tanto que tô com medo de usar e estragar.

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A jaqueta de couro fake é da coleção da Maria Filó para a C&A de uns 400 anos atrás (continuarei amando e usando até ela pedir aposentadoria) e o óculos estampadinho p&b foi um achado da liquidação de verão da Zarinha.

A música que inspirou o título desse post: [youtube http://www.youtube.com/watch?v=t5Qx2PNfSp4]

Outfit: Jaqueta H&M no Jardim Botânico do Brooklyn!

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Se tem coisas que eu tava procurando (e vocês podem ver aqui comprovar aqui), comprei e realmente usei muito na viagem, foram duas jaquetas, a de couro “de verdade” do Michael Kors que comprei na Century 21, e essa de couro “de mentira” da H&M, que é tipo perfecto e tem os ombros meio marcados.

Realmente acho que couro veste super bem e tem lá suas vantagens, porque ele é levinho e esquenta muito, muito mesmo. Pra ser equivalente, tem que ser uma jaqueta de malha de lã super pesada, mas eles causam efeitos bem diferentes no visual, né?

Mas também tenho coração, e não gosto muito da idéia de usar uma vaca morta nas costas. Claro que faz parte do esquema todo, afinal, já que eu como carne (e admito que gosto), porque não usar tudo o que dá dela? Bom, eu não sei… mas quando comprei a jaqueta lá, acabei optando por um modelo bonitinho e moderno, mas mais clássico, que espero poder usar por muitos anos.

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Já essa jaquetinha… veio da H&M e é tão fake quanto meu cabelo loiro, mas é impossível não olhar pra ela e pensar por quanto tempo esses ombros marcados vão ser “cool”. Ela custou uns 50 dólares (não é exatamente uma pechinca, mas dêem uma olhadinha no post na Zara…), mas é bem bonitinha e ajustada (de novo aquele negócio do tamanho!) e eu vou usar muito esse inverno e quem sabe até no próximo, porque como tudo chega meio atrasado aqui, é provável que os ombros marcados durem até o inverno do ano que vem pra todo mundo poder usar. Mas a tendência não é pra sempre.

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Pra completar o “look“, calça jeans Zara, tênis bem velhinho da Adidas que foi pra ficar nos EUA (e não voltou mesmo, já tenho um mais novo do mesmo modelo), cardigã da Zara por baixo (e alguma malha da Renner que não aparece na foto), cachecol de moletom da Imaginarium e bolsa BDG para Urban Outfitters.

…….

Não estranhem o corte das fotos, elas foram batidas com timer, sem tripé, e nem sempre saem como a gente quer!!! Mas o cenário ajuda um monte, né? O Jardim Botânico do Brooklyn é ma-ra-vi-lho-so, dei sorte de ir lá bem em abril/maio, quando as cherry blossoms estão todas floridas, é lindo demais!!! Essas fotos foram no segundo fim de semana (mais exatamente, 18 de abril) e esses dias estavam bem gelados!!! Se a minha memória ainda permite, sim, passei frio com essas roupas lá (mas dêem um desconto porque saí pra ir pro Brooklyn Museum (vale a visita) e acabei esticando até no Botanic Garden).

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